Exposição do Pink Floyd em Londres terá porco voador e prismas



Por Jeremy Gaunt LONDRES (Reuters) – Um porco rosa inflável do tamanho de um ônibus flutuou sobre o museu Victoria and Albert nesta quarta-feira em Londres, mas, ao contrário de um passeio infame sobre a estação de energia de Battersea em 1976, ele não se soltou e forçou o cancelamento de voos no aeroporto de Heathrow. É verdade, no entanto, que pode ter atrapalhado o trânsito, e certamente fez os transeuntes exclamarem “o porco!”. …



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Lollapalooza 2017: Ingressos serão vendidos a partir de 12 de setembro



Vista do palco Skol neste segundo dia de Lollapalooza 2016 (Foto: Caio Kenji/G1)Vista do palco Skol no segundo dia de Lollapalooza 2016, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

Os ingressos para edição de 2017 do festival Lollapalooza começarão a ser vendidos em 12 de setembro, anunciou nesta quarta-feira (31) a produtora Time for Fun.

O evento acontecerá em 25 e 26 de março do ano que vem, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A lista de atrações ainda não foi divulgada.

As entradas do primeiro lote do Lolla Pass, tipo de convite que que dá acesso aos dois dias de festival, e do Lolla Lounge Pass, também válido para os dois dias e para o lounge (espécie de área VIP), estarão disponíveis pela internet e em pontos de vendas espalhados pelo país a partir das 10h do dia 12.

Para o Lolla Pass, a inteira custa R$ 800 no primeiro lote. Quem optar pelo Lolla Lounge deve pagar, além do preço do ingresso, um acréscimo de R$ 550 (um dia) ou R$ 1.000 (dois dias).

Pulseira
Neste ano, o público não receberá um ingresso físico para participar do festival, mas uma pulseira com tecnologia RFID, que também será usada para compra de alimentos e bebidas, entre outros serviços. Elas serão distribuídas a partir do dia 25 de fevereiro de 2017.

Em sua sexta edição, o Lollapalooza terá mais de 50 atrações em cinco palcos. A data de início das vendas do Lolla Day (ingresso para somente um dia de festival), que custará R$ 540 no primeiro lote, não foi divulgada.





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MC Gui lança EP pop e diz que origem no funk o fez 'ser visto como marginal'



O caminho entre bailes funk e festivais pop não é inédito. Anitta, Ludmilla, Naldo e Guimê ficaram conhecidos primeiro entre funkeiros para depois entrar em line-ups mais sortidos. MC Gui quer colar de vez nesse bonde com um novo EP. Assista a entrevista acima.

Não por acaso, pediu aos produtores de Anitta e Ludmilla, os cariocas Umberto e Mãozinha, para darem uma… mãozinha. “Quero ir além do funk pois tem muito preconceito”, diz Gui ao G1. “Por ter MC no nome, as pessoas me julgam como se fosse marginal, não um cantor.”

Gui despontou no auge do funk ostentação de São Paulo, aos 15 anos. Ganhou fãs novinhas com letras mais leves e o mote de “ostentar superação” do hit “Sonhar”. “Fui evoluindo. Passei a ser meio pop e quero muito mais”, diz ele, hoje com 18. “Quero mostrar que tenho esse talento”, diz sobre as três faixas novas. “Que não sou marginal, sou artista e quero meu espaço.” Para isso, vai de reggaeton (“Ela é perfeita”), funk-pop à “Get lucky” do Daft Punk (“Que pressão”) e reggae romântico (“Na hora do amor”).

‘Favela na veia’
Não que Gui renegue o passado dos bailes. “Tenho orgulho. É bom a gente ver que não veio de berço de ouro.” Mesmo não se considerando mais “funkeiro”, ele diz que o estilo tem “o melhor público” e “o som que mais gosta de escutar”. “A gente sai da favela, mas a favela não sai de nós. Está na veia e eu tenho muito orgulho de onde eu vim”.

Gui mudou, mas os cabelos continuam parecidos com os de Justin Bieber: da franjinha morena do passado ao loiro platinado de agora. “As pessoas usam a palavra copiar, que é diferente de inspiração”, defende-se. “Por que não posso fazer tatuagem com meu sobrenome, se achei bonita, igual à que ele fez? [Sua tatuagem no pescoço é parecida com a de Bieber]”. “Uso como inspiração, não cópia. Não existe cópia no mundo”, decreta.

O “Bieber brasileiro” diz que ficou atento ao caso de outro cantor que também já foi chamado de “Bieber brasileiro”: Biel. Ele foi acusado de assédio e colocou a carreira em pausa após diversas polêmicas relacionadas ao caso. “Aprendi com o erro dele e espero nunca errar do jeito que ele errou. Não adianta falar que ele está certo. Aprendi e espero que nunca aconteça comigo”, diz Gui.

Mas nem tudo tem a ver com Justin Bieber na vida de Gui. “Sou aquele fã que tem vontade de fazer tudo o que o cara faz. Mas não só ele [Bieber]. Também o Chris Brown, o Kanye West, Tyga”, enumera.

“Assim como tenho vontade de conhecer Beyoncé, Rihanna. Porque hoje no Brasil ficou tudo muito fácil para mim. Conheci quase todos os artistas que existem aqui. Agora estou no patamar que quero ir para fora, dar um aperto de mão: ‘Parabéns, seu trabalho é demais’.” Ele ainda não chegou a Bey e Riri, mas é aquela coisa: “Sonhaaar, nunca desistir…”.

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MC Gif (Foto: Fábio Tito / G1)MC Gif (Foto: Fábio Tito / G1)

MC Gui  (Foto: Fábio Tito / G1)MC Gui (Foto: Fábio Tito / G1)
MC Gui (Foto: Fabio Tito / G1)MC Gui (Foto: Fabio Tito / G1)





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Chris Brown é solto após pagar fiança de US$ 250 mil



Polícia de Los Angeles chega à casa de Chris Brown, onde ele foi preso nesta terça (Foto: AP Photo/Damian Dovarganes)Polícia de Los Angeles chega à casa de Chris Brown, onde ele foi preso nesta terça (Foto: AP Photo/Damian Dovarganes)

A polícia de Los Angeles libertou na noite de terça-feira (30) o cantor Brown, de 27 anos, que havia sido detido sob suspeita de agressão com uma arma, informa os registros da prisão do condado.

Brown foi libertado às 23h19 local (3h19 desta quarta, no horário de Brasília) depois de pagar uma fiança de US$ 250 mil dólares.

O artista não foi indiciado.

“Chris saiu e está bem”, escreveu no Twitter seu advogado, Mark Geragos. “As alegações contra ele são demonstravelmente falsas.”

A polícia vasculhou a casa do cantor em Tarzana, no subúrbio de Los Angeles, depois de receber uma chamada de emergência de uma mulher pedindo ajuda por volta das 3h da madrugada (7h de Brasília).

A suposta vítima declarou que Brown havia apontado uma arma de fogo na direção ela.

Depois de ter proibido a entrada da polícia na residência alegando falta de um um mandado de busca, Brown publicou vídeos no Instagram nos quais se identificou com o movimento Black Lives Matter, que condena a violência policial contra os negros.

“Tem de parar com esse jogo, em que me apresentam como o mau, como se estivesse ficando louco. Não é assim”, afirmou Brown em um dos vídeos.

“Quando conseguirem um mandado para o que precisam fazer, vão entrar aqui [na minha casa] e não vão descobrir nada, idiotas”, acrescentou. “São a pior gangue do mundo, a polícia”, sentenciou.

Agressão a Rihanna
Em junho de 2009, Brown foi condenado por agredir sua então namorada, a cantora Rihanna, que sofreu lesões faciais e se viu obrigada a cancelar sua apresentação no Grammy daquele ano.

O cantor de sucessos como “Run it!” e “Kiss kiss” foi então sentenciado a cinco anos de liberdade condicional. Também teve de assistir durante um ano a um programa de violência doméstica e cumprir 180 dias de trabalho comunitário.

Em 2014, ele se declarou culpado de ter agredido um homem na frente de um hotel em Washington. Em janeiro deste ano, foi acusado de agredir uma mulher em Las Vegas.

Chris Brown chega à corte superior de Los Angeles para audiência no dia 3 de fevereiro (Foto: AP Photo/Nick Ut)O cantor Chris Brown (Foto: AP Photo/Nick Ut)





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Mr. Catra emagrece, quer fazer novela e se arrisca no brega e sertanejo



Baile do Chefe acontece no dia 20 abril, às 22h, no Armazém Hall, em Lauro de Freitas (Foto: Divulgação)O funkeiro Mr. Catra (Foto: Divulgação)

Conhecido por hits “proibidões” e, mais ainda, por seu estilo de vida ostensivo, Mr. Catra está em fase audiovisual. Ele estreou o programa “Bagulho louco”, no Multishow; estará em “O roubo da taça”, nos cinemas no próximo dia 8, e tem planos de uma cinebiografia.

Para conquistar as telas, ele precisou reduzir os palavrões e as calorias. O funkeiro encarou uma dieta radical, indicada por uma médica ortomolecular. Perdeu 11 quilos. “Foi uma questão de saúde também. Já não estava rendendo tanto nos shows. Cheguei a levar um tombo e precisei ficar internado. Dei um basta”, conta Catra ao G1.

O filme, inspirado no caso do roubo da taça Jules Rimet em 1983, é seu quinto trabalho no cinema. Já na TV, Catra é novato – havia feito apenas pequenas participações – e admite que bateu nervoso na estreia, mas já almeja voos maiores. “Eu amo interpretar. Gostaria muito de fazer uma novela da Glória Perez.”

Mr. Catra e Caetano Veloso em "Bagulho Louco" (Foto: Juliana Coutinho/Divulgação/Multishow)Mr. Catra e Caetano Veloso em "Bagulho Louco" (Foto: Juliana Coutinho/Divulgação/Multishow)

Kayne West brasileiro?
No “Bagulho louco”, o cantor recebe outros artistas para bater papo e fazer um som ao vivo. O programa terá sete episódios, exibidos uma vez por semana. No primeiro, o funkeiro se juntou a Caetano Veloso. “Kanye West e Paul Mccartney”, brincou, ao compartilhar uma foto com o convidado no Facebook.

O compositor baiano cantou alguns de seus sucessos e até se arriscou em “Um tapinha não dói” nos bastidores. A intenção é ir muito além do funk na atração. “Minha ideia é um papo com os amigos do rap, samba, mpb, sertanejo… algo bem descontraído com música de qualidade”, afirma Catra. “Circulo muito bem em todos os ambientes musicais.”

Certo dessa autoavaliação, ele leva a versatilidade também à carreira musical. Em 2012, lançou o disco “Com todo o respeito ao samba” e, no ano passado, engatou um projeto de rock pesado com a banda Os Templários. Agora, revela ter prontos trabalhos de hip hop, sertanejo e brega, previstos para saírem no ano que vem.

Mas ainda é um defensor ferrenho do gênero que lhe deu fama: “Eu nunca tive dúvidas que nosso ritmo ia longe. Veja de onde saíram as cantoras que se apresentaram nas Olimpíadas. Anitta e Ludmilla são funkeiras”. E alfineta a nova geração: “O funk é como uma boa mãe, que está sempre de braços abertos. Se essa galera vem para nos representar bem, dou o maior apoio. Mas, se sugar e depois falar que não é MC, aí vai arrumar briga com papai.”

‘A sociedade gosta de quem mente’
Atualmente, a conta de Catra está em quatro mulheres – o número muda com frequência – e 32 filhos. Com uma família tão grande, diz que foi afetado pela crise econômica – “e quem não foi?” -,  mas defende suas escolhas, criticando conservadores. “Acho que a sociedade gosta de quem mente para ela, estão aí os políticos que não me deixam mentir. Eu não falto com a verdade com ninguém. Sempre dou oportunidade para quem está comigo”. Ele também se define como “feminista”. “As mulheres são a minha fonte de energia.”

Cercado por controvérsias, o funkeiro mantém negociações com a produtora Paula Lavigne para tirar do papel o filme sobre sua vida. Se concretizado, a produção contará a história do garoto filho de uma empregada doméstica que, após ser abandonado pelo pai, foi criado pelos patrões da mãe, se formou em Direito e voltou à favela para seguir carreira no funk.





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