Sting volta ao rock com "57th & 9th", que sairá à venda em 11 de novembro



Madri, 1 set (EFE).- “57th & 9th” é o novo disco com o qual Sting relembra dos tempos de rock depois de mais de uma década e que será lançando em 11 de novembro, e já conta com um primeiro single em circulação intitulado de “I Can’t Stop Thinking Abou



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Coreia do Sul quer exportar K-pop, filmes e novelas para fora da Ásia



O grupo de k-pop B.A.P. em festa da premiação Golden Disk Awards, nesta quarta-feira (16), em Kuala Lumpur (Foto: Reuters/Bazuki Muhammad)O grupo de k-pop B.A.P.  (Foto: Reuters/Bazuki Muhammad)

O K-pop, ritmo pop com pegadas de eletrônico da Coreia do Sul e as produções de TV, especialmente as novelas, são a aposta da Coreia do Sul para impulsionar sua economia, a 11ª maior do mundo.

As autoridades sul-coreanas buscam aumentar as vendas destes produtos “made in Korea” para além da Ásia, onde já possuem um enorme sucesso, para suprir a estagnação nas exportações de carros e celulares de última geração, um nicho que eles consideram que começa a se esgotar.

“A ‘onda coreana’ [cultura contemporânea da Coreia do Sul] só tem popularidade na Ásia. Ainda temos um longo caminho pela frente para sermos globais”, afirmou em entrevista à imprensa internacional a diretora do Centro de Convergência Cultural Criativa, Kang Myung-shin, organização de apoio a novos artistas.

Apesar disso, as exportações da Coreia do Sul relacionadas à “onda coreana” alcançaram em 2015 a quantia de 8 trilhões de wons (R$ 23,23 bilhões), o que significa um aumento de 2,2% com relação ao ano anterior e contrasta com a queda de 8% registrada no conjunto de exportações do país.

A exportação de filmes coreanos especificamente disparou 222% com relação a 2014, enquanto as exportações das séries de TV e de música cresceram 30,7% cada uma, conforme dados divulgados pelo governo.

A Coreia do Sul representa 3% do mercado global, segundo dados do centro de Convergência Cultural. Os Estados Unidos, por exemplo, ocupam 30%. O Reino Unido, 5% .

“Este é o momento de a produção coreana, que tem muito potencial, se expandir. Temos que olhar para fora e nos internacionalizarmos, já que nosso obstáculo é que a demanda nacional é pequena”, declarou Kang em referência à população do país, de cerca de 50 milhões de habitantes.

Para isso, a Coreia do Sul constrói ao norte de Seul um gigantesco parque temático dedicado ao K-pop e às séries de TV, com 302 mil metros quadrados, e que será concluído em 2019.

Este complexo, que começou as obras em maio, oferecerá shows de K-pop nos 365 dias do ano, aulas de maquiagem para impulsionar a potente indústria cosmética do país, espetáculos de feitos históricos e simuladores de realidade virtual, explicou a diretoria do K Valley.

O K Valley será uma vitrine da cultura coreana e atrairá, segundo estimativas, cerca de 5 milhões de visitantes ao ano, a maior parte deles vindos de China, Japão e de outros países do sudeste asiático, onde o K-pop e o cinema coreano são extremamente populares.

Embora atualmente as produções coreanas triunfem na região, a primeira série de TV a conseguir sucesso internacional foi “Dae Jang Geum” (“A joia do palácio”, em tradução livre), de 2003.

O drama baseado em fatos reais conta a história da primeira mulher médica da corte coreana e foi exibido em vários países, entre eles México e Peru. Alguns episódios foram legendados em português por fãs.

A mais recente série do país a virar fenômeno de audiência foi “Taeyang-ui Huye” (“Descendentes do sol”, em tradução livre), lançada em fevereiro, com uma trama romântica entre um militar e uma médica enviados a um país do Leste Europeu. Devido ao enorme sucesso internacional, vai ser adaptada e se transformar em longa-metragem.

As novelas coreanas viraram também um ganho para o turismo. O set de filmagens de “Taeyang-ui Huye”, por exemplo, será transformado em atração turística, com capacidade de receber 3 mil visitantes por dia a partir de setembro. Além disso, os estúdios MBC, a emissora pública sul-coreana, atraem centenas de turistas – a maioria adolescentes – todos os anos.

Já a banda Big Bang, um grupo de cinco meninos que alternam coreano e inglês nas letras e estão no meio do caminho entre o eletrônico e o hip-hop, conta com fã-clube em países como Argentina e o Chile, provando que o K-pop está se consolidando em locais fora da Ásia.





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Lô Borges e Samuel cantam no DF Clube da Esquina, Skank e parcerias



Os músicos Samuel Rosa e Lô Borges, que se apresentam juntos nesta sexta-feira (2) no Net Live Brasília (Foto: Weber Pádua/Divulgação)Os músicos Samuel Rosa e Lô Borges, que se apresentam juntos nesta sexta-feira (2) no Net Live Brasília (Foto: Weber Pádua/Divulgação)

Parceiros e conterrâneos, os músicos Lô Borges e Samuel Rosa sobem juntos ao palco do Net Live Brasília nesta sexta-feira (2), em evento que começa às 21h30. No repertório, músicas do CD/DVD “Ao vivo no Cine Theatro Brasil”, gravado pelos dois em agosto de 2015.

A apresentação traz parceria dos dois, como “Dois rios”, “Horizonte vertical” e “Nenhum segredo”, duas músicas inéditas, “Lampejo” e “Dupla chama”, e interpretações de canções do Clube da Esquina e do Skank.

Outras músicas do show são as clássicas “Feira moderna”, “Paisagem da janela”, “O trem azul”, “Para Lennon e McCartney”, “Um girassol da cor do seu cabelo”, de Lô, e “Te ver”, “Resposta”, “Três lados” e “Balada do amor inabalável”, de Samuel.

Nascidos em Belo Horizonte, os cantores já se declararam diversas vezes fãs um do outro. Apesar de ser o mais velho entre os dois, foi Lô Borges quem primeiro fez referência “oficial” a Samuel, quando gravou a música “Te ver” no álbum “Meu filme, em 1996.

Na época, o Skank estourava nas rádios de todo o Brasil com o disco “Samba Poconé”, que trazia sucessos como “É uma partida de futebol”, “Tão seu” e “Garota nacional”. A música regravada por Lô era uma das faixas de “Calango”, gravado dois anos antes e que rendeu ao grupo mineiro o “disco de diamante” por 1,2 milhão de cópias vendidas.

A primeira parceria nos palcos aconteceu em 1999. Na ocasião, os dois apresentaram clássicos do Clube da Esquina e sucessos do Skank. A primeira composição com o nome dos dois é “Dois rios”, assinada também por Nando Reis. A música entrou no álbum “Cosmotron”, de 2003.

“Tenho todos os discos do Lô em casa”, declara Samuel. “Temos histórias de vida parecidas. Andamos pelas esquinas, reais e imaginárias, de uma mesma cidade que respira música”, diz Lô.

No show de Brasília, a dupla se reveza em vocais, violões e guitarras e é acompanhada por Alexandre Mourão (contrabaixo e vocais), Telo Borges (teclados e vocais), Doca Rolim (guitarra, violão e vocais) e Robinson Matos (bateria).

Samuel Rosa & Lô Borges

Data: sexta-feira (2)
Horário: 21h30; abertura dos portões: 20h
Local: Net Live Brasília
Endereço: SHTN, trecho 2, conjunto 5, lote A – Asa Norte
Vendas gerais: pela internet e Central de Ingressos do Brasília Shopping
Classificação etária: 16 anos
Ingressos (meia-entrada): R$ 60 (pista); R$ 600 (mesa ouro – 4 lugares); R$ 400 (mesa prata – 4 lugares); R$ 200 (camarote); R$ 2 mil (longe – 4 a 8 pessoas)





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