Com novo samba de Calcanhotto, Bethânia saúda a Mangueira em show com Zeca




Rota principal do show que reúne Maria Bethânia e Zeca Pagodinho pela primeira vez no palco, a viagem de Santo Amaro (BA) a Xerém (RJ) prevê conexão na Estação Primeira de Mangueira, no subúrbio carioca. No show que estreia em Olinda (PE) no sábado, 7 de abril, seguindo depois para outras cidades do Brasil, Bethânia apresenta A surdo 1, até então inédito samba que ganhou de Adriana Calcanhotto quando a escola de samba Mangueira se sagrou campeã em 2017 com enredo que festejava a vida e a arte da cantora baiana. Composição que integra o set individual de Bethânia, o samba A surdo 1 é uma das quatro músicas inéditas do roteiro do show De Santo Amaro a Xerém. Sozinha, Bethânia também canta Pertinho de Salvador, samba de autoria de Leandro Fregonesi, feito em tributo à cidade de Santo Amaro da Purificação (BA). Compositor carioca, Fregonesi também é o autor do samba de roda homônimo do show, De Santo Amaro a Xerém. Eis o roteiro ensaiado por Maria Bethânia e Zeca Pagodinho – em foto de Daryan Dornelles – para o show De Santo Amaro a Xerém, com as músicas, os compositores e o ano em que elas formam lançadas em disco: Maria Bethânia e Zeca Pagodinho: 1. Amaro Xerém (Caetano Veloso, 2018) 2. Sonho meu (Ivone Lara e Délcio Carvalho, 1978) 3. Você não entende nada (Caetano Veloso, 1970) 4. Cotidiano (Chico Buarque, 1972) 5. Falsa baiana (Geraldo Pereira, 1944) 6. A voz do morro (Zé Kétti, 1955) Zeca Pagodinho: 7. Verdade (Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996) 8. Maneiras (Silvio da Silva, 1987) 9. Não sou mais disso (Zeca Pagodinho e Jorge Aragão, 1996) 10. Saudade louca (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco, 1989) 11. Vai vadiar (Monarco e Ratinho, 1998) 12. Coração em desalinho (Monarco e Ratinho, 1986) 13. Samba pras moças (Roque Ferreira e Grazielle, 1995) 14. Ogum (Marquinhos PQD e Claudemir, 2008) Maria Bethânia: 15. Marginália II (Gilberto Gil e Torquato Neto, 1968) 16. Pano legal (Billy Blanco, 1956) 17. Café soçaite (Miguel Gustavo, 1955) 18. Ronda (Paulo Vanzolini, 1953) 19. Negue (Adelino Moreira e Enzo Almeida Passos, 1960) 20. Pertinho de Salvador (Leandro Fregonesi, 2018) 21. Reconvexo (Caetano Veloso, 1989) 22. De Santo Amaro a Xerém (Leandro Fregonesi, 2018) Zeca Pagodinho (tributo à escola de samba Portela): 23. Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1981) 24. Lendas e mistérios da Amazônia (Catoni, Jabolô e Valtenir, 1970) 25. Foi um rio que passou em minha vida (Paulinho da Viola, 1970) Maria Bethânia (tributo à escola de samba Mangueira): 26. Jequitibá (José Ramos, 1949) 27. Exaltação à Mangueira (Enéas Brites da Silva e Aloísio Augusto da Costa, 1955) 28. Chico Buarque de Mangueira (Nelson Dalla Rosa, Vilas Boas, Nelson Csipai e Carlinhos das Camisas, 1997) 29. Atrás da verde-e-rosa só não vai quem já morreu (David Correia, Paulinho Carvalho, Carlos Senna e Bira do Ponto, 1993) 30. A surdo 1 (Adriana Calcanhotto, 2018) Maria Bethânia e Zeca Pagodinho: 31. Diz que fui por aí (Zé Kétti e Hortênsio Rocha, 1964) 32. Desde que o samba é samba (Caetano Veloso, 1992) 33. Naquela mesa (Sérgio Bittencourt, 1972) 34. Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937) 35. Amaro Xerém (Caetano Veloso, 2018) Bis: Maria Bethânia e Zeca Pagodinho: 36. Deixa a vida me levar (Serginho Meriti e Eri do Cais, 2002) 37. O que é o que é (Gonzaguinha, 1982)



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