Lady Gaga é escolhida 'mulher do ano' em 2015 pela revista 'Billboard'



Lady Gaga no tapete vermelho do Emmy Awards 2015 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)Lady Gaga no tapete vermelho do Emmy Awards 2015 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)

A cantora americana Lady Gaga foi eleita a mulher do ano 2015 pela revista de entretenimento “Billboard”, que dedica a capa de seu número de dezembro à diva do pop.

Stefani Joanne Angelina Germanotta, a Lady Gaga, declarou em uma entrevista à “Billboard” que em 2014 começou a se ver “sufocada por sua carreira e pela fama”, razão pela qual esteve “muito perto” de abandonar o mundo da música.

A cantora e atriz, de 29 anos, explicou agora que vai entrar nos 30 e quer “explorar” seu talento. Ela deu um aviso às mulheres que também se dedicam à música, às quais afirmou que “não precisam seguir a corrente da música adolescente nem vender todos seus discos para ter sucesso”.

“Este ano fiz o que quis ao invés de fazer o que eu achava que as pessoas esperavam de mim”, reconheceu.

A estrela pop disse ter se “reinventado em sua carreira” com as últimas colaborações que teve, como com Tony Bennett e Elton John.

“Não há ninguém melhor que Tony Bennett. Este homem é parte da história da música e me ensinou a ser honesta comigo mesma, e posso dizer o mesmo de Elton”, afirmou a cantora à revista, que homenageará a cantora no próximo dia 11 de dezembro.





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Banda canadense Magic! se apresenta no Net Live em Brasília



Banda canadense Magic!  (Foto: Chapman Baehler/Divulgação)Banda canadense Magic! (Foto: Chapman Baehler/Divulgação)

A banda canadense Magic! se apresenta em Brasília no dia 26 de janeiro a partir das 21h, no Net Live Brasília. Essa é a terceira vez do grupo no Brasil, que passou por Porto Alegre, Rock in Rio e pelo Mix Festival em 2014. As vendas de ingressos começaram na quinta-feira (2) pelo site da livepass e na Central de Ingressos do Brasília Shopping. Os convites variam de R$ 80 a R$ 500.

Formada pelos integrantes Nasri Atweh, Mark Pellizer, Alex Tanas e Bem Spiavak, a banda conquistou o público com a música “Rude”. A banda, criada em 2013, traz músicas que misturam o estilo caribenho e jamaicano e traz em sua raíz o reggae. O grupo conquistou a sexta posição na Canadian Hot 100 e esteve entre os top 10 da Austrália, Nova Zelândia, Dinamarca, Holanda e Suécia.

O guitarrista do grupo, Nasri Atweh, diz que, quando os integrantes, começaram a gravar, o som esta alinhado em todas músicas. Foi daí que veio o nome Magic!.

“O mundo vive uma época estressante e as pessoas estão lutando para encontrar esperança. Queremos reunir as pessoas para que elas tenham boas experiências. Quero que todo mundo se una conosco na nossa aventura mágica. Queremos fazer parte dessa energia e de um mundo musicalmente positivo”, disse.

Show da banda Magic!
Data: 26 de janeiro, às 21h
Local: Net Live Brasília (SHTN, trecho 2, conjunto 5, lote A)
Ingressos: a venda na Central de Ingressos do Brasília Shopping
Pista  Premium Bud Zone 1º lote: R$ 260
Pista Premium Bud Zone 1º lote (meia): R$ 130
Pista Premium Bud Zone 2º lote: R$ 300
Pista Premium Bud Zone 2º lote (meia): R$ 150
Pista 1º lote: R$ 160
Pista 1º lote (meia): R$ 80
Pista 2º lote: R$ 200
Pista 2º lote meia-entrada: R$ 100
Camarote (boxes) 1º lote: R$ 400
Camarote (boxes) 1º lote meia-entrada: R$ 200
Camarote (boxes) 2º lote: R$ 500
Camarote (boxes) 2º lote meia-entrada: R$250
Classificação indicativa: 16 anos





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Surfer Blood faz campanha para ajudar guitarrista com câncer



Surfer Blood, com o líder John Paul Pitts à esquerda e o guitarrista (afastado para tratamento) Thomas Fekete do seu lado direito (Foto: Divulgação)Surfer Blood, com o líder John Paul Pitts à esquerda e o guitarrista (afastado para tratamento) Thomas Fekete do seu lado direito (Foto: Divulgação)

Não está fácil para o Surfer Blood. A banda de indie rock da Flórida, que apareceu cheia de elogios da imprensa alternativa há seis anos, sofreu duas baixas em 2014 e 2015. A primeira foi perder o contrato com a multinacional Warner, no ano passado. A segunda, muito mais grave e triste, foi a doença do guitarrista Thomas Fekete, revelada no início deste ano. Ele tem sarcoma, tipo de câncer raro e difícil de ser tratado.

Em vez de só reclamar e dizer “acaba, 2015”, eles terminam o ano de cabeça erguida, como conta o vocalista e guitarrista John Paul Pitts ao G1. A nova independência é aproveitada no disco “1000 Palms”, que sai no Brasil pelo selo Lab 344. Já o câncer do guitarrista é enfrentado com várias campanhas de apoio e arrecadação.

A ação mais recente para o guitarrista é feita através de um álbum beneficente com faixas raras doadas por meio mundo do rock alternativo: Yo La Tengo, Guided By Voices, Cults, Real Estate, The Pains of Being Pure at Heart, Lou Barlow, Nick Diamonds, …And You Will Know Us by the Trail of Dead, The Drums e outros. Pitts falou ao G1 sobre o novo disco e as campanhas para o amigo:

G1 – Agora que vocês voltaram à independência, se arrependem de terem entrado no esquema da Warner?
John Paul Pitts –
Era um contexto diferente. Éramos muito jovens, 22 anos. E pareceu a decisão mais certa assinar. Ter mais fãs, fazer meus pais felizes… Mas no final foi mais complicado do que pensamos. Não estávamos prontos para gravar nesse ambiente de pressão. No ano passado, nos vimos sem gravadora, e decidimos sair da zona de conforto.

Sufer Blood faz campanha para ajudar guitarrista com câncer (Foto: Divulgação/LAB344)

G1 – E qual foi a diferença ao gravar o disco novo?
John Paul Pitts –
Fizemos algo que tem nossas características, mas de um jeito diferente. Porque pudemos escrever sem ficar pensando em coisas como a duração da música, se tinha um refrão forte o suficiente. Acho que “1000 Palms” é cativante e acessível, mas nem todas as canções têm um refrão, naquele formato de rádio. O novo selo tem duas pessoas, sabemos com quem estamos trabalhar, com quem falamos. Antes ficávamos perdidos.

G1 – Você acha que falar em ‘indie rock’ volta a ter sentido hoje, com o rock menos popular nas rádios?
John Paul Pitts –
Acho que é um termo ainda mais vago agora. Acho que identifica um tipo de som mais nostálgico, não sei. De toda forma, somos indies novamente.

G1 – Qual foi o papel de vocês nesta nova campanha das bandas para o Thomas?
John Paul Pitts –
Falamos com as bandas, e elas terem aceitado foi uma das coisas mais generosas que puderam fazer. Uma coisa é doar dinheiro, outra é doar tempo, trabalho. Fiquei supreso e grato por essas bandas terem doado o tempo delas. Guided By Voices era uma das minhas bandas preferidas quando adolescente. Eles terem entrado nessa ação significa muito para mim. A luta do Thomas vai demorar, então estamos todos cuidando dele.

G1 – Quanto vocês conseguiram arrecadar no total para ele até agora? É verdade que foram assaltados e perderam parte desse dinheiro?
John Paul Pitts –
Foram mais de US$ 100 mil para o tratamento dele que arrecadamos até agora. É bom poder esclarecer essa história do assalto. Estávamos em um estacionamento em Chicago, e isso infelizmente aconteceu. Mas não perdemos uma quantia grande, era só o que tínhamos arrecadados em poucos shows daqueles dias. Claro que não andamos por aí com todo o dinheiro.





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Morre Holly Woodlawn, atriz transgênero que inspirou Andy Warhol e Lou Reed


Holly Woodlawn, a atriz e modelo transgênero dos anos 1970 que foi musa do pintor Andy Warhol e inspirou a canção "Walk on the Wild Side", de Lou Reed, morreu neste domingo em Los Angeles em decorrência de um câncer. Ela tinha 69 anos.

Segundo a imprensa local, Woodland, que recentemente apareceu em dois episódios do seriado de comédia norte-americano "Transparent," lutava contra a dependência do álcool e de outras substâncias há anos.

Batizada Haroldo Santiago Franceschi Rodriguez Danhakl, ela nasceu em Porto Rico e mudou seu nome para Holly Woodlawn após conhecer Warhol e apareceu em dois filmes do artista: "Trash" e "Women in Revolt".

Joe Dallesandro, que contracenou com Woodlawn em "Trash", disse que estava com ela na hora de seu falecimento.

"Às 15h06, horário de Los Angeles, ela faleceu", escreveu Dallesandro em sua conta no Twitter.

"Sei que Holly sabia que eu estava com ela porque ela sempre amou o perfume que uso, Chanel Antaeus".

Woodlawn será lembrada por insírar a música de Reed, gravada em 1972, "Walk on the Wild Side," baseada em sua história de vida: depois que ela deixou sua casa em Miami aos 16 anos e pegou carona até New York.



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Irmão de Nicki Minaj é detido por acusação de estupro de menor



Jelani Maraj e a irmã Nicki Minaj (Foto: Reprodução / Instagram)Jelani Maraj e a irmã Nicki Minaj (Foto: Reprodução
/ Instagram)

Jelani Maraj, irmão mais velho da cantora Nicki Minaj, foi preso sob acusação de estupro de menor em Nova York, segundo a agência AP.

Um representante da polícia disse que ele foi detido na quinta-feira (3) em um hospital de Long Island, acusado de estupro e abuso sexual de uma criança.

A fiança foi estipulada em US$ 100 mil. O advogado de Maraj não atendeu a ligações da AP para comentar o caso.

Documentos do caso indicam que a vítima tinha menos de 13 anos, e que teve relações sexuais com Maraj por ao menos três meses. Um representante de Nick Minaj se recusou a comentar o caso.





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Nomeados às principais categorias dos prêmios Grammy


O rapper Kendrick Lamar lidera as nomeações aos prêmios Grammy da música americana ao receber, nesta segunda-feira, 11 indicações, seguido da estrela do pop Taylor Swift e o cantor The Weeknd, que competirão por sete gramofones dourados.

A seguir, a lista de nomeações às principais categorias da 58ª edição do Grammy, que serão entregues em Los Angeles, em 15 de fevereiro:

– Álbum do ano –

– "Sound and Color", Alabama Shakes

– "To Pimp a Butterfly", Kendrick Lamar

– "Traveller", Chris Stapleton

– "1989", Taylor Swift

– "Beauty Behind the Madness", The Weeknd

– Gravação do ano –

– "Really Love", D'Angelo and the Vanguard

– "Uptown Funk", Mark Ronson em colaboração com Bruno Mars

– "Thinking Out Loud", Ed Sheeran

– "Blank Space", Taylor Swift

– "Can't Feel My Face", The Weeknd

– Canção do ano –

– "Alright", Kendrick Lamar

– "Blank Space", Taylor Swift

– "Girl Crush", Little Big Town

– "See You Again", Wiz Khalifa em colaboração com Charlie Puth

– "Thinking Out Loud", Ed Sheeran

– Artista revelação –

– Courtney Barnett (Austrália)

– James Bay (Grã-Bretanha)

– Sam Hunt (EUA)

– Tori Kelly (EUA)

– Meghan Trainor (EUA)

– Melhor performance vocal Pop –

– Kelly Clarkson, "Heartbeat Song"

– Ellie Goulding, "Love Me Like You Do"

– Ed Sheeran, "Thinking Out Loud"

– Taylor Swift, "Blank Space"

– The Weeknd, "Can't Feel My Face"

– Melhor performance de duo/grupo –

– Florence and the Machine, "Ship to Wreck"

– Maroon 5, "Sugar"

– Mark Ronson em colaboração com Bruno Mars, "Uptown Funk"

– Taylor Swift em colaboração com Kendrick Lamar, "Bad Blood"

– Wiz Khalifa em colaboração com Charlie Puth, "See You Again"

– Melhor álbum de rock –

– "Chaos and the Calm", James Bay

– "Kintsugi", Death Cab for Cutie

– "Mister Asylum", Highly Suspect

– "Drones", Muse

– Melhor álbum de música alternativa –

– "Sound and Color", Alabama Shakes

– "Vulnicura", Bjork

– "The Waterfall", My Morning Jacket

– "Currents", Tame Impala

– "Star Wars", Wilco

– Melhor álbum de rap –

– "2014 Forest Hills Drive", J. Cole

– "Compton", Dr. Dre

– "If You're Reading This It's Too Late", Drake

– "To Pimp a Butterfly", Kendrick Lamar

– "The Pinkprint", Nicki Minaj

– Melhor álbum de world music –

– "Gilbertos Samba Ao Vivo", Gilberto Gil (Brasil)

– "Sings", Angelique Kidjo (Benin/Luxemburgo)

– "Music from Inala", Ladysmith Black Mambazo, Ella Spira e The Inala Ensemble (África do Sul/Grã-Bretanha)

– "Home", Anoushka Shankar (Índia/Grã-Bretanha)

– "I Have No Everything Here", Zomba Prison Project (Malauí)

– Melhor álbum pop latino –

– "Terral", Pablo Alborán

– "Healer", Alex Cuba

– "A Quien Quiera Escuchar", Ricky Martin

– "Sirope", Alejandro Sanz

– "Algo Sucede", Juliete Venegas

– Melhor álbum rock, urbano ou alternativo latino –

– "Amanecer", Bomba Estereo

– "Mondongo", La Cuneta Son Machín

– "Hasta La Raíz", Natalia Lafourcade

– "Caja de Música", Monsieur Periné

– "Dale", Pitbull

– Melhor álbum tropical latino –

– "Tributo A Los Compadres: No Quiero Llanto", José Alberto "El Canario" y Septeto Santiaguero

– "Son de Panamá", Rubén Blades com Roberto Delgado & Orquesta

– "Presente Continuo", Guaco

– "Todo Tiene Su Hora", Juan Luis Guerra 4.40

– "Que Suenen Los Tambores", Víctor Manuelle"

– Melhor álbum de música regional mexicana –

– "Mi Vicio Más Grande", Banda El Recodo De Don Cruz Lizarraga

– "Ya Dime Adiós", La Maquinaria Norteña

– "Zapateando", Los Cojolites

– "Realidades – Deluxe Edition", Los Tigres del Norte

– "Tradición, Arte y Pasión", Mariachi Los Camperos de Nati Cano

– Melhor álbum jazz latino –

– "Made In Brazil", Eliane Elias

– "Impromptu", The Rodriguez Brothers

– "Suite Caminos", Gonzalo Rubalcaba

– "Intercambio", Wayne Wallace Latin Jazz Quintet

– "Identities are Changeable", Miguel Zenón

A lista completa com os nomeados às 83 categorias está disponível em <>.



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Electric Daisy Carnival: Tiësto remixa 'Hello', de Adele, para fãs fantasiados



Abertura do palco principal do Electric Daisy Carnival, nesta serxta-feira (4), em SP; espaço lembra uma catedral e tem as corujas gigantes que são símbolo do festival (Foto: Caio Kenji/G1)Abertura do palco principal do Electric Daisy Carnival, nesta serxta-feira (4), em SP; espaço lembra uma catedral e tem as corujas gigantes que são símbolo do festival (Foto: Caio Kenji/G1)

O palco principal lembra uma catedral – mas com duas corujas gigantes decorando, fogos de artifício e efeitos de luzes intermináveis, dançarinas de pouca roupa, um mestre de cerimônias parecido com o Gandalf de “O senhor dos anéis” e DJs se revezando na função de líderes do culto.

Mas o teor da cerimônia era profano. Como sugere o próprio nome, o Electric Daisy Carnival (EDC) – que nesta sexta-feira (4) abriu sua primeira edição brasileira, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo – assume sem vergonha a vocação de “carnaval de música eletrônica para as massas” diante de fãs fantasiados.

E o astro principal foi o DJ superstar holandês Tiësto, que mostrou ali uma curiosa versão dançante da orginalmente trágica e lenta “Hello”, da Adele.

Clique aqui para a ver a programação completa.

Além dos três palcos (tirando o principal, os demais ficaram vazios e com grandes “clarões”), há brinquedos (dos perigosos kamikaze e chapéu mexicano a uma inofensiva e pouco concorrida roda gigante).

Na área de descanso, é possível relaxar em meio a uma espécie de floresta feita de cogumelos gigantes com cores fluorescentes e árvores cenográficas de copas piscantes. Em algum momento, um grupo de amigos que posava para fotos sob os tais cogumelos achou certo “sensualizar” com o caule.

Num outro espaço, fãs se juntavam para filmar uma pessoa fantasiada (óbvio…) que, de tempos em tempos, surgia em cena munida de bastões para interagir com raios disparados por uma máquina.

Público do Electric Daisy Carnival nesta sexta-feira (4), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo; muitos usaram cocar (Foto: Caio Kenji/G1)Público do Electric Daisy Carnival nesta sexta-feira (4), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo; muitos usaram cocar (Foto: Caio Kenji/G1)

Cocar indígena x descamisados
O público acredita na temática do EDC, investindo em alegorias e adereços, com notável predileção por cocar indígena.

Sem contar os muitos fantasiados de super-heróis, personagens dos Flintstones, Super Mario Bros., piratas, bailarinas e um longo etc. Entre os homens, no entanto, predominou mesmo o visual descamisado e a disposição para se mostrar em dia com a academia.

A assessoria de imprensa do evento informou que havia cerca de 65 mil ingressos à venda e que a expectativa, para estre primeiro dia, era receber 45 mil.

A impressão era de que havia espaço demais para gente de menos. O Electric Daisy Carnival continua neste sábado (5), com shows de Skrillex e Steve Aoki.

O DJ holandês Tiësto toca no primeido dia do Electric Daisy Carnival, no Autódromo de Interlags, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)O DJ holandês Tiësto toca no primeido dia do Electric Daisy Carnival, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (Foto: Caio Kenji/G1)

Tiësto tocou ‘Hello’, da Adele
O DJ holandês Tiësto, veterano do trance e do house progressivo, foi “o” nome da abertura do EDC. Tocou já na madrugada de sábado (5), entre 1h32 e 2h59 da manhã, respeitando fielmente a rigorosa programação divulgada.

Sem muito o que provar – no ano passado, ele faturou US$ 28 milhões –, Tiësto acreditou em sua eletrônica calculadamente pesada e acessível. Foi correspondido. Em seu set, incluiu “L’amour toujours”, de Gigi D’Agostino, aquela do “I’ll fly with you”.

Em momento de rara ousadia, tocou “Hello”, atual hit da cantora Adele. Os fãs cantaram os versos com convicção. E depois saíram quicando na hora em que tudo virou remix. Eis, então, que a “sofrência” de Adele serviu de base para um contraditório, mas aprovadíssimo bate-cabelo.

Mas a artista britânica não foi a única “intrusa” no repertório eletrônico. As irmãs gêmeas australianas do duo Nervo fizeram citação de “Smells like teen spirit”, do Nirvana, e de “Praise you”, de Fatboy Slim.

Já o DJ holandês Martin Garrix, que aos 19 anos é considerado estrela ascendente no ramo, lembrou “Pompeii”, do Bastille, e “What do you mean?”, de Justin Bieber. E é possível que o astro pop canadense volte a ser citado neste sábado, já que um de seus parceiros mais próximos da fase atual é Skrillex.

Electric Daisy Carnival
Quando: sábado, 5 de dezembro
Horário: das 18h às 6h. Portões abrem às 17h.
Onde: Autódromo de Interlagos – Avenida Senador Teotônio Vilela, 261 – Interlagos.
Não há estacionamento oficial no local
Capacidade: 65 mil pessoas.
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 18 anos

Programação de sábado (5) no Electric Daisy Carnival

Kinetic Field
18h-19h Marcelo CIC
19h-20h BAGGI
20h-21h Alok
21h-22h Slander
22h-22h54 Steve Aoki
22h54-23h03 Opening Ceremony
23h03-23h59 Kshmir
23h59-0h02 Machine
0h02-1h13 Above & Beyond
1h13-1h17 Digital World
1h17-2h13 Skrillex
2h13-2h17 Cosmic Turning Point
2h17-3h13 Deorro
3h13-3h17 Fantasy Forest
3h17-4h13 R3HAB
4h13-4h17 Rewind Show
4h17-5h13 Knife Party
5h13-5h58 Vintage Culture
5h58-6h Closing Ceremony

NeonGarden
18h-19h Heiken VS Loop
19h-20h Jonas Rathsman
20h-21h Route 94
21h-22h35 Vintage Culture
22h30-23h55 Amine Edge & Dance
0h10-1h10 Dubfire Live
1h20-3h15 Luciano
3h15-4h45 Marc Houle
4h45-6h Renato Ratier

BassPod
18h-19h DJ Cinara
19h-20h DJ King
20h-21h Fallen
21h-22h BTK
22h-23h Crizzly
23h-0h GTA
0h-1h Yellow Claw
1h-2h Kill The Noise
2h-3h Excision
3h-4h Zomboy
4h-5h DJ Marky
5h-6h S.P.Y

Amigos fantasiados de super-heróis posam perto de cogumelos gigantes no primeiro dia do Electric Daisy Festival (Foto: Caio Kenji/G1)Amigos fantasiados de super-heróis posam perto de cogumelos gigantes no primeiro dia do Electric Daisy Festival (Foto: Caio Kenji/G1)
Área de descanso do Electric Daisy Carnival no primeiro dia do evento, em São Paulo, nesta sexta-feira (4) (Foto: Caio Kenji/G1)Área de descanso do Electric Daisy Carnival no primeiro dia do evento, em São Paulo, nesta sexta-feira (4) (Foto: Caio Kenji/G1)
Performer 'interage' com máquina de raios no primeiro dia do Electric Daisy Carnival (Foto: Caio Kenji/G1)Performer ‘interage’ com máquina de raios no primeiro dia do Electric Daisy Carnival (Foto: Caio Kenji/G1)
Árvores cenográficas no Autódromo de Interlagos durante o Electric Daisy Carnival (Foto: Caio Kenji/G1)Árvores cenográficas no Autódromo de Interlagos durante o Electric Daisy Carnival (Foto: Caio Kenji/G1)





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Líder do U2 revela música sobre os atentados de Paris



O líder do grupo irlandês U2, Bono, escreveu uma música sobre os atentados de Paris antes de voltar à capital francesa para se apresentar neste domingo (6) e na segunda-feira.

A banda cancelou dois shows previstos em Paris depois dos atentados extremistas que deixaram 130 mortos em 13 de novembro. Mas decidiu voltar à cidade para oferecer duas apresentações no AccorHotels Arena, uma sala com capacidade para 16 mil pessoas.

“Pensamos na música como um som da liberdade”, declarou o guitarrista The Edge em um entrevista ao canal americano CNN.

“Pensamos que o rock’n’roll tem um papel a desempenhar, então voltar a Paris para nós não é apenas simbólico. Acredito que, na realidade, estamos iniciando o processo de resistência, de desafio contra esse movimento”, declarou, referindo-se ao grupo Estado Islâmico, que reivindicou os atentados de novembro.

Na mesma entrevista, Bono recitou parte da letra de sua nova canção intitulada “Streets of Surrender” (“Ruas de Rendição”), a qual, segundo ele, começou a escrever para o cantor italiano Zucchero, um de seus amigos.

“Cada homem tem uma cidade de liberdade, para mim é Paris, a amo”, diz a canção. “Cada vez que me perco em suas ruas antigas, volto a me encontrar. Não vim aqui combatê-los. Vim a estas ruas de amor e de orgulho me render”.

Eagles of Death Metal
Em um comunicado publicado em seu site oficial, o U2 nega que a banda Eagles of Death Metal – que tocava no Bataclan na noite dos atentados – vá fazer uma participação especial em seus shows na cidade. A revista “Billboard” havia dito que isso poderia acontecer.

“Estamos de volta a Paris e é ótimo estar aqui. Algumas pessoas tem dito que o Eagles of Death Metal irá subir ao palco com o U2 esta noite. Não é o caso. Temos outro convidado surpresa planejado para o show desta noite”, diz o texto postado no domingo.

Os músicos do U2 prestam homenagem aos mortos em atentado ao Bataclan, em Paris, no dia 14 de novembro (Foto: AFP Photo/Franck Fife )Os músicos do U2 prestam homenagem aos mortos em atentado ao Bataclan, em Paris, no dia 14 de novembro (Foto: AFP Photo/Franck Fife )





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Banda Eagles of Death Metal volta a tocar em Paris após atentados


O grupo norte-americano Eagles of Death Metal, que tocava no teatro parisiense Bataclan no momento dos atentados de 13 de novembro, voltaram a atuar nesta segunda-feira na capital francesa, convidados pela banda irlandesa U2.

O gripo Eagles of Death Metal, cuja presença não havia sido confirmada, subiu ao palco no final do show, convidados por Bono Vox, líder do U2.

"Vocês estão bem?", perguntou à plateia Hughes, impecavelmente vestido de branco, antes de começar a cantar a música "People Have The Power" (O povo tem poder, em inglês).

"Obrigada ao U2 por nos dar esta oportunidade", afirmou o cantor, que depois disse: "Te amamos, Paris!".

Desde a semana passada vários veículos indicavam que a banda U2 poderia convidar ao palco os músicos norte-americanos.

"É muito legal que eles tenham voltado tão rápido. É um recado para os terroristas", comentou Marie-Jeanne Miens, que saiu do norte da França para assistir o show.

A apresentação foi organizada sob um forte esquema de segurança, e a casa de shows passou por uma verificação rigorosa.

No show de 13 de novembro, a banda Eagles of Death Metal perdeu seu responsável comercial e três membros de sua gravadora.



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Bateria de Ringo Starr nos Beatles é vendida por US$ 2,2 milhões em leilão



A bateria Ludwig Oyster Black Pearl de 1963 usada por Ringo Starr em gravações dos Beatles e leiloada por US$ 2,2 milhões  (Foto: Reuters/Courtesy of Julien's Auctions/Handout via Reuters)A bateria Ludwig Oyster Black Pearl de 1963 usada por Ringo Starr em gravações dos Beatles e leiloada por US$ 2,2 milhões (Foto: Reuters/Courtesy of Julien's Auctions/Handout via Reuters)

Uma bateria usada por Ringo Starr em gravações de alguns dos primeiros hits dos Beatles foi adquirada por um proprietário de um time da NFL (a liga norte-americana de futebol americano) por US$ 2,2 milhões, de acordo com a casa de leilões dos Estados Unidos que administrou a venda. 

Ringo Starr usou o kit Ludwig Oyster Black Pearl, de três peças, em mais de 200 shows com a banda em 1963 e 1964, bem como na gravação de músicas como “Can’t Buy Me Love”, “She Loves You” e “I Want to Hold Your Hand”. 

A casa de leilões Julien’s confirmou que o dono do time Indianapolis Colts Jim Irsay comprou a bateria, que não era vista em público há mais de 50 anos, em leilão que se encerrou neste sábado (5).

A primeira tiragem do “Álbum Branco” dos Beatles no Reino Unido arrecadou US$ 790 mil, e uma guitarra Rickenbacker dada a Starr por John Lennon acabou arrematada por US$ 910 mil, de acordo com a Julien’s. 

O leilão de três dias em Beverly Hills, na Califórnia, teve mais de 800 itens, incluindo memorabilia da carreira do grupo e bens pessoais, de propriedade de Ringo Starr e de sua esposa, a atriz Barbara Bach.

Ao todo, foram arrecadados cerca de US$ 10 milhões, segundo a casa de leilões. 

 





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