Chris Brown é preso após ameaçar mulher com arma em casa, diz site



Polícia de Los Angeles chega à casa de Chris Brown, onde ele foi preso nesta terça (Foto: AP Photo/Damian Dovarganes)Polícia de Los Angeles chega à casa de Chris Brown, onde ele foi preso nesta terça (Foto: AP Photo/Damian Dovarganes)

Chris Brown foi preso após ameaçar uma mulher com uma arma de fogo dentro da casa dele  nesta desta terça-feira (30), de acordo com o site TMZ.

De acordo com o site, a mulher estava junto com amigos na casa do cantor, quando foi ameaçada com uma arma por ele e chamou a polícia. Segundo a mulher, Chris Brown se irritou ao ver que ela estava admirando uma de suas joias que estava na casa.

Viaturas e um helicóptero da polícia foram até a porta da casa do cantor e ficaram na área durante todo o dia. Enquanto a casa era cercada, Chris Brown teria jogado uma mala com drogas e armas dentro e gritado “Venham me pegar”.

Ele também publicou vídeos em sua conta no Instagram negando as acusações da mulher e reclamado da presença dos policiais.

Chris Brown será levado para a delegacia na noite desta terça. A polícia ainda não deu informações sobre fiança e se ele continuará detido.

Rihanna
Em junho de 2009, Brown se declarou culpado de agredir a ex-namorada Rihanna, que sofreu ferimentos no rosto e foi forçada a cancelar sua apresentação no Grammy Awards daquele ano.

Brown foi então condenado a cinco anos de liberdade condicional, a participar por um ano de um programa de violência doméstica e cumprir 180 dias de serviço comunitário.

Chris Brown durante audiência em Los Angeles, no dia 3 de fevereiro (Foto: Reuters/DavidMcNew/Pool)Chris Brown durante audiência em Los Angeles, no dia 3 de fevereiro de 2014 (Foto: Reuters/DavidMcNew/Pool)

 





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Vídeo flagra senador da oposição 'batendo' suposto pacote de cocaína durante fala de Dilma


Vídeo flagra senador da oposição 'batendo' suposto pacote de cocaína durante fala de DilmaDurante a polêmica sessão extraordinária do Senado Federal para julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) por crime de responsabilidade, muitas pessoas ficaram atentas à TV Senado para conferir imagens ao vivo de um dos acontecimentos que promete entrar para a História do Brasil. Contudo, em meio a aplausos, vaias e discursos acalorados, muitos internautas e partidários contra a favor de Dilma ficaram atentos a detalhes que vazaram das câmeras da emissora exclusiva da Casa legislativa. …



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Britney Spears faz pop classudo e mira em Bieber com 'Glory'; G1 ouviu



Ela continua tentando. E desta vez até que chegou perto. Lançado nesta sexta-feira (26), “Glory” é o nono disco de Britney Jean Spears. E ele é muito melhor do que o anterior, de longe o menos vendido na carreira da cantora americana de 34 anos (veja acima vídeo com o top 5 do disco).

Brit mostra com quantos bons produtores se faz um disco: 38, no caso. Mas perde a chance de cair no gosto do povo descolado. O que “Purpose” fez para a carreira de Justin Bieber, “Glory” poderia ter feito para Britney. Antes achincalhado, o popstar canadense mostrou seu valor graças ao classudo trabalho mais recente.

Britney tenta ir por esse lado mais moderninho e atual do pop, com várias camadas de vocais e novas influências. Tenta ser rapper, vai pelo soul e por sintetizadores tímidos. Mira em Bieber. Acerta em Chris Brown.

Mesmo assim, a tentativa é válida. “Glory” mostra uma Brit mais coerente e menos perdida. Em sua discografia recente, fica um pouco abaixo de “Femme fatale” (2011). Mas vai além de “Circus” (2008) e “Britney Jean” (2013). Leia o faixa a faixa de “Glory”:

‘Invitation’ – O começo é lento, em música com o já tradicional sussurro de Britney. A dupla Julia Michaels e Justin Tranter, autores de “Sorry” de Bieber, volta a unir forças. Os vocais de Brit são processados e as camadas são misturadas. O bom início de álbum mostra a força deste truque usado à exaustão no pop de hoje.

‘Make me’ – “Glory” segue arrastado no seu primeiro single, com participação apagada do rapper G-Eazy e refrão pouco colante. É bem difícil entender por que foi “Make me” a escolhida para ganhar clipe e representar o disco.

Britney Spears na capa do disco 'Glory' (Foto: Divulgação)Britney Spears na capa de ‘Glory’ (Foto: Divulgação)

‘Private show’ – Britney canta pelo nariz nesta canção trilha sonora do perfume de mesmo nome lançado por ela. É uma rara viagem da mocinha pelo soul. A letra sobre uma dançarina que gira e faz pole dance é mais provocante do que o arranjo: “Puxe as cortinas para fechá-las / Eu vou te dar um showzinho privado”.

‘Man on the moon’ – Os sintetizadores são tímidos e a música parece ter sido criada para luau de comédia romântica. Tudo é muito bonitinho. Até demais.

‘Just luv me’ – Parece sobra de “Purpose”, o já citado disco de Bieber. Isso é um elogio, e a similaridade não é por acaso: Julia e Tranter assinam essa também.

‘Clumsy’ – Brit deve ter sido substituída por uma simpática robô… Sintetizadores distorcidos e desencontrados são responsáveis pelo trecho mais detestável do disco.

‘Do you wanna come over?’ – É a mais indicada para dançar e bater cabelo. Tem arranjo meio fantasmagórico e anos 90. “Porque tudo o que eu quero é o que você quer / E o que você quer sou eu”, provoca. Amor próprio é isso aí.

Trecho da música 'Do you wanna come over?', de Britney Spears (Foto: Divulgação)

‘Slumber party’ – Mais uma faixa boazinha no estilo “quero ser Bieber”. Há personalidade na música, com “ai ai ai’s” gemidinhos que são a cara de Britney.

‘Just like me’ – É a mais perto de uma balada. Começa com levada de violão e um estalar de dedos, mas depois os sintetizadores tomam conta. A letra provocativa que dá a impressão de narrar uma traição é uma das cinco escritas por ela. E, talvez, a mais pessoal.

‘Love me down’ – O vocal é mais falado, com uma Brit quase rapper. O arranjo fica entre uma Rihanna sem muita malemolência e o lado mais pop do No Doubt.

‘Hard to forget ya’ – Ufa, tudo volta ao normal: uma certa classe, Brit Bieber, vocais acima de vocais acima de mais vocais acima de… O requisitado Ian Kirkpatrick (Jason Derulo, Chris Brown, Bieber) está entre os autores e produtores.

‘What you need’ – Trocas de rotações são a cama para o vocal “revolts” fininho de Britney deitar e rolar. Desde a cover de “I love rock n’ roll”, Britney já havia anunciado sua paixão por Joan Jett. A faixa tem um quê da roqueira, mas em versão Barbie clubber.





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Fundador do Megaupload diz que sua audiência será transmitida ao vivo


O empresário alemão da Internet Kim Dotcom, em Auckland, Nova Zelândia, no dia 29 de agosto de 2016O empresário alemão da Internet Kim Dotcom anunciou nesta terça-feira (horário local) que um juiz da Nova Zelândia aprovou seu pedido de transmitir sua apelação ao vivo, para evitar a extradição para os Estados Unidos, onde é procurado por acusações de pirataria.



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Capital do Irã ordena condições mais rigorosas para shows no país



O procurador-geral de Teerã ordenou, neste sábado (27), condições mais rigorosas para a organização de shows na capital iraniana, um tema que causa polêmica no país há várias semanas.

“A procuradoria de Teerã propõe que o governo garanta a segurança dos shows, que o ministério da Cultura aprove o conteúdo e que a polícia grave” os acontecimentos, declarou Abas Jafari Dolatabai, citado pela Mizanonline, a agência de notícias do poder judiciário.

O Irã tem uma rica cultura de poesia e música e os líderes religiosos têm sido mais flexíveis a respeito de eventos como shows, principalmente em comparação a outros países muçulmanos.

Mas o ministério da Cultura deve dar sua autorização para as letras e as músicas de todos os discos antes que estes entrem no mercado. O mesmo vale para shows. Também é proibido dançar durante as apresentações.

Nas últimas semanas, devido à pressão de religiosos ultraconservadores, vários shows, que haviam recebido as autorizações necessárias, foram cancelados em algumas cidades por autoridades locais.

Na cidade santa de Machhad, onde não é organizado nenhum show há 11 anos, o ministro da Cultura, Ali Janati, queria autorizar algumas apresentações, o que provocou a ira dos religiosos.

Em meados de agosto, ele teve de renunciar “pela presença do mausoléu sagrado do imã Reza [oitavo sucessor do profeta, segundo os muçulmanos xiitas] e a oposição de algumas pessoas, principalmente o imã da cidade [o aiatolá Ahmad Alam Ol Hoda]”, informaram meios iranianos.

“Macchad é uma cidade religiosa […]. Todo mundo deve saber que os fiéis não deixarão que se transforme em um centro de libertinagem”, declarou o aiatolá Ahmad Alam Ol Hoda. “Os que quiserem shows, que vão a outras cidades.”

Na semana passada, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, criticou publicamente seu ministro da Cultura. Rouhani defende mais liberdade política e cultural que seu antecessor e tentará um segundo mandato em abril de 2017.

“Nenhum ministro deve ceder às pressões – que são grandes – e retroceder”, declarou o presidente. E acrescentou: “A República Islâmica é um Estado de Direito […] Se a lei não for respeitada, isto é o caos”.

A declaração, contudo, não mudou a opinião do ministro da Cultura. Cerca de 5 mil músicos assinaram uma carta aberta para o presidente Rouhani solicitando “que fizesse respeitar seus direitos” e “a lei”, informou neste sábado o jornal reformador “Etemad”.





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Chris Cornell, do Soundgarden e Audioslave, fará shows solo no Brasil



Chris Cornell se apresenta no Best of Blues Festival, em São Paulo, na noite desta quinta-feira (13/6/2013) (Foto: Andre Velozo/Divulgação)Chris Cornell se apresenta no Best of Blues Festival, em São Paulo, na noite de 13/6/2013 (Foto: Andre Velozo/Divulgação)

Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e ex-membro do Audioslave, anunciou nesta segunda-feira (29) shows solo no Brasil em dezembro. Ele se apresenta em Porto Alegre (5), Rio (8), Curitiba (9) e SP (11).

O músico está em turnê do disco solo “Higher truth”, lançado no ano passado. Nos shows, ele também toca músicas do repertório do Soundgarden e Audioslave, diz a produtora T4F.

Serviço: Chris Cornell no Brasil

Porto Alegre
Data: Segunda-feira, 5 de dezembro
Horário: 21h30
Local: Teatro do Sesi – Av. Assis Brasil, 8.787 – Porto Alegre – RS
Ingressos: de R$ 160 a R$ 520

Rio
Data: Quinta-feira, 8 de dezembro
Horário: 21h30
Local: Teatro Bradesco – Av. das Américas, 3.900 – 160 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
Capacidade: 1.060 pessoas
Ingressos: de R$ 225 a R$ 650

Curitiba
Data: Sexta-feira, 9 de dezembro
Horário: 22h
Local: Ópera de Arame – Rua João Gava, 874 – Abranches, Curitiba – PR
Ingressos: de R$ 225 a R$ 650

São Paulo
Data: Domingo, 11 de dezembro
Horário: 20h30
Local: Citibank Hall – Av. Nações Unidas, 17.955 – São Paulo – SP
Ingressos: de R$ 80 a R$ 650

Vendas: www.ticketsforfun.com.br





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Beyoncé foi a dona da noite faturando 8 prêmios e brilhando no VMA


Beyoncé foi a dona da noite faturando 8 prêmios e brilhando no VMACom um figurino bastante ousado, a diva do pop musical foi a grande atração do MTV – Video Music Awards, a premiação mais importante em videoclipe dos Estados Unidos, que aconteceu neste domingo (28), no Madison Square Garden, em Nova York. Beyoné levou nada menos que 8 dos 11 prêmios a que concorria nas categorias (Melhor Edição, Direção, Cinematografia, Coreografia, Vídeo do Ano, Melhor Vídeo Pop, Melhor Vídeo Feminino  e Melhor Longametragem), consagrando-se assim como estrela absoluta da noite. …



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O que as músicas que você escuta revelam ao Spotify?



Serviço de streaming de música Spotify. (Foto: Divulgação/Spotify)Serviço de streaming de música Spotify. (Foto: Divulgação/Spotify)

A relação do ser humano com a música é tão íntima e definidora de sua personalidade que o repertório de cada pessoa é capaz de contar ao Spotify não só sua idade ou local de residência, mas também sobre suas preferências políticas, se ele é sociável ou introspectiva, aventureira ou prudente.

 

O serviço de streaming analisa a atividade se seus usuários – que música escutam, quando, que padrões de reprodução seguem, que listas selecionam – para conhecer os gostos e, então, recomendar. E, como o gosto musical é único, o Spotify descobriu que esse consumo pode dar pistas sobre a própria natureza humana.

“De todas as coisas que podemos medir com a tecnologia, a música é a que mais representa nossa personalidade”, explica à Agência Efe o responsável pelo setor de dados do Spotify, Brian Whitman.

Especialistas em inteligência artificial, cientistas, músicos, além de profissionais da sociologia e da psicologia, trabalham para compreender o que a música significa para cada usuário e desenvolver um serviço personalizado e adequado para os diferentes gostos.

“Somos capazes de descobrir, com um alto grau de confiabilidade, coisas sobre você: certamente a idade e onde a pessoa mora, mas também matrizes da personalidade”, garante Whitman. Por exemplo, é possível saber se uma pessoa é sociável, introspectiva ou aventureira. As preferências políticas – esquerda ou direita – e até mesmo grupos com os quais ela se simpatizaria.

“A música serve para expressar parcialmente quem somos, mas nunca vamos ser capazes de entender a complexidade de uma pessoa a partir da visão limitada que formamos através de sua atividade musical. Tentamos fazer suposições, nem sempre certeiras”, alerta a responsável de produtos do Spotify, Ajay Kalia.

Na plataforma não há dois usuários entre os 100 milhões que usam o serviço que compartilhem gostos idênticos. Também há divergências sobre que canções são alegres, tristes ou relaxantes.

O Spotify analisa matematicamente cada música (tempo, ritmo, etc.), busca na web e nas redes sociais sobre o que os usuários escreveram sobre ela, faz reuniões para conhecer as motivações de quem a ouve. Depois, reúne todas as informações para categorizá-la em seu catálogo de mais de 30 milhões de canções.

A próxima fronteira, segundo Whitman, é que o serviço “entenda as pessoas tanto quanto entende a música”. Identificar o que o usuário é simples, revela Kalia.

Para acrescentar complexidade ao quadro, os clientes nem sempre são honestos: identidade e atividade musical muitas vezes não estão alinhadas. Ou seja, em algumas ocasiões, o usuário compartilha um tipo de música que não está escutando. Talvez um amigo seu, em vez de deleitar-se com Bach, esteja ouvindo Justin Bieber.

“Vimos que há músicas que as pessoas escutam, mas nunca compartilham porque não se ver associada a elas. E o contrário: composições que poucos reproduzem, mas muito publicam nas redes. É fascinante, queremos entender esse comportamento e conseguir um algoritmo que seja capaz de compreender isso”, diz Kalia.

A conexão emocional com a música é evidente e todos na companhia sueca sabem disso, mas parece ser uma utopia determinar se uma canção é triste ou alegre. Mais ainda, criar algo capaz de adivinhar o estado de ânimo do ouvinte e o que ele deseja.

Rocío Guerreo, responsável da equipe editorial que elabora listas musicais, tem duas grandes conclusões: somos muito tolerantes com a músicas e estamos abertos ao descobrimento; e que gostamos de levar nossas emoções ao limite extremo.

No futuro, o serviço quer responder satisfatoriamente a pedidos do tipo: “Spotify, estou deprimido: me anime” ou “Tive um dia ruim, toque músicas relaxantes”. Para isso, a empresa terá que conhecer que canções são capazes de despertar esses efeitos nas pessoas.

Será um caminho de teste-erro que hoje tem como máximo expoente as listas de descobrimento semanal: a cada segunda-feira é enviada aos usuários uma seleção que o algoritmo do Spotify acredita que possa ser interessante para aquela pessoa específica. Talvez 70% das músicas ouvidas por alguém seja similar aos demais, mas o que acontece com os 30% que o tornam único?

“Em vez de nos estabilizarmos em lugares comuns, podemos detectar essas raridades e oferecer algo que só faça sentido para você. Nisso que estamos trabalhando”, explica Kalia.





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