Enquanto idealiza segundo álbum, Baco Exu expia sofrência com 'Sinfonia do adeus'




Capa do single ‘Sinfonia do adeus’, de Baco Exu do Blues Divulgação Embora tenha sido uma das maiores revelações musicais do ano passado por conta do consagrador álbum Esú, título recorrente nas listas dos melhores discos de 2017, o rapper baiano Baco Exu do Blues entrou em 2018 disposto a não dormir sobre os louros conquistados pelo álbum. Um mês após ter lançado o single Facção carinhosa , produzido por Coyote Beatz e disponibilizado em 26 de janeiro, Diogo Moncorvo – nome de batismo do cantor e compositor nascido há 22 anos – apresenta outra música inédita enquanto idealiza a sequência do álbum Esú. Composição de autoria de Baco, Sinfonia do adeus tem produção e beat de Bolin. Lançado na última sexta-feira, 23 de fevereiro, o single Sinfonia do adeus (Cremenow Studio) flagra o rapper na sofrência, se lamentando pelo “eu te amo não dito”. Aliás, os versos do refrão – “A saudade que mais dói / É a do abraço não dado / Do eu te amo não dito” – indicam que, em qualquer ritmo ou batida, a dor de amor bate no mesmo tom. Gravado, mixado e masterizado no Cremenow Studio por TAS, o single gerou clipe filmado sob direção de Moncorvo e Diogo Vetere.



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Gil, Gal e Nando lançam single ao vivo com rock que batiza o show 'Trinca de ases'




Quatro meses após a edição do single Tocarte, gravado em estúdio e disponibilizado em 27 de outubro de 2017 com a primeira parceria de Nando Reis com Gilberto Gil, chega às plataformas digitais o segundo single do projeto Trinca de ases. Ainda não disponibilizado no iTunes, mas já disponível para audição nas plataformas de streaming, o single Trinca de ases apresenta o rock pop e tropicalista que dá nome ao projeto que junta Gil, Nando e Gal Costa em show que entrou em turnê pelo Brasil no segundo semestre de 2017. Capa do single ‘Trinca de ases’, de Gilberto Gil, Nando Reis & Gal Costa Divulgação Gil é o compositor da música Trinca de ases, cuja letra metalinguística versa metaforicamente sobre o encontro dos três artistas neste espetáculo derivado do show idealizado pelo jornalista Jorge Bastos Moreno (1954 – 2017) e apresentado uma única vez em Brasília (DF) em 2016 para celebrar o legado e o centenário de nascimento do político Ulysses Guimarães (1916 – 1992). Com citação (ao fim, na voz de Gal) de (I can’t get no) Satisfaction (Mick Jagger e Keith Richards, 1965), primeiro grande sucesso mundial do grupo inglês The Rolling Stones, o single Trinca de ases é a primeira amostra da gravação ao vivo do show Trinca de ases, feita em 25 de novembro de 2017 em apresentação do trio na cidade de São Paulo (SP) para gerar CD e DVD que serão editados neste primeiro semestre de 2018 dentro da série Multishow ao vivo.



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Um ano e meio após dar à luz a primeira filha, Pitty gesta quinto álbum solo autoral




Um ano e meio após ter dado à luz a primeira filha Madalena, nascida em agosto de 2016, Pitty começa a gestar o quinto álbum solo de estúdio. A intenção da cantora e compositora é gravar e lançar ao longo de 2018 o sucessor de Sete vidas (2014), coeso álbum editado há quatro anos. O repertório autoral do próximo disco está sendo concebido neste primeiro semestre. Pitty – em foto de Jorge Bispo – retomou a carreira musical em 2017, ano em que reabriu a agenda de shows. Mas a expectativa por novo álbum de músicas inéditas da artista é alta. Em 2018, a carreira fonográfica de Pitty contabiliza 15 anos, já que o primeiro álbum da roqueira, Admirável chip novo, foi lançado em 2003 com grande sucesso entre o público jovem.



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Cantora projetada com série de 'covers', Danni Carlos retoma obra autoral




Cantora carioca que fez sucesso ao longo dos anos 2000 com série de discos de covers intitulada Rock’n’road, Danni Carlos rompeu com a fórmula desse sucesso e, desde 2007, vem tentando se firmar como compositora. Bateu, single independente que a artista vai lançar em 16 de março nas plataformas digitais, é a primeira música revelada de álbum em que a cantora – vista em foto de Leandro Tumenas – retoma a obra autoral. Danni assina a música, a letra, o arranjo e a produção musical, tocando também o violão da gravação feita com o toque do baixo de Gustavo Heilborn, também responsável pela mixagem e masterização do single. O violão de nylon do fonograma foi presente que Danni ganhou do pai, admirador da Bossa Nova, quando ela tinha 17 anos. Planejado pela cantora para ser lançado até o fim deste ano de 2018, o terceiro álbum autoral de Danni Carlos se chama Danni-C, trocadilho do nome da artista com a expressão dane-se. O álbum foi ganhando forma à medida em que cresceram as habilidades da nova produtora musical no manuseio dos equipamentos do estúdio caseiro da própria Danni. “O disco terá uma pegada mais eletrônica, mas sempre, claro, com algum elemento acústico. Eu fiz o single Bateu em uma madrugada aqui em casa”, conta a artista. O álbum Danni-C sucede Livre (2013) na discografia autoral iniciada pela artista há 11 anos com a edição de Música nova (2007), álbum que, embora tivesse repertório quase inteiramente autoral, emplacou nas paradas a faixa Coisas que eu sei, balada de autoria do compositor Dudu Falcão.



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Revelação feminina do rap, Drik Barbosa lança EP 'Espelho' pelo selo de Emicida




Diferentemente do funk e do sertanejo, gêneros nos quais as mulheres estão se fazendo ouvir em alto e bom som nos últimos anos, o universo do hip hop ainda é predominantemente masculino, por mais evidência que tenham atualmente rappers como Lurdez da Luz e, sobretudo, Karol Conka. É nesse contexto que Drik Barbosa – cantora e compositora paulistana nascida há 25 anos com o nome de Adriana Barbosa – vem reforçando o coro feminino do hip hop nacional e se preparando para iniciar ciclo na carreira de 11 anos com o lançamento, em 16 de março de 2018, do EP Espelho. Após apresentar singles como Pra eternizar, Não é mais você e Deixa eu te levar, Drik parte para o primeiro disco programado para ser lançado em edição física com cinco músicas autorais. “O disco é um projeto muito íntimo em que cada faixa é como se fosse uma conversa minha comigo mesma, sobre estar encarando meus sentimentos, lutas e pensamentos. Por isso escolhi o nome Espelho por ser o que mais traduz essa reflexão. O que torna ainda mais íntimo esse trabalho é o fato de que cada faixa contém a minha personalidade na forma como falo sobre os temas que abordo. Procuro ser uma pessoa otimista e passo isso nas canções. Porém, quando falo sobre preconceitos, racismo, machismo e coisas negativas que me rodeiam, sou bem direta para que me ouçam e entendam a urgência de transformar essas questões”, ressalta Drik. Espelho reflete também o aval dado por Emicida ao som de Drik, que transita tanto pelo rap como pelo R&B. Majoritariamente produzido pelo beatmaker Grou, o EP foi gravado no novo estúdio da gravadora de Emicida, Lab Fantasma, responsável pelo lançamento de Espelho. O rapper Rincon Sapiência e a MC Stefanie Roberta participam do EP, cujo primeiro single, Melanina, é a única faixa do disco que tem produção musical assinada por Rincon Sapiência e Stefanie Roberta. Compositora desde os 14 anos, Drik Barbosa – em foto de Luciana Faria – ganhou certa visibilidade a partir de participações em duas músicas gravadas por Emicida, Aos olhos de uma criança – tema da trilha sonora do filme de animação O menino e o mundo – e Mandume (2015), música do mais recente álbum solo de estúdio do rapper paulistano, Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa (2015). Enquanto desenvolve a carreira solo, Drik se mantém como integrante do coletivo feminino Rimas & melodias, grupo que reúne sete mulheres (entre DJs, cantoras e MC’s) e cujo primeiro disco foi lançado em setembro de 2017. Aliás, a agenda de shows de Drik concilia apresentações com o grupo e performances individuais.



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Canção lançada pelo Jota Quest em 2000 cai na pista pelas mãos de DJs emergentes




A canção Dias melhores cai na pista. Composição de autoria de Rogério Flausino que se tornou o maior sucesso do álbum mais controvertido e roqueiro do grupo mineiro Jota Quest, Oxigênio (2000), Dias melhores ganha o primeiro remix ao completar 18 anos de vida e ao ser revitalizada no projeto acústico gravado e lançado pela banda em 2017. Editado em single nas plataformas digitais na última sexta-feira, 23 de março de 2018, o remix de Dias melhores foi feito por iniciativa da emergente dupla Flow, residente em São Paulo e formada em 2017 em Goiânia (GO) pelos DJs Fabrício Assunção e Flávio Castro. Celebrado no universo da música eletrônica pela fusão de house, nu disco e deep house, o duo Flow se uniu ao também emergente KVSH – nome artístico do produtor e DJ mineiro Luciano Ferreira – para remixar a canção do Jota Quest e jogá-la nas pistas dos clubes mais antenados no momento.



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Gessinger apresenta quarta e última música inédita de DVD que sai em março




Com o lançamento do single e do clipe com a música inédita Saudade zero, disponibilizados nas plataformas digitais neste último fim de semana de fevereiro de 2018, Humberto Gessinger encerra o projeto de apresentar previamente o lote de composições inéditas incluídas como bônus no vindouro DVD Ao vivo pra caramba – A revolta dos dândis 30 anos. O DVD tem lançamento programado para março pela gravadora Deck. Sob direção de Pietro Grassia, a canção Saudade zero foi captada ao vivo em agosto de 2017, em Porto Alegre (RS), com os toques do violão de Gessinger, do bandolim de Felipe Rotta e do contrabaixo de Nando Peters. Aliás, Peters é parceiro do artista gaúcho na composição da música. Saudade zero forma com Pra caramba (Humberto Gessinger), Cadê – outra parceria de Gessinger com Nando Peters – e Das tripas coração (Humberto Gessinger) o lote de músicas inéditas adicionadas ao DVD com o registro do show originalmente intitulado Desde aquele dia – A revolta dos dândis 30 anos e estreado em 2017 com o intuito de celebrar as três décadas do lançamento do segundo (e melhor) álbum do grupo gaúcho Engenheiros do Hawaii, A revolta dos dândis (1987). Todas as quatro músicas foram gravadas ao vivo, sem plateia, para dar origem aos clipes inseridos no DVD.



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Thiago Pach cai no samba com Áurea Martins em disco em que exalta Elza Soares




O currículo do cantor, compositor, ator e dramaturgo e diretor carioca Thiago Pach é bem mais extenso na área teatral do que no universo musical, ainda que música e teatro tenham se entrelaçado quando o artista interpretou cantores como Cauby Peixoto (1931 – 2016) e Nelson Gonçalves (1919 – 1998) em musicais encenados na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Contudo, Pach planejou nos últimos anos dar mais atenção ao trabalho de cantor e compositor. O lançamento do disco Canto de Aruanda na próxima sexta-feira, 2 de março de 2018, é o resultado concreto desse investimento na área musical. Capa do álbum ‘Canto de Aruanda’, de Thiago Pach Divulgação Com formato situado na fronteira entre EP e álbum, por ter somente sete faixas, Canto de Aruanda apresenta músicas autorais como Movimento interestelar, Muitos vão dizer e Sim, Salabim , além da composição que dá nome ao disco produzido pelo pianista Nelson Freitas. Ainda dentro do terreno autoral, Pach cai no samba com a cantora carioca Áurea Martins em Podem avisar, música composta pelo artista com letra escrita em parceria com Wladimir Pinheiro. Somente duas das sete músicas do disco Canto de Aruanda não trazem a assinatura de Pach. Desamuá é composição de Ralphen Rocca, Nelson Freitas, Bil-Rait Buchecha e Xandim Dêraudê. Já Gata Elza – música criada em exaltação à cantora carioca Elza Soares – é parceria de Bil-Rait Buchecha com o produtor Nelson Freitas.



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Sai de cena Glauton Campello, pianista presente em discos de Djavan e Ed Motta




O pianista Glauton Campello Reprodução / Facebook Somente o fato de ter tocado em discos e/ou shows de Djavan e Ed Motta – dois artistas conhecidos pelo apurado ouvido musical e pelo rigor com que escolhem os músicos com quem gravam discos – já basta para atestar o talento do pianista, tecladista, compositor e arranjador carioca Glauton Campello (22 de junho de 1960 – 23 de fevereiro de 2018). A quatro meses de completar 58 anos, Campello saiu de cena na noite de ontem, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), de causa não revelada, enlutando o universo pop brasileiro, no qual atuou desde a década de 1980. Requisitado músico de estúdio, Campello tocou piano no ainda inédito álbum de músicas em inglês que Ed Motta vai lançar neste ano de 2018. Filho de mãe pianista, Campello foi instrumentista de requintada musicalidade. Sabia inclusive falar a língua do jazz, tendo sido influenciado pelo pianista norte-americano Herbie Hancock. Tal conhecimento de causa no exercício cotidiano do ofício fez com que Campello fosse respeitado por todos os músicos e cantores do Brasil com quem dividiu estúdios e palcos. Como compositor, o artista abriu parcerias com nomes como Leoni (Tudo por você, música assinada também por Torcuato Mariano e lançada em 1994 na voz do cantor Edmon Costa) e Thalma de Freitas (Eu quero tanta coisa, música lançada em 1996 na voz da própria Thalma). A morte de Glauton Campello está sendo lamentada em redes sociais por artistas como Ed Motta.



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Fotos em estúdio indicam gravação em Miami de single de Anitta com Rita Ora




Anitta e Rita Ora Reprodução / Instagram Anitta encerrou em 2017 o projeto CheckMate, calcado em parcerias da cantora e compositora carioca com estrelas do universo pop internacional. Mas continua fazendo conexões fora do Brasil. Fotos tiradas em estúdio de Miami (Flórida, EUA) – e postadas ontem, 23 de fevereiro de 2018, nas redes sociais de Anitta e de Rita Ora – sinalizam gravação feita pela artista brasileira com a cantora britânica. Rita Ora, Justin Quiles, Andrew Watt e Anitta Reprodução / Instagram As presenças numa das fotos dos compositores Andrew Watt e Justin Quiles, ambos atuantes no mercado latino de música hispânica, reforçam a ideia de que Anitta aproveitou a ida a Miami – onde se apresentou com o astro colombiano J. Balvin na edição de 2018 do prêmio de música latina Lo Nuestro na noite de quinta-feira, 22 de fevereiro – para gravar single com Rita Ora. Por enquanto, não há detalhes sobre a música inédita que abre a parceria das duas cantoras.



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