Uber ganha nova opção para chamar apenas motoristas que falem inglês



O Rio de Janeiro receberá os Jogos Olímpicos a partir de agosto desse ano. E a capital carioca também é um destino turístico para aqueles que visitam o Brasil para curtir o Carnaval. Para turistas conseguirem se locomover pela cidade usando o Uber, o serviço lançou o Uber English, uma nova opção que conecta o passageiro com um motorista que saiba falar inglês.

O Uber English nasceu de uma parceria entre Uber e o Duolingo. Nele, motoristas receberão um certificado em inglês ao testar habilidades no idioma através do Duolingo – assim, estarão aptos a receber passageiros que não falam português, o que é bem comum para sedes de grandes eventos esportivos.

O serviço foi lançado inicialmente na Colômbia e atraiu mais de 1.400 motoristas, de acordo com o Uber, e por isso a empresa decidiu expandir a oferta para outras partes da América Latina. O Rio de Janeiro é só o começo, e em breve outras cidades do país também devem receber o Uber English – a previsão é que ainda em 2016 esses outros mercados também tenham essa opção para passageiros do Uber.



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Camisa de Vênus celebra 35 anos de carreira com show em Brasília



Camisa de Vênus (Foto: Divulgação)Marcelo Nova e Robério Santana, do Camisa de Vênus (Foto: Divulgação)

A turnê comemorativa de 35 anos da banda Camisa de Vênus chega ao Net Live Brasília no próximo dia 19 de fevereiro. No palco, os idealizadores do grupo, Marcelo Nova e Robério Santana, contam com uma nova formação, que inclui um dos filhos do vocalista. A festa começa às 22h, e os ingressos custam a partir de R$ 60 (1º lote/meia entrada).

O repertório do show traz músicas dos quatro álbuns do grupo e dos três registros ao vivo ao longo da carreira. Entre os sucessos estão “Eu não matei Joana D’Arc”, “Só o fim”, “Bete morreu”, “Simca Chambord”, “Deus me dê grana”, “O adventista” e “Silvia”.

Composições de outros artistas, e que também fazem parte da história do Camisa, como “Negue”, sucesso na voz de Nelson Gonçalves, “Gothan City”, que Jards Macalé apresentou sob vaias no “4º Festival Internacional da Canção”, em 1969, e “My way”, hit de Frank Sinatra regravado pelos Sex Pistols, ganham versões eletrificadas no show.

Nova e Santana são acompanhados pelo baterista Célio Glouster e pelos guitarristas Leandro Dalle e Drake Nova. A turnê em comemoração aos 35 anos da banda teve início no ano passado e já percorreu diversas cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Recife.

Decidimos fazer esta reunião para celebrar os 35 anos da banda e também porque não há nada de novo no mercado que seja interessante, para variar”
Robério Santana,
baixista do Camisa de Vênus

“Tivemos algumas reuniões para verificarmos as possibilidades, e concluímos que era um bom momento. É inacreditável que já se passaram 35 anos desde que eu convidei Robério para começar uma banda em Salvador”, disse Nova ao G1, no início da turnê, em 2015.

“Decidimos fazer esta reunião para celebrar os 35 anos da banda e também porque não há nada de novo no mercado que seja interessante, para variar”, disse Santana, na mesma entrevista. Segundo ele, os arranjos das canções se mantêm fiéis aos originais.

Bota pra f***
O Camisa de Vênus foi formado em 1980 depois de uma conversa entre o cantor Marcelo Nova e o baixista Robério Santana. Os dois trabalhavam em veículos de comunicação do grupo Aratu, em Salvador.

Santana chamou o amigo Karl Hummel para a guitarra, que chamou Gustavo Mullem para a bateria. A formação incluía o guitarrista solo Eugênio Soares, que durou até o segundo show da banda.

Banda Camisa de Vênus no início dos anos 80 (Foto: Reprodução/Site oficial Marcelo Nova)Banda Camisa de Vênus, no início dos anos 80 (Foto: Site oficial Marcelo Nova/Reprodução)

Marcelo Nova chegou a dizer que entrevistas que o som do grupo nos ensaios era motivo de reclamação e incômodo, por isso pensou no nome Camisa de Vênus. O primeiro LP, homônimo à banda, foi lançado em 1983. No ano seguinte, chegou às lojas “Batalhões de estranhos”. Antes do primeiro fim do grupo, em 1987, eles gravaram “Duplo sentido”.

Um ano antes, o Camisa teve o que pode ser considerado o principal ano da primeira fase do grupo. Primeiro, foi lançado “Correndo o risco”, que trazia os sucessos “Simca Chambord”, “Só o fim”, “Deus me dê grana” e uma versão para “Ouro de tolo”, de Raul Seixas. O disco vendeu 300 mil cópias.

Marcelo Nova e Drake Nova (Foto: Divulgação/Site Oficial)Marcelo Nova e o filho Drake Nova
(Foto: Site Oficial/Divulgação)

Também em 1986, chegou ao mercado o disco “Viva”, gravado durante show do Camisa no “Caiçara Music Hall, em Santos. O álbum vendeu 180 mil cópias, marca superada apenas pelo disco “Rádio Pirata”, entre os trabalhos ao vivo lançados nos anos 1980.

O trabalho é um dos primeiros do rock nacional a conter palavrões. Marcelo Nova quis aproveitar o surgimento da “Nova República”, que teve como marco a eleição de Tancredo Neves à presidência, no ano anterior, e decidiu não enviar o material para apreciação da censura.

O LP já era um sucesso – com 40 mil cópias até então – quando a Polícia Federal recolheu os discos das lojas. Após passar pelos censores, o trabalho voltou ao mercado com 8 das 10 faixas vetadas por “linguagem inapropriada”.

Após o retorno em meados dos anos 1990, a banda lançou o disco ao vivo “Plugado!”, em 1995. No ano seguinte, foi gravado o último álbum de estúdio até então, “Quem é você?”, que tem participações de Eric Burdon, do The Animals, na  regravação de “Don’t let me be misunderstood”, e dos Raimundos, em “Essa linda canção”. O último registro é o álbum ao “Ao vivo – Festival de Verão Salvador”, de 2004.

Marcelo Nova (Foto: Livia Lamana/Divulgação)Marcelo Nova (Foto: Livia Lamana/Divulgação)





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Projeto do Google quer oferecer internet 5G com drones movidos a energia solar



Você sabe que o Google tem um grande interesse em drones: eles compraram uma fabricante desses veículos, e querem até lançar um serviço de entregas pelo ar. O que a empresa quer fazer com suas aeronaves não-tripuladas? Oferecer internet ultrarrápida, é claro.

>>> Samsung atinge recorde na tecnologia 5G

O Guardian revelou detalhes sobre o Project SkyBender, um projeto secreto do Google para transmitir internet 5G através de drones.

A empresa está usando drones para testar transmissões de rádio de ondas milimétricas, que podem ser adotadas no padrão 5G. Essas ondas podem, teoricamente, transmitir até 40 vezes mais dados do que redes 4G atuais.

O desafio das ondas milimétricas está em seu alcance: ele é muito menor do que os sinais de telefonia móvel. O Google está testando transmissões em 28 GHz, que desaparecem em um décimo da distância de um sinal 4G.

Para fazer ondas milimétricas irem mais longe, é preciso usar um equipamento especial, chamado “antena conjugada com controle de fase“. O problema: isso é complexo e gasta muita energia.

Por isso, é preciso realizar diversos testes. No ano passado, o Google montou vários protótipos de transceptor, e vem pagando US$ 1.000 por dia para testá-los no Spaceport America (EUA), terminal projetado para futuros voos espaciais da Virgin Galactic.

Tudo isso faz parte da equipe Google Access, que também cuida do Loon – o projeto entrega internet sem fio usando balões na estratosfera.

O Project SkyBender está sendo testado com uma aeronave chamado Centaur e com drones movidos a energia solar feitos pela Google Titan, divisão formada quando o Google adquiriu a Titan Aerospace em 2014.

O Facebook também planeja criar uma rede de drones gigantes que usam lasers para fornecer internet a partir dos céus – a rede social demonstrou um protótipo de drone, chamado Aquila, para esse projeto.

[The Guardian via The Verge]



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YouTubers tentam registrar a palavra “React”, e a reação da internet não foi nada boa



Os Fine Brothers fazem um baita sucesso no YouTube com seus vídeos mostrando pessoas reagindo a coisas diversas, como crianças reagindo a computadores Apple II, à internet dos anos 90, entre outras coisas. Eles se consideram especialistas e especiais nesse sentido, tanto que tentaram registrar a marca “React”. A reação da internet ao caso não foi nem um pouco boa.

Os Fine Brothers planejam monetizar e licenciar os vídeos React, oferecendo até mesmo ferramentas e apoio para pessoas que quisessem criar suas próprias versões deles. E para isso eles pediram registro da marca “React” ao U.S. Patent & Trademark Office (USPTO) no ano passado. Sim, eles querem registrar a palavra “React”, sob “serviços de entretenimento, oferecendo uma série de programas e webisódios via internet no campo de observação e entrevista de vários grupos de pessoas.” Eles prepararam até um vídeo para anunciar com bastante empolgação a novidade: