Banda Eddie surfa na correnteza  tropical do marítimo álbum 'Mundo engano'




A caminho dos 30 anos de vida, a serem festejados em 2019, a banda pernambucana Eddie lança o sétimo álbum, Mundo engano, nesta última semana de fevereiro de 2018. Baterista da conterrânea e contemporânea Nação Zumbi, Pupillo assina a produção do disco em que Fábio Trummer (voz e guitarras), Alexandre Urêa (percussão e voz), Andret Oliveira (trompete, teclados e sampler), Rob Meira (baixo) e Kiko Meira (bateria) apresentam músicas como De pouco em pouco e A correnteza, composição inspirada no livro Os trabalhadores do mar (1866), obra do poeta, dramaturgo e romancista francês Victor Hugo (1802 – 1885). Precedido em janeiro pelo single com Girando o mundo, tema carnavalesco em que a olindense Eddie se aproximou do passo do frevo, o álbum Mundo engano se deixa levar por correnteza pop tropical, esboçando fusão de samba e surf music em O mar apaga. Já Para Yemanjá tem versos do poeta Marcelino Freire. Outra música, intitulada O mar lá fora, exemplifica a recorrente temática marítima do repertório, reforçada pela ilustração de Helder Santos exposta na capa do disco. Capa do álbum ‘Mundo engano’, da banda Eddie Ilustração de Helder Santos O álbum Mundo engano começou a ser gestado em novembro de 2016, fruto da aproximação do vocalista Fábio Trummer com Romário Menezes de Oliveira Jr. – o músico e produtor pernambucano conhecido no universo pop como Pupillo. Trummer e Pupillo entraram em estúdio naquele (fim de) ano de 2016 em decorrência da proximidade surgida com convite para que criassem juntos a trilha sonora de filme baseado na peça A serpente (1980), do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912 – 1980), e lançado em 2016. Sob a batuta de Pupillo, e com a linguagem pop do rock, a banda Eddie flerta em Mundo engano com o universo musical caribenho em Dobra esquina, evoca a malícia do forró em Vivo tendo fogo e se inspira pelo clima pesado do mundo do hip hop em Brooklin. Já Medo da rua é regravação do repertório do grupo Trummer Super Sub América, projeto paralelo do vocalista Fábio Trummer.



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Em EP de série de Moska, Zé Ramalho revive canções que lançou há 40 anos




Capa do EP ‘Moska apresenta Zoombido – Zé Ramalho’ Divulgação Lançado em 1978, o primeiro álbum solo de Zé Ramalho apresentou, na voz cavernosa do artista, músicas que se tornariam emblemáticas dentro do cancioneiro autoral desse singular cantor, compositor e músico paraibano. Tanto que, decorridos 40 anos, Ramalho ainda recorre de forma regular a essas canções que lhe renderam epítetos como Bob Dylan do sertão. Três músicas do álbum Zé Ramalho – Avohai (música que havia sido lançada no ano anterior em disco da cantora Vanusa), Chão de giz e Vila do sossego – formam o repertório do nono título da série de EPs intitulada Moska apresenta Zoombido. Os EPs da coleção reúnem números musicais extraídos das gravações de Zoombido, programa apresentado desde 2006 no Canal Brasil pelo cantor, compositor e músico carioca Paulinho Moska. No caso do EP de Ramalho, a faixa mais inusitada é o dueto do anfitrião Moska com o convidado na canção Chão de giz. A série Moska apresenta Zoombido já inclui EPs com gravações de Alceu Valença, Dani Black, Frejat, Herbert Vianna, Marcelo Camelo, Milton Nascimento, Nando Reis e Roberta Campos. A cada 15 dias, um título inédito chega às plataformas digitais com três números do programa, sendo um feito pelo artista convidado em dueto com Moska.



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Badi Assad fala sobre Elza, Gismonti e Ney no livro 'Volta ao mundo em 80 artistas'




“Seu olhar cheio de afeto e alteridade nos faz vislumbrar a humanidade dos artistas sobre os quais escreve, como se assim fizesse uma ode ao amor pelo ser humano e pelo que levou esses homens e mulheres de tão diferentes partes do globo a se traduzirem e se expressarem em música.” As palavras acima foram escritas por Chico César para o primeiro livro de Badi Assad. O artista paraibano assina o prefácio de Volta ao mundo em 80 artistas, livro em que a violonista, compositora e cantora paulista apresenta crônicas sobre 80 nomes da música. São artistas de todos os continentes que a influenciaram na vida e na carreira que já soma 22 anos. Entre estes 80 artistas, oriundos de diversos cantos do mundo, há brasileiros como a cantora carioca Elza Soares, a cantora cearense Marlui Miranda, o cantor sul mato-grossense Ney Matogrosso e o músico fluminense Egberto Gismonti. Entre os nomes estrangeiros, há o inglês Sting, o violinista teuto-americano David Garrett, o irlandês Hozier, a cantora franco-tunisina Amina Annabi e a cantora canadense Sarah McLachlan. O livro Volta ao mundo em 80 artistas tem lançamento previsto para o fim de março, em publicação da editora Pólen Livros, gerando inédito show programado para estrear em abril, dando início a uma turnê nacional de Badi Assad.



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Baby lança repertório inédito seis anos após voltar a pôr voz e fé na música pop




Desde que voltou a pôr fé e voz na música pop, a partir de outubro de 2012, Baby do Brasil vem vivendo do passado glorioso dos anos 1970 e 1980. Após ter retornado à cena com vibrante show solo calcado nos sucessos acumulados nessas duas décadas, a cantora e compositora fluminense engatou turnê retrospectiva com o grupo Novos Baianos enquanto corria o Brasil com outro show solo, Baby do Brasil experience, calcado na reciclagem de repertório próprio e alheio. Pois tudo indica que a fase centrada em revival de hits de outrora está chegando ao fim. Decorridos seis anos do retorno à música pop, a artista – em foto de Andrea Rocha – vai enfim lançar repertório inédito e autoral. Duas músicas novas, Eu vou dizer que sim e Tô te namorando, estão previstas para chegar às plataformas digitais em março. De autoria de Baby, as composições integram o prometido álbum de músicas inéditas da cantora que, pelo atual cronograma, deverá ser lançado até o fim deste ano de 2018.



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Voz do rap fluminense, Marcão Baixada lança o EP solo e autoral 'Vermelho outono'




Principal plataforma da construção da cena de hip hop no Brasil, na década de 1980, a cidade de São Paulo (SP) ainda concentra os rappers mais bem-sucedidos do país. Contudo, outras vozes do gênero estão se fazendo ouvir em regiões distintas. Em atividade desde 2011, Marcão Baixada – nome artístico do cantor, compositor, produtor, escritor e ativista cultural Marcus da Silva – é voz em ascensão do rap fluminense. Integrante do grupo #ComboIO, Marcão lança na próxima sexta-feira, 2 de março, o EP solo Vermelho outono, com gravações inéditas de três músicas autorais, para dar continuidade à discografia que já inclui os EPs Itinerante (2012) e Bang Bang Remixes (2015) e as mixtapes Black friday (2015) e Bastidores de uma vida aleatória (2016). O rapper fluminense Marcão Baixada Divulgação / Caio Rabelo Nascido e criado em São João de Meriti (RJ), município da Baixada Fluminense, região estigmatizada pelo alto índice de violência, Marcão carrega orgulhosamente a origem no nome artístico. Nas letras das três músicas de Vermelho outono, EP produzido pelo próprio artista, o rapper – de 24 anos completados no dia 2 deste mês de fevereiro de 2018 – narra a experiência de um jovem negro à procura de ascensão econômica, abordando como ele, o jovem, encara as consequências desta busca. Nessa jornada pessoal, o jovem se depara com o crime e a violência, mas encontra também a possibilidade de seguir o caminho da música. No disco, Marcão dá voz às músicas Muita fé (Marcão Baixada e Jordan Mosley), Danny Glover (Marcão Baixada) e P.G.S. (Marcão Baixada e Cleones). Nas duas primeiras faixas, Marcão assina as programações e percussões, sendo que, na gravação de Muita fé, o rapper conta com a voz de Jef Rodriguez. A capa do EP Vermelho outono expõe Marcão Baixada em foto de Caio Rabelo. A arte é de Elaine Rodrigues e Nathalie Peixoto.



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Almir Sater e Renato Teixeira ampliam parceria com dez músicas do álbum '+ AR'




Capa do álbum ‘+ AR’, de Almir Sater e Renato Teixeira Divulgação Compositores referenciais no universo da música ruralista por vezes rotulada como caipira, mas efetivamente enraizada no estilo folk à moda brasileira, o sul mato-grossense Almir Sater e o paulista Renato Teixeira ampliam a parceria iniciada no já longínquo ano de 1986. Responsável por canções como Tocando em frente (1990), obra-prima do gênero lançada na voz de Maria Bethânia, a parceria é estendida com as dez músicas inéditas que compõem o repertório autoral do álbum + AR. No mercado fonográfico a partir de 9 de março de 2018, em edição da gravadora Universal Music, o disco + AR é sequência – como já explicita o título – do refinado AR, álbum lançado em dezembro de 2015 pela afinada dupla de cantores, compositores e violeiros. Eis, na ordem do disco, as dez músicas gravadas por Almir Sater e Renato Teixeira no álbum + AR: 1. Flor do Vidigal 2. Assim os dias passarão 3. Venha me ver 4. Touro mocho 5. Quando a gente chama 6. Vira caipira 7. Eu, você e um violão 8. O mascate 9. Minas é logo ali 10. Festa na floresta



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Ego Kill Talent abre shows do Foo Fighters e comenta rodízio de instrumentos: 'É muito orgânico'




Grupo toca no Lollapalooza e abre shows da turnê de Foo Fighters e Queens of the Stone Age pelo Brasil, incluindo a apresentação desta terça-feira (27), em São Paulo. Banda brasileira “Ego Kill Talent” abre show do Foo Fighters O grupo paulistano Ego Kill Talent é conhecido por ter integrantes de outros grupos, como Sepultura e Reação em Cadeia. É também conhecido por tocar em festivais, como o Rock in Rio, no ano passado, sempre com uma particularidade: os integrantes trocam muito de instrumentos durante os shows. Em entrevista ao SP1, a banda fala sobre abrir para o Foo Fighters, explica o rodízio de instrumentos e conta como cria rocks como “Last Ride”. Lolla em março A banda toca no dia 24 de março, no festival Lollapalooza, com Pearl Jam e Imagine Dragons como atrações principais. Eles também abrem os shows da turnê de Foo Fighters e Queens of the Stone Age pelo Brasil, incluindo a apresentação desta terça-feira (27), no Allianz Parque, em São Paulo. O Ego Kill Talent é formado por Jean Dolabella (bateria, guitarra), Jonathan Correa (vocais), Niper Boaventura (guitarra, baixo), Raphael Miranda (bateria, baixo) e Theo Van Der Loo (guitarra, baixo). Ego Kill Talent abriu o último dia do Rock in Rio 2017 Marcos Serra Lima/G1 O rodízio nos instrumentos durante os shows acontece naturalmente? Jean – Isso aconteceu de forma muito orgânica. Acabamos investindo sem saber, a gente foi aproveitando, eu e o Rafa, que tocamos bateria na banda. “Aproveitamos a situação de todo mundo tocar guitarra para deixar a construção das músicas meio que ficarem pra gente usar e potencializar isso da melhor forma. É muito orgânico”. Nunca é pensado como uma coisa performática ou “tem que ser assim porque me sinto melhor tocando bateria nessa música”. A gente chega, cada um dá uma ideia. Às vezes tem um com riff, calha de estar eu na guitarra fazendo riff, o Rafa estar na batera, a gente começa a tocar, interagir, todo mundo vai interagindo com os instrumentos que estão ali e a gente vai fazendo isso da forma mais natural e colaborativa Seria muito difícil eu chegar e falar para o Theo, que não é baterista, faz um groove assim na bateria pra gente compor alguma coisa em cima. Se fosse desse jeito, ia ser mais performático, não seria natural. Não é esse o objetivo da banda. A gente toca o que a gente está à vontade tocando e dependendo do jeito que aquilo vai acontecendo, chega uma hora que a música está pronta. Quando ela está pronta, ai a gente grava daquele jeito e esse jeito que ela está gravada, é o que a gente apresenta la ao vivo. Então, as músicas que eu toco bateria nos discos são as músicas que eu toco bateria ao vivo e a mesma coisa com Rafael e com todo mundo. Ego Kill Talent abriu para Queens of the Stone Age e Foo Fighters no Rio Marcos Hermes/Divulgação Isso aparece naturalmente desde o momento em que vocês estão compondo? Jean – É uma parada que acontece lá desde o começo, desde a semente da banda que a gente faz isso. Não dá pra fazer paralelo com Dave Grohl, que é multi-instrumentista, que fez tudo? Theo – Eu acho que de uma certa forma, porque quando um baterista toca guitarra, ele pensa diferente. Eu falo isso por ser guitarrista e não baterista. Mas eu vejo quando o jean traz uma ideia de guitarra ou o rafa, a noção rítmica é diferente do lugar comum que o guitarrista vai quando ele tá pensando em riff de guitarra. Isso acaba dando uma cara diferente, toda uma identidade. Que eu acho que a gente pode ver isso também no foo fighters também, pelo fato de o Dave grohl compor as linhas de guitarra e ter um background todo rítmico de bateria. Eu acho que influencia bastante. Acontece algum tipo de identificação com o som que vocês fazem com o som que eles fazem por essa característica do Dave Grohl? Theo – Sem dúvida nenhuma tem uma identificação do nosso som com o foo figterhs, principalmente porque é um rock feito com muita identidade. Isso acho que é a maior identificação. “Tenho a sensação que a música do Foo Figters realmente representa o que eles são e o que o Dave Grohl é, não é uma coisa pensada, é aquilo ali. E gente faz a mesma coisa”. Jean – O gancho acho que está muito mais nisso do que no técnico, no jeito de fazer a música. Não é um espelho, que a gente olha para o foo fighters e vamos fazer uma música meio assim. Até isso na banda na banda é muito orgânico, acontece de uma forma muito orgânica. Todo mundo toca instrumento há muito tempo, é músico há muitos anos, entã é natural a gente vir de vários, muito background diferente, u monde de gente escutando coisa diferente. Na hora d ecompor a gente deixa isso acontecer da forma mais natural possível. Não tem espelho. A gente não olha para aquela banda e pensa em fazer alguma coisa assim Muitas vezes quando perguntam pra gente qual o estilo da banda, um rótulo, se pudesse por um rótulo, além de rock, que o negócio foi virando tanto, ramificando de tantas formas, é difícil colocar. É difícil falar de influências, colocar uma coisa que seja “ah, a gente é influenciado por essa banda”. Porque a gente não se espelha dessa forma. Theo – A realidade eu acho que as influências vem de diversos tipos de música diferente, que a gente ouve muito tipo de música diferente, desde o metal até o pop, Lenny Kravitz, Phill Collins. A gente é muito influenciado por isso tudo. E acho que isso vem sem a gente perceber nas composições. E também de outros elementos, não só música. Por exemplo, cinema. Todo mundo gosta muito de cinema. Filosofia, a gente gosta de ler. Acho que tudo isso influencia. Na parte da letra, nem se fala. E até musicalmente. Exemplo de alguma influência, que não seja musical, que apareceu na música? Theo – Sem dúvida, indo mais para o lado das letras. Muita coisa de filosofia, budismo, tem muita coisa de budismo. E a sensação quando pensam que vão abrir show do Foo Figthers? Niper – O legal é que a gente trabalha muito. A gente não tem um plano B, não tem nada. Nosso dia é isso. E é um carimbo do trabalho sendo bem feito. A gente está sendo premiado com esse tipo de situação. Sendo colocado ao lado de duas bandas que hoje em dia são os grandes nomes do rock mundial. Então tocar nessa oportunidade, com as duas juntas. O que representa este show, o que Foo Fighters e Queens representam? Niper – Não tem como negar que é muito especial, que a gente está ansioso. Mas é muito pelo empenho de tudo isso. Entrei na música por causa do nirvana, que era onde o dave tocava bateria. E mudou minha vida. É aquela coisa de não saber, dar um arrepio. E você não sabe. Espero que a molecada esteja sentindo isso com a gente hoje em dia, que é uma sensação muito boa. E na sequência estava vendo o Foo Figters, eu vi um clipe e ele estava tocando uma guitarra e eu quis aquela guitarra. Minha primeira guitarra eu só toquei guitarra por causa disso. E hoje a gente vai ocar com os caras, isso não tem muito o que falar. Está unindo nossa carreira agora com o começo da minha vida na música.



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Eis o roteiro do show que Bethânia grava ao vivo no Rio antes de turnê com Zeca




Sucesso na voz do cantor baiano Pablo, em gravação feita com a conterrânea Ivete Sangalo para o álbum É só dizer que sim (2014), Vingança do amor (Tierry Coringa, Filipe Escandurras e Magno Santanna, 2014) é uma das músicas previstas no roteiro do show que Maria Bethânia grava ao vivo, em apresentações programadas para 6 e 7 de março na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para gerar DVD. Antes de se dedicar à formatação do show que fará com Zeca Pagodinho, Bethânia – vista com o sambista nas fotos de Daryan Dornelles – registra para posteridade esse show de sucessos que vem apresentando pelo Brasil desde fevereiro de 2017. Nos ensaios da gravação ao vivo, feitos no estúdio carioca Floresta, Bethânia vem cantando músicas como Esse cara (Caetano Veloso, 1972) e Terezinha (Chico Buarque, 1977), hits ausentes do roteiro da primeira apresentação do show no Rio, em 4 de agosto de 2017. Zeca Pagodinho e Maria Bethânia Divulgação / Daryan Dornelles Eis o roteiro previsto, mas obviamente ainda sujeito a alterações até a data do show, nas duas apresentações que Bethânia gravará ao vivo em março antes de iniciar em abril com Zeca Pagodinho a turnê do inédito espetáculo De Santo Amaro a Xerém: Ato 1 1. Gema (Caetano Veloso, 1980) 2. O quereres (Caetano Veloso, 1984) 3. Dona do raio e do vento (Paulo César Pinheiro, 2006) 4. Onde estará o meu amor? (Chico César, 1996) 5. Gostoso demais (Dominguinhos e Nando Cordel, 1986) “Mora comigo na minha casa…” (Luiz Carlos Lacerda, 1973) – Texto 6. Esse cara (Caetano Veloso, 1972) 7. Terezinha (Chico Buarque, 1977) 8. Estado de poesia (Chico César, 2012) 9. Fera ferida (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1982) 10. Negue (Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos, 1960) 11. Lágrima (Roque Ferreira, 2006) 12. Balada de Gisberta (Pedro Abrunhosa, 2007) Ato 2 13. Cálice (Gilberto Gil e Chico Buarque, 1973) Ultimatum (Álvaro de Campos, 1917) – Texto 14. Sonho impossível (The impossible dream) (Mitch Leigh e Joe Darion, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972) 15. Rio de Janeiro (Isto é o meu Brasil) (Ary Barroso, 1950) 16. Doce (Roque Ferreira, 2008) 17. Eu e água (Caetano Veloso, 1988) 18. Vento de lá (Roque Ferreira, 2007) / 19. Imbelezô (Roque Ferreira, 2014) 20. Frevo nº 2 do Recife (Antônio Maria, 1954) 21. Samba da benção (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1966) 22. Âmbar (Adriana Calcanhoto, 1996) Soneto da infidelidade (Vinicius de Moraes) – Texto 23. Vingança do amor (Tierry Coringa, Filipe Escandurras e Magno Santanna, 2014) – a capella 24. Esotérico (Gilberto Gil, 1976) 25. É o amor (Zezé Di Camargo, 1991) 26. Olhos nos olhos (Chico Buarque, 1976) 27. Volta por cima (Paulo Vanzolini, 1962) 28. Meu amor é marinheiro (Alan Oulman sobre versos de Manuel Alegre, 1974) 29. Maria Bethânia, a menina dos olhos de Oyá (Alemão do Cavaco, Almyr, Cadu, Lacyr D Mangueira, Paulinho Bandolim e Renan Brandão, 2016) 30. Santo Amaro Ê Ê (tema tradicional) / 31. Quixabeira (tema tradicional) / 32. Reconvexo (Caetano Veloso, 1989) / 33. Minha Senhora (tema tradicional) / 34. Viola meu bem (tema tradicional) / “Sou eu mesmo o trocado” (Fernando Pessoa) – Texto 35. Non, je ne regrette rien (Charles Dumont e Michel Vaucaire, 1956) Bis: 36. Cidade maravilhosa (André Filho, 1934)



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Emicida rebobina música de 2013 com Rael para promover DVD que lançará em abril




Emicida lança em abril o DVD 10 anos de triunfo ao vivo com o registro do show gravado pelo rapper paulistano em 27 de novembro de 2017 na casa Audio, na cidade natal de São Paulo (SP). O primeiro single da gravação ao vivo é o remake do dueto de Emicida com o rapper conterrâneo Rael na música Levanta e anda (Emicida, Rael, Beatnick & K-Salaam, 2013). A composição foi lançada há cinco anos no primeiro álbum oficial de Emicida, O retorno glorioso de quem nunca esteve aqui (2013), já com a participação de Rael. Além de Levanta e anda, Rael participa de A cada vento (Emicida, Tixaman, Paulo André Romero Brito, 2012), A chapa é quente (Emicida, Fred Ferreira, Kassin e Nave Beatz, 2017) e Oásis (Emicida, Miguel, DJ Duh e Dudu Marote, 2017). Capa do single ‘Levanta e anda’, de Emicida com participação de Rael Divulgação / Lab_Fantasma A gravação que gera o DVD 10 anos de triunfo ao vivo tem direção musical de Dudu Marote, produtor associado à discografia pop de grupos como o quarteto mineiro Skank. O show foi feito com o reforço de numeroso elenco de convidados. São cantores e rappers que tiveram os caminhos profissionais cruzados com o de Emicida ao longo da primeira década de carreira do artista. Em ordem alfabética, o elenco do DVD 10 anos de triunfo ao vivo é formado por Amiri, Caetano Veloso, Coruja BC1, Drik Barbosa, Guimê, Karol Conka, Pitty, Prettos, Rael, Raphão Alaafin, Rashid e Vanessa da Mata. Caetano, por exemplo, se juntou a Emicida em Haiti (Caetano Veloso e Gilberto Gil, 1993) e em Baiana (Emicida e DJ Dhu, 2015). Pitty participou de Hoje cedo (Emicida e Felipe Vassão, 2013). Já Vanessa da Mata refez com Emicida o voo pop de Passarinhos (Emicida e Xuxa Levy, 2015). O DVD retrospectivo e comemorativo de Emicida chega ao mercado fonográfico em edição da gravadora do rapper, Lab_Fantasma, com distribuição da Sony Music.



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SP terá esquema de trânsito para shows do Foo Fighters; veja como chegar




Banda se apresenta no estádio Allianz Parque nesta terça-feira (27) e quarta-feira (28). Portões vão abrir às 16h. Foo Fighters Brandley Gutierrez / Divulgação A banda Foo Fighters vai fazer dois shows nesta terça-feira (27) e quarta-feira (26) no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, na Zona Oeste de São Paulo, e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) preparou um esquema de trânsito especial na região do entorno do estádio. É a quarta vez que os músicos se apresentam no Brasil. Os organizadores estimam um público de 48 mil pessoas por dia. Interdições A partir das 14h serão interditadas: Rua Palestra Itália, entre a Praça Marrey Júnior e Avenida Pompéia Rua Caraíbas e Rua Diana, entre a Rua Venâncio Aires e Rua Palestra Itália Rua Padre Antônio Tomás com a Avenida Francisco Matarazzo *Para garantir o acesso dos moradores aos trechos interditados, serão montadas duas faixas reversíveis, uma no contra fluxo da Rua Palestra Itália, entre a Avenida Pompéia e a Rua Caraíbas, e outra no contra fluxo da Rua Barão de Tefé. Durante as operações poderão ocorrer bloqueios temporários nas seguintes vias: Avenida Francisco Matarazzo Avenida Pompéia Rua Clélia Viaduto Missionário Manoel de Mello Alternativas Para a Rua Palestra Itália: Praça Marrey Junior, Avenida Sumaré, à direita na Rua Aimberê, à direita na Rua Bartira, Rua Ministro Ferreira Alves, seguindo orientações em direção à Pompéia ou Alto da Lapa. Para a Avenida Francisco Matarazzo: Rua Clélia, à direita na Rua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, Praça Marrey Júnior, Avenida Antártica, Praça Tomás Morus e à direita na Avenida Francisco Matarazzo. Para a Avenida Pompéia (sentido bairro): à direita na Rua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, à direita na Avenida Antártica, à direita na Praça Tomas Mores e Avenida Francisco Matarazzo Para a Rua Padre Antônio Tomás: Avenida Francisco Matarazzo, à direita na Praça Souza Aranha e à direita na Avenida Antártica. Para Rua Clélia: à direita naRua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, à direita na Praça Marrey Junior, Avenida Antártica, Praça Tomas Morus e Avenida Francisco Matarazzo; Para a Avenida Sumaré: Rua Doutor Francisco da Rocha, à esquerda na Rua Bartira, Rua Ministro Ferreira Alves, seguindo para Pompéia ou Alto da Lapa. Embarque e desembarque Os veículos leves poderão utilizar para embarque e desembarque a Avenida Sumaré, sentido Pinheiros, entre a Praça Marrey Júnior e a Rua Aimberê, e Avenida Antártica, sentido Limão, entre a Rua Turiaçu e Travessa Flauta Encantada. Os veículos fretados deverão ser direcionados para a Avenida Sumaré sentido Avenida Paulo Vi, entre a Praça Márcia Aliberti Mammana e a Rua Ministro Godói, sentido Limão, inclusive no estacionamento. Trânsito na região do Allianz Parque TV Globo/Reprodução Show Foo Fighters em SP Quando: 27 e 28 (show extra) de fevereiro de 2018 (terça-feira e quarta-feira) Onde: Allianz Parque (Rua Turiassú, 1840 – Perdizes) Horário: 16h (abertura dos portões) Capacidade: 47.146 pessoas Ingressos inteiros: de R$ 270 a R$ 740 (com meia-entrada)



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