'Que país é este?': em capa histórica, Estado de Minas aborda a 'lama' que assola o Brasil


Jornal ligava acidente ambiental em MG com escândalos em Brasília. (Reprodução)Jornal ligava acidente ambiental em MG com escândalos em Brasília. (Reprodução)

Quinta-feira, dia 26 de novembro de 2015. Esse foi o dia em que o jornal Estado de Minas não teve papas na língua e abusou da criatividade para questionar e informar seus leitores a respeito da lama que assola não só o estado afetado por dos maiores acidentes ambientais da história do país, mas o Congresso Nacional, as empresas, as instituições e – por que não? – a sociedade civil também.

A referência escolhida pela redação foi a frase do ex-governador de Minas Gerais, Francelino Pereira, que ficou famosa na música homônima da banda Legião Urbana “Que país é este?“. As manchetes, por sua vez, são inspiradas no restante da letra da música e fazem Renato Russo soar mais 2015 do que nunca, mesmo duas décadas após sua morte.

A primeira manchete, a respeito do rompimento das barragens em Minas Gerais, fala dos danos ambientais gigantescos que a lama na região da cidade de Mariana e em parte do litoral o país. Em seguida, a “sujeira” também é vista no Senado, uma vez que o líder do governo na casa, Delcídio do Amaral (PT-MS) foi preso na quarta (25) por tentar barrar as investigações da Operação Lava Jato.

A Polícia Federal, que prendeu um parlamentar em exercício pela primeira vez na história do Brasil, busca desvendar um dos maiores esquemas de corrupção da história do país e deteve também o banqueiro André Esteves, até então considerado por boa parte da imprensa e da iniciativa privada um investidor audacioso e com muita credibilidade no mercado por seu trabalho à frente do BTG Pactual.

O escândalo de Delcídio e Esteves ainda é abordado quando o veículo diz que “ninguém respeita a constituição”: o senador articulava manipular Supremo Tribunal Federal (STF), atitude que deixou os próprios ministros indignados.

“Quando vendermos todas as almas dos nossos índios num leilão” lembra uma exposição na cidade de Inhotim e a forma ainda nada desenvolvida como tratamos os verdadeiros nativos desta terra, enquanto o verso “terceiro mundo, se for. Piada no exterior” é a manchete a respeito da reação da Organização das Nações Unidas ao desastre ambiental em Minas, uma vez que as medidas tomadas para evitar os danos “foram claramente insuficientes” e ainda há muita demora no envio de informações importantes sobre a catástrofe.

Para acessar o site do jornal, clique aqui. Veja a capa da edição desta quinta-feira (26) do Estado de Minas:

(Divulgação/Facebook)(Divulgação/Facebook)



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Ex-The Voice EUA, Melanie Martinez vem ao Brasil com pop pessimista



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A cantora Melanie Martinez (Foto: Divulgação/Warner/Catie Laffoon)A cantora Melanie Martinez (Foto: Divulgação/Warner/Catie Laffoon)

O dia sete de setembro de 2012 mudou a vida de uma garota americana de cabelo colorido e capacidade de transformar “Toxic”, da Britney Spears, em uma boa balada voz e violão. Melanie Martinez tinha 16 anos quando fez três cadeiras virarem no “The Voice”. No fim, acabou ficando na sexta posição da versão americana do programa.

Hoje com 20 anos, Melanie vem ao Brasil (veja serviço abaixo) para mostrar o pop pessimista de seu primeiro disco, “Cry Baby”. Ela mistura batidas de electropop, alguns instrumentos de brinquedo e letras sobre crianças depressivas (“Sippy cup”) e uma festa de aniversário em que convidados não aparecem (“Pity party”). Nos shows, isso não deve acontecer. Os primeiros lotes dos ingressos já estão esgotados.

G1 – Como você descreve seu som para quem não te conhece?
Melanie Martinez –
A minha música é inspirada por hip hop, percussão forte, bateria eletrônica e uns barulhos de brinquedo. Mas posso ser sombria às vezes. Não que eu seja dark, sou feliz. Sei que minha vida é boa.

G1 – Suas letras são pouco óbvias… Você canta sobre crianças depressivas, solidão. Por que escolher esses temas?
Melanie Martinez – Não é questão de escolha. É importante escrever o que você sente. Eu não penso em contar histórias, eu só penso no que quero dizer. Em vez de contar o que sinto para mim mesma, eu conto para todos. Os temas são darks porque são situações que aparecem muito na minha cabeça. Minha mente pode ser bem sombria.

G1 – Como pensou na ideia para “Pity Party”?
Melanie Martinez –
Foi engraçado, porque eu estava ouvindo umas músicas dos anos 60 e 70, sozinha. Queria escrever sobre uma festa de aniversário em que ninguém aparecia. Daí fiquei procurando algo divertido para me inspirar. Fiquei ouvindo “It’s my party”, da Leslie Gore [sampleada no refrão]. Era uma boa história sobre uma festa triste.

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A cantora Melanie Martinez (Foto: Divulgação/Warner/Catie Laffoon)

G1 – Como foi ter uma música na série “American Horror Story”?
Melanie Martinez –
Foi bem empolgante. A música combina com esta temporada. Eu curti porque é meu seriado favorito. Foi demais ver que o visual da série combinava com a minha música. Os roteiristas são ótimos. É chocante, brilhante. É cool.

G1 – Você sempre muda de visual e parece saber a importância dele. Qual é?
Melanie Martinez –
É importante para ser uma artista coerente. Eu me visto assim porque sou assim. Meu apartamento parece um berçário, cheio de coisinhas. Os clipes e os shows são um pouco da minha vida real. O que é bom, porque quase nunca paro em casa.

Capa de 'Cry Baby', disco de Melanie Martinez (Foto: Divulgação)Capa de ‘Cry Baby’, disco de Melanie Martinez
(Foto: Divulgação)

G1 – Qual foi sua performance preferida no ‘The Voice’?
Melanie Martinez –
Minha perfomanrce favorita foi a primeira [‘Toxic’, de Britney]. Foi a mais intensa. Eu nem lembro como me sentia, foi tão louco estar ali. Tinha 16, 17 anos. Estar ali sozinha. Eu aprendi muito, foi uma boa experiência.

G1 – O que ouvia quando mais nova?
Melanie Martinez –
Gostava muito da Brandy. A voz dela era diferente. Era fã.

G1 – Você vai cantar no Rio e em São Paulo. O que sabe dessas cidades?
Melanie Martinez –
Não sei nada sobre essas cidades. Não sei o que esperar, mas muita gente que toca no Brasil fala que aí é legal. É uma boa oportunidade ir agora.

Melanie Martinez no Brasil

São Paulo
Quando:
Sexta-feira, 27 de novembro, às 19h30
Onde: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros
Ingressos: R$ 150 a R$ 200 (mais informações)

Rio de Janeiro
Quando:
Sábado, 29 de novembro, às 20h
Onde: Miranda – Av. Borges de Medeiros, 1424, Lagoa
Ingressos: R$ 150 a R$ 200 (mais informações)





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Edição especial do Xbox One com 1TB e controle Elite vai custar mais de R$ 3 mil no Brasil



por Bruno Izidro

A Microsoft já havia anunciado que um bundle do Xbox One com o novo controle Elite chegaria ainda esse ano no Brasil. Agora a empresa revelou que a edição especial será lançada em 10 de dezembro e que vai custar a bagatela de R$ 3.299.

A empresa alega que esse é o “melhor console já desenvolvido pelo Xbox”, o que talvez seja uma justificativa para o preço, mas até que o pacote oferece sim itens interessantes. Além do controle especial, que tem botões customizáveis e com acabamento diferente, o bundle Xbox One Elite ainda possui um console com 1TB de armazenamento em disco híbrido, uma vantagem significativa para os 500GB do HD padrão do Xbox One, já que possui – obviamente – mais espaço, mas também por ser mais veloz.

Já sobre o controle Elite, entramos em contato com a Microsoft para esclarecer se o acessório será também vendido separadamente ou se só virá com o bundle — atualizaremos post caso haja uma resposta. Nos EUA, o controle é vendido por US$ 150. Lembrando também que a versão padrão do Xbox One teve um recente aumento no valor por aqui. Depois dessa é bom que o papai noel tenha ganhado um bom 13º salário.



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Wiz Khalifa e Magic! são atrações do Planeta Atlântida 2016; confira a lista



Planeta Atlântida divulgou atrações para edição de 2016 (Foto: Montagem sobre fotos/G1)Planeta Atlântida divulgou atrações para edição de 2016 (Foto: Montagem sobre fotos/G1)

O Planeta Atlântida anunciou nesta quarta-feira (25) os artistas que vão se apresentar no festival, que será realizado em janeiro de 2016 no Rio Grande do Sul. A festa está marcada para ocorrer nos dias 29 e 30 na sede da Saba, na praia de Atlântida, em Xangri-Lá, no Litoral Norte do estado. No line-up, estão atrações internacionais como Wiz Khalifa, Magic! e Donavon Frankenreiter, além de artistas como O Rappa, Luan Santana, Lulu Santos, Thiaguinho, Anitta e Racionais MC’s, entre outros (confira a lista completa abaixo).

O rapper americano Wiz Khalifa, conhecido por hits como “Say Yeah”, “Black and Yellow”, é o headliner da edição. “See You Again”, trilha do filme Velozes e Furiosos, gravada ao lado do músico Charlie Puth, o tornou mundialmente conhecido.

Os canadenses da banda Magic! voltam ao estado após show em Porto Alegre em setembro. O cantor Donavon Frankenreiter também integra a lista de artistas internacionais do line-up.

Entre os nacionais estão O Rappa, Luan Santana, Lulu Santos, Thiaguinho, Racionais MC’s, Wesley Safadão, Natiruts, Criolo, Raimundos, Fresno, os funkeiros MC Guimê, Valesca Popozuda e Anitta, entre outros.

O Planeta Atlântida completa 20 anos em 2016.  Os ingressos estão à venda e variam entre R$ 165 (arena) e R$ 550 (passaporte camarote). A novidade da edição é que o ingresso físico será uma pulseira com identificação por radiofrequência, que deverá ser ativada pelo usuário no mesmo site onde a compra poderá ser realizada (saiba mais abaixo).

Nas compras via site, não há cobrança de taxa de conveniência e são aceitos pagamentos com cartões de crédito – com pagamento em até três vezes. Nos pontos físicos, o pagamento pode ser realizado em dinheiro, cartão de débito e crédito. São permitidos até quatro ingressos por CPF, sendo no máximo um meia-entrada.

Sócios do Clube do Assinante RBS poderão comprar as entradas por preços especiais. Cada pessoa pode adquirir até quatro ingressos por CPF, sendo um com o benefício da meia-entrada. Será possível parcelar as compras em todos os pontos de venda em até três vezes sem juros. Não será cobrada a taxa de conveniência.

Atrações confirmadas do Planeta
Wiz Khalifa
Magic!
O Rappa
Luan Santana
Lulu Santos
Natiruts
Thiaguinho
Racionais MC´s
Donavon Frankenreiter
Baile do Dennis (com Valesca Popozuda e MC Guimê)
Conecrew Diretoria + Anitta + Flora Matos
Wesley Safadão
Raimundos
Onze20
Criolo
Fresno
Strike
Oriente
Seu Cuca
Cachorro Grande
Comunidade Nin-Jitsu
Papas da Língua
Supercombo
Vitor Kley
Kita
Dingo Bells
Tributo Tim Maia com Tonho Croco
Sany Pitbull + Milton Guedes
RC na Veia
Se Ativa
Good Samaritans
Banda Tereza
Endres Experience
Wannabe Jalva
DJ Bernardo Malta
DJ Adriano Carazzo
DJ André Ozzone

Ingressos

– Primeiro lote
 Arena
R$ 165 (individual)
R$ 250 (passaporte)

Camarote
R$ 350 (individual)
R$ 550 (passaporte)

– Clube do Assinante RBS
Arena
R$ 145 (individual)
R$ 220 (passaporte)

Camarote
R$ 320 (individual)
R$ 520 (passaporte)

Meia-entrada
Todos os pontos de vendas físicos e virtuais estarão aptos a vender ingressos de meia-entrada. Terão direito ao benefício:

– Os estudantes, as pessoas com deficiência e os acompanhantes das pessoas com deficiência, limitado a um acompanhante por pessoa com deficiência, conforme as Leis Federais n.º 12.852/2013, 12.933/2013 e o Decreto n.º 8.537/2015, limitado a 40% do total de ingressos disponíveis para venda ao público em geral;

– Os idosos, com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos, conforme a Lei Federal n.º 10.741/2003.

Atenção: Os documentos que comprovam a condição do benefício da meia-entrada serão exigidos no ato da compra do ingresso e no momento do acesso ao evento.

Pontos de venda
As compras das entradas poderão ser feitas em dois formatos: virtual, pelo site, e físico, nos pontos de venda, ou seja, em lojas Renner credenciadas de três cidades do Estado: Porto Alegre, Novo Hamburgo e Caxias do Sul.

Venda virtual: site www.planetaatlantida.com.br
Formas de pagamento: cartões de crédito (Visa, Master, Amex, Discovery e Diners)

Venda física: lojas Renner credenciadas (confira lista abaixo)
Formas de pagamento: dinheiro, cartões de débito e de crédito (Visa e Master)

Porto Alegre
– Renner Iguatemi Porto Alegre
Rua João Wallig, 1800 – Bairro: Chácara das Pedras
Fone: (51) 2101-3200
Horários de funcionamento: de segunda a sábado das 10h às 22h e domingos das 14h às 22h.

– Renner Otávio Rocha
Av. Otávio Rocha, 184 – Bairro: Centro
Fone: (51) 2101-3100
Horários de funcionamento: de segunda a sábado das 8h30 às 20h.

Novo Hamburgo
– Renner Novo Shopping
Rua Nações Unidas, 2001 – Bairro: Centro
Fone: (51) 2121-4900
Horários de funcionamento: de segunda a sábado das 10h às 22h e domingos das 13h às 22h.

Caxias do Sul
– Renner Iguatemi Caxias
Rodovia RS 122, Km 12,5 – Bairro: Desvio Rizzo
Fone: (54) 2101-3200
Horários de funcionamento: de segunda a sábado das 10h às 22h e domingos das 12h às 20h.

Retirada das pulseiras
Nas compras online, o planetário terá duas opções de retirada da sua pulseira. Ele poderá: solicitar o envio para o endereço de cadastro, em casa, por exemplo (sujeito à taxa de envio); ou retirá-la em alguma loja Renner credenciada (sem custo de envio).

O envio das pulseiras para o endereço do comprador e a retirada nos pontos de vendas iniciam no próximo dia 16. Somente o titular da compra poderá retirá-la, mediante a apresentação de um documento oficial com foto (exemplo: RG, CNH, Carteira de Trabalho ou Passaporte) e o cartão utilizado.

Nas compras feitas presencialmente, nos pontos de venda credenciados, a pulseira será entregue ao planetário no ato (sem cobrança de taxa). O público que adquirir ingressos de passaporte deverá usar a  mesma pulseira em ambos os dias.

Ativação da pulseira
Quem adquiriu o seu ingresso deverá ativar a sua pulseira no site oficial do Planeta Atlântida 2016. O planetário encontrará o campo de cadastro e deve digitar o código que se encontra no verso do chip da pulseira, preencher as informações obrigatórias e pronto. Sua pulseira estará ativada e, além de dar acesso ao evento, também dará acesso a sessão Meu Planeta, um espaço especial com rede social para encontrar amigos, fazer novas parcerias e conversar com todo mundo.

Planeta Atlântida 2016 será nos dias 29 e 30 de janeiro  (Foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)Planeta Atlântida 2016 será nos dias 29 e 30 de janeiro (Foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)

 





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As melhores invenções de 2015, segundo a revista Time



A escolha da pessoa do ano da revista Time é um dos momentos mais importantes do ano — por mais que a decisão seja, algumas vezes, meio confusa. Mas a famosa revista americana também escolhe as melhores (ou mais curiosas, pelo menos) invenções do ano.

A lista de criações de 2015 é bem variada. Ela vai de um novo tipo de macarrão, feito com grão-de-bico e que apresenta valores nutricionais muito melhores que o convencional, até o projeto Ocean Cleanup, que pretende usar barreiras flutuantes para retirar o plástico dos oceanos.

Entre esses dois extremos, estão produtos simples, como o Google Cardboard, caros, como o iPad Pro e sua Apple Pencil, e futuristas, como o HoloLens da Microsoft, além de coisas que não devem chegar ao público tão cedo, como o caminhão “transparente” da Samsung.

Você pode ver a lista completa, com 25 itens, no site da revista.

[Time]



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ESTREIA-Documentário resgata trajetória de Chico Buarque de Holanda


SÃO PAULO (Reuters) – Diretor de um dos documentários mais bem-sucedidos dos últimos anos, “Vinicius” (2005), que alcançou 200.000 espectadores, Miguel Faria Jr. volta-se para outra figura máxima da música popular brasileira, Chico Buarque de Holanda, no documentário “Chico, Artista Brasileiro”.

Ao mesmo tempo que a escolha do personagem parece óbvia e que, exatamente por ser tão popular, tanto se saiba sobre ele, o documentário, se não inova propriamente na forma, oferece oportunidade para que o próprio artista exponha sua longa trajetória.

E ele o faz com notável naturalidade, humor e despretensão, sem deixar de percorrer cada estação de uma vida dedicada à música e à literatura, pontuada pelo sucesso, o engajamento político e uma notável discrição com sua vida privada.

A memória, como se espera, é a matéria-prima do trabalho do compositor que, aos 71 anos, não mostra desejo de voltar no tempo, a nenhuma fase de sua vida, nem se preocupa como será lembrado.

Um competente trabalho de pesquisa seleciona imagens raras do compositor, de arquivos nacionais e estrangeiros, como entrevistas de Chico na Itália, onde acabou se exilando temporariamente na ditadura militar, além de uma rara sequência da TV italiana, mostrando-o cantando ao lado da atriz Lea Massari (conhecida por filmes como “O Sopro no Coração”, de Louis Malle).

O longo casamento de Chico com a atriz Marieta Severo (que durou mais de 30 anos) é evocado de forma delicada, pela lembrança que o ator Hugo Carvana entrega de como se conheceram, nos anos 1960. Tanto como o Chico da vida real, o filme passa bastante ao largo de sua intimidade familiar, colhendo uma confissão meio inesperada dele, de que hoje ele vive só tranquilamente. Chico mesmo achava que, depois de romper um casamento tão longo, se recasaria em breve, mas não aconteceu.

A família entra mais pelo viés musical mesmo, quando se mostra Chico cantando e tocando com três de seus sete netos, dois deles filhos do também cantor e compositor Carlinhos Brown. Um momento que evoca um dos temas do documentário, a transmissão da própria bagagem e a filiação a uma certa linhagem artística – no caso de Chico, um herdeiro direto de Vinicius de Morais e Tom Jobim, parceiros que o elogiam rasgadamente em excertos documentais.

Um grande acerto é o apuro dos números musicais especialmente produzidos para o filme, com direção do violonista Luiz Carlos Ramos, um parceiro habitual e afinado com a sensibilidade de Chico. São momentos de grande beleza a releitura da canção “Sabiá” pela intérprete portuguesa Carminho e o dueto de Adriana Calcanhoto e Mart´nália para “Biscate”.

Autor de um quinto romance, lançado este ano – “O irmão alemão” -, Chico revela sentir-se mais escritor do que compositor, por incrível que pareça, já que garante conhecer bem mais literatura do que música, o que soa curioso nesta altura da vida do autor de mais de 500 composições registradas. A afirmação não soa estranha, no entanto, quando se leva em conta a alta sofisticação poética de suas letras.

Referente a um episódio real de sua biografia, a existência de um meio-irmão alemão que nunca conheceu, o mais recente romance leva também a uma pequena viagem de Chico a Berlim, onde encontra, em arquivos de TV, uma imagem desse irmão, Sergio Günther, que curiosamente era também cantor, além de jornalista, e que morreu em 1981.

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb



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Victor & Leo fazem show da turnê 'Irmãos' em Brasília nesta sexta



Dupla Victor e Leo se apresentam neste sábado (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)A dupla Victor & Leo durante show (Foto: João Miguel Júnior/TV Globo)

Indicada ao Grammy Latino deste ano pelo CD/DVD “Irmãos”, a dupla sertaneja Victor & Leo sobe ao palco do Bamboa Brasília nesta sexta-feira (27) para show em festa que começa às 21h. A abertura fica por conta de Henrique & Ruan. Os ingressos custam a partir de R$ 70.

A turnê com base no mais recente trabalho traz composições como o single “Tempo de amor”, regravações do gênero e sucessos como “Borboletas”, “Deus e eu no sertão”, “Na linha do tempo” e “Tem que ser você”.

Victor & Leo já gravaram 12 CDs e 4 DVDs em 23 anos de estrada. Neste período, venderam cerca de 3 milhões de cópias. Há ainda dois DVDs documentários: “Nada es normal”, lançado em espanhol, em 2008, e “Victor & Léo – A história”, de 2010.

A dupla Henrique & Ruan se separou por um ano, mas voltou a ser apresentar junto. Em maio foi lançado “Então dance, vem dançar”. Eles começaram a cantar em Araxá, em Minas Gerais, em 1997, e depois se mudaram para a capital federal.

Entre os prêmios recebidos ao longo de 18 anos está o de dupla revelação do Caldas Country, festival na cidade de Caldas Novas, Goiás. As principais influências artísticas dos músicos são Zezé di Camargo e Luciano, Gian e Giovani e Jorge e Mateus.

A dupla sertaneja Henrique e Ruan lança novo CD em Brasília nesta sábado (7) (Foto: Rodrigo Carletti/Divulgação)A dupla sertaneja Henrique e Ruan (Foto: Rodrigo Carletti/Divulgação)





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Samsung lança tablets Galaxy Tab S2 no Brasil custando a partir de R$ 2.349



A Samsung anunciou o lançamento da linha Galaxy Tab S2 no Brasil, trazendo seus tablets finos e leves com telas AMOLED para cá custando a partir de R$ 2.349.

O Galaxy Tab S2 foi anunciado em julho e já falamos um pouco sobre ele. São dois tamanhos (8 polegadas e 9,7 polegadas) com tela AMOLED com 2048×1536 pixels de resolução. Eles são bastante leves (o menor pesa 265g, enquanto o maior pesa 389g na versão Wi-Fi, ou 392g na versão 4G), e finos (ambos têm 5,6mm de espessura).

Por dentro eles rodam um processador de oito núcleos, 3GB de RAM, câmera frontal de 8 megapixels e traseira de 2,1 MP, e o Android 5.0 Lollipop modificado com a interface TouchWiz da Samsung. Em relação ao armazenamento, a Samsung disponibilizará apenas a versão de 32GB dos tablets, mas é possível aumentar esse espaço via cartão micro SD (de até 128GB).

O Galaxy Tab S2 já está disponível. O modelo de 8 polegadas com 4G custa R$ 2.349, mesmo valor cobrado pela verão de 9,7 polegadas Wi-Fi. Com 4G, o tablet de 9,7 polegadas custa R$ 2.699.



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Banda Tereza lança 2º disco mirando o pop atual com Jout Jout e De Leve



Banda Tereza, de Niterói, lança o segundo que vai mais pelo pop atual (Foto: Divulgação/Facebook da banda)Banda Tereza, de Niterói, lança o segundo que vai mais pelo pop atual (Foto: Divulgação/Facebook da banda)

Se é para fazer pop, que seja um pop quase científico. Algo feito com rigor de quem ouve o top 10 da revista americana “Billboard” em busca das técnicas para se fazer um refrão tão assobiável quanto bem feitinho. Essa foi a ideia da banda Tereza, de Niterói. O quinteto (cada vez menos) indie (do que) pop lança seu segundo disco, “Pra onde a gente vai”.

Pra onde vão? Para a seção de pop dançante dos serviços de streaming, provavelmente. Em entrevista ao G1, o guitarrista Mateus Sanches fala das participações do rapper De Leve e da youtuber Jout Jout.

Comenta também a tentativa de gravar “algo agradável aos ouvidos, mas que não pecasse em qualidade artística”. “Tentamos fazer batidas e grooves identificáveis. Queríamos ser entendidos de cara”, resume.

G1 – A primeira é a pergunta clichê inevitável. Pra onde vocês vão?
Mateus Sanches –
Nosso objetivo é um espaço no mercado. Essa é a intenção e ao mesmo tempo tem outra resposta na última música do disco: vamos para Niterói. Sempre estamos em viagem, mas voltamos para casa. Essa ação de querer voltar para casa sempre existiu.

G1 – Falando na última música, ‘Nikity City’, como foi a parceria com o De Leve. O que ele trouxe para o som da banda?
Mateus Sanches –
Somos fãs do Quinto Andar [grupo do De Leve] desde os tempos de escola. Cantávamos as música do De Leve no recreio. A gente entrou em contato e falou que era fã. A voz dele é ótima, e ele trouxe bom humor. Ele é muito talentoso. Também chamamos a Jout Jout [youtuber] para “Eu não vou mais ligar”. Ela fala na música e participou do clipe de “Não sei”. Ela estudou no nosso colégio. Testamos vozes e gostamos da dela. A gente é fã da Jout Jout. Estamos sempre vendo os vídeos. Fico feliz com o sucesso dela.

G1 – O outro disco era mais pop anos 90, este é mais pop atual… Faz sentido?
Mateus Sanches –
Sim. A gente se preocupou bastante em ser atual. O começo das composições foi sempre com o groove. Queríamos algo agradável aos ouvidos, mas que não pecasse em qualidade artística. A nossa intenção é misturar o que é efetivo sem deixar de ser criativo, de ousar. Nas dez músicas, focamos nisso. Daí veio a influência do pop mais vigente, quando tentamos fazer batidas e grooves indentificáveis. Queríamos ser entendidos de cara, por quem gosta da banda ou por uma mãe, ou uma avó. A produção é enfeitada e detalhista, mas tentamos não exagerar.

Banda Tereza, de Niterói, lança o segundo que vai mais pelo pop atual (Foto: Divulgação/Facebook da banda)

G1 – Em lojas de discos e em serviços de streaming, em qual prateleira ou seção o disco tem que estar, na sua opinião?
Mateus Sanches –
É um CD pop que tem influência do indie. Mas nossa intenção é que ele toque as pessoas, que sintam emoções como quando a gente sentiu compondo. É um CD comercial, acessível a todos.

G1 – Qual é o melhor disco de música pop que você ouviu neste ano e por quê?
Mateus Sanches –
O do The Weeknd foi o que eu mais ouvi. E durante a composição a gente ouviu muito listas do top 10 da “Billboard”. Fizemos isso para estudar, comparar. Foi como um direcionamento. Não acho que Weeknd tenha influenciado tanto a gente. Nem tudo que ouvimos fica transparecendo na nossa música.

G1 – Ao pesquisar o top 10, o que notou que as músicas têm em comum?
Mateus Sanches –
São muitos fatores. Tem a questão do revival… Quando comecei a ver o top 10, a que estava em primeiro era “All About That Bass” [de Meghan Trainor]. Nos anos 70, tinha música igual a essa no topo também. Tem também o fator do groove, que nunca deixou de ser importante. Tem a faísca, algo que não dá para prever. Às vezes, é uma simples palavra. Tem vez que o cara desafina na gravação é isso faz todo mundo gostar do som. São pequenas regrinhas, técnicas de composição que se você seguir vai bem.





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Tatuagem monitora seus sinais vitais com placa de circuito que funciona de verdade


As tatuagens não servem apenas para expressar a sua individualidade, nem só como tributos amorosos para seus entes queridos. Elas também têm aplicações médicas práticas, especialmente na forma de tatuagens temporárias com placas de circuito.

As Tech Tats não são permanentes e usam tinta condutora – em vez de tinta de tatuagem – que fica na superfície da pele.

>>> O estranho futuro bioelétrico das tatuagens
>>> Tatuagem para diabéticos pode ser o fim das picadas nos dedos

Como explica o Motherboard, um microcontrolador ATtiny85 recebe e armazena dados dos sensores que acompanham a taxa cardíaca, temperatura e outros sinais vitais. A tatuagem se comunica por Bluetooth com um app de smartphone. Há também espaço para um sensor de luz ambiente que acende luzes LED no escuro.

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O estúdio criativo de tecnologia Chaotic Moon Studios desenvolveu a tatuagem para fins de acompanhamento médico. Em vez de usar uma faixa peitoral ou pulseira para monitorar sinais vitais de um paciente, uma tatuagem de placa de circuito poderia ser aplicada ao braço.