Adele diz que não permitiu uso de sua música em campanha política



 A cantora britânica Adele se revelou nova inimiga dos serviços de streaming, como o Spotify  (Foto: Getty Images) Cantora britânica Adele disse que não deu autorização para utilizar música em campanhas políticas (Foto: Getty Images)

 

A cantora britânica Adele deixou claro nesta segunda-feira (1º) que não deu permissão para ninguém usar sua música em campanhas políticas. O porta-voz da  não mencionou se ela cogita tomar as medidas legais para impedir o uso não autorizado de sua música.

O porta-voz de Adele divulgou um comunicado depois que o pré-candidato presidencial republicano dos EUA Donald Trump tocou o hit de Adele de 2011 “Rolling in the Deep” em comícios em Iowa. Já Mike Huckabee lançou uma paródia no YouTube na semana passada com seu single de 2015 “Hello”.

 

“Adele não deu permissão para que sua música seja usada para qualquer campanha política”, afirmou o porta-voz da cantora em um email.

O novo álbum de Adele, “25”, foi o mais vendido nos Estados Unidos no ano passado.

Adele não é a única estrela pop ou do rock a ter sua música usada para fins políticos.

A banda R.E.M. criticou Trump em setembro por usar sua canção de sucesso “It’s the End of the World”, em um comício, e Frankie Sullivan reclamou sobre a utilização do hit de 1982 “Eye of the Tiger”, em uma entrevista coletiva em setembro com Kim Davis, uma escrivã de Kentucky brevemente preso por se recusar a emitir licenças de casamento gay.

 





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Adele diz que não deu permissão para uso de sua música em campanha política


Adele canta durante Oscar de 2013(Reuters) – A cantora britânica Adele deixou claro nesta segunda-feira que não deu permissão para ninguém usar sua música em campanhas políticas. O porta-voz de Adele divulgou um comunicado depois que o pré-candidato presidencial republicano dos EUA Donald Trump tocou o hit de Adele de 2011 "Rolling in the Deep" em comícios em Iowa, e Mike Huckabee lançou uma paródia no YouTube na semana passada com seu single de 2015 "Hello". "Adele não deu permissão para que sua música seja usada para qualquer campanha política", afirmou o porta-voz da cantora em um email. …



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Camisa de Vênus celebra 35 anos de carreira com show em Brasília



Camisa de Vênus (Foto: Divulgação)Marcelo Nova e Robério Santana, do Camisa de Vênus (Foto: Divulgação)

A turnê comemorativa de 35 anos da banda Camisa de Vênus chega ao Net Live Brasília no próximo dia 19 de fevereiro. No palco, os idealizadores do grupo, Marcelo Nova e Robério Santana, contam com uma nova formação, que inclui um dos filhos do vocalista. A festa começa às 22h, e os ingressos custam a partir de R$ 60 (1º lote/meia entrada).

O repertório do show traz músicas dos quatro álbuns do grupo e dos três registros ao vivo ao longo da carreira. Entre os sucessos estão “Eu não matei Joana D’Arc”, “Só o fim”, “Bete morreu”, “Simca Chambord”, “Deus me dê grana”, “O adventista” e “Silvia”.

Composições de outros artistas, e que também fazem parte da história do Camisa, como “Negue”, sucesso na voz de Nelson Gonçalves, “Gothan City”, que Jards Macalé apresentou sob vaias no “4º Festival Internacional da Canção”, em 1969, e “My way”, hit de Frank Sinatra regravado pelos Sex Pistols, ganham versões eletrificadas no show.

Nova e Santana são acompanhados pelo baterista Célio Glouster e pelos guitarristas Leandro Dalle e Drake Nova. A turnê em comemoração aos 35 anos da banda teve início no ano passado e já percorreu diversas cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Recife.

Decidimos fazer esta reunião para celebrar os 35 anos da banda e também porque não há nada de novo no mercado que seja interessante, para variar”
Robério Santana,
baixista do Camisa de Vênus

“Tivemos algumas reuniões para verificarmos as possibilidades, e concluímos que era um bom momento. É inacreditável que já se passaram 35 anos desde que eu convidei Robério para começar uma banda em Salvador”, disse Nova ao G1, no início da turnê, em 2015.

“Decidimos fazer esta reunião para celebrar os 35 anos da banda e também porque não há nada de novo no mercado que seja interessante, para variar”, disse Santana, na mesma entrevista. Segundo ele, os arranjos das canções se mantêm fiéis aos originais.

Bota pra f***
O Camisa de Vênus foi formado em 1980 depois de uma conversa entre o cantor Marcelo Nova e o baixista Robério Santana. Os dois trabalhavam em veículos de comunicação do grupo Aratu, em Salvador.

Santana chamou o amigo Karl Hummel para a guitarra, que chamou Gustavo Mullem para a bateria. A formação incluía o guitarrista solo Eugênio Soares, que durou até o segundo show da banda.

Banda Camisa de Vênus no início dos anos 80 (Foto: Reprodução/Site oficial Marcelo Nova)Banda Camisa de Vênus, no início dos anos 80 (Foto: Site oficial Marcelo Nova/Reprodução)

Marcelo Nova chegou a dizer que entrevistas que o som do grupo nos ensaios era motivo de reclamação e incômodo, por isso pensou no nome Camisa de Vênus. O primeiro LP, homônimo à banda, foi lançado em 1983. No ano seguinte, chegou às lojas “Batalhões de estranhos”. Antes do primeiro fim do grupo, em 1987, eles gravaram “Duplo sentido”.

Um ano antes, o Camisa teve o que pode ser considerado o principal ano da primeira fase do grupo. Primeiro, foi lançado “Correndo o risco”, que trazia os sucessos “Simca Chambord”, “Só o fim”, “Deus me dê grana” e uma versão para “Ouro de tolo”, de Raul Seixas. O disco vendeu 300 mil cópias.

Marcelo Nova e Drake Nova (Foto: Divulgação/Site Oficial)Marcelo Nova e o filho Drake Nova
(Foto: Site Oficial/Divulgação)

Também em 1986, chegou ao mercado o disco “Viva”, gravado durante show do Camisa no “Caiçara Music Hall, em Santos. O álbum vendeu 180 mil cópias, marca superada apenas pelo disco “Rádio Pirata”, entre os trabalhos ao vivo lançados nos anos 1980.

O trabalho é um dos primeiros do rock nacional a conter palavrões. Marcelo Nova quis aproveitar o surgimento da “Nova República”, que teve como marco a eleição de Tancredo Neves à presidência, no ano anterior, e decidiu não enviar o material para apreciação da censura.

O LP já era um sucesso – com 40 mil cópias até então – quando a Polícia Federal recolheu os discos das lojas. Após passar pelos censores, o trabalho voltou ao mercado com 8 das 10 faixas vetadas por “linguagem inapropriada”.

Após o retorno em meados dos anos 1990, a banda lançou o disco ao vivo “Plugado!”, em 1995. No ano seguinte, foi gravado o último álbum de estúdio até então, “Quem é você?”, que tem participações de Eric Burdon, do The Animals, na  regravação de “Don’t let me be misunderstood”, e dos Raimundos, em “Essa linda canção”. O último registro é o álbum ao “Ao vivo – Festival de Verão Salvador”, de 2004.

Marcelo Nova (Foto: Livia Lamana/Divulgação)Marcelo Nova (Foto: Livia Lamana/Divulgação)





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Show do intervalo do Super Bowl é grande palco mesmo para grandes astros



LOS ANGELES (Reuters) – Quando o Coldplay subir ao palco montado no intervalo do Super Bowl, a grande final do futebol americano dos Estados Unidos, no domingo, muita coisa estará em jogo mesmo para uma banda apontada pela revista Rolling Stone como “um dos grupos comercialmente mais bem-sucedidos do novo milênio”. Cem milhões de telespectadores ou mais devem assistir ao espetáculo de 15 minutos milimetricamente coreografado – mais de 50 vezes o público da última grande turnê do grupo em 2012, de acordo com cifras da Pollstar, empresa especializada em estatísticas de shows. …



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Terry Wogan, apresentador de TV irlandês, morre aos 77 anos



O apresentador irlandês Terry Wogan em foto de 7 de setembro de 2009 (Foto: Leon Neal/AFP )O apresentador irlandês Terry Wogan em foto de 7 de setembro de 2009 (Foto: Leon Neal/AFP )

O apresentador irlandês Sir Terry Wogan, conhecido por ter trabalhado na BBC e apresentado por muitos anos o concurso Eurovision, morreu neste domingo (31) de câncer aos 77 anos de idade, anunciou a BBC, citando sua família.

“Sir Terry Wogan morreu hoje após uma curta, mas corajosa batalha contra o câncer”, declarou sua família à BBC.

“Ele morreu rodeado por sua família. Sabemos que ele será lembrado por muitas pessoas, mas pedimos que a privacidade da família seja respeitada neste momento”, acrescentou.

“Meus pensamentos estão com a família de Terry Wogan. A Grã-Bretanha perdeu um grande talento”, tuítou o primeiro-ministro britânico, David Cameron.

“Eu cresci ouvindo-o na rádio e assistindo-o na TV”, afirmou o líder britânico. “Seu charme e humor sempre me fizeram sorrir”.

De acordo com o diretor-geral da BBC, Tony Hall, Terry Wogan era “um tesouro nacional”. “Nós perdemos um grande amigo”, lamentou.

“Sir Terry era uma lenda do rádio. Por décadas, agradou muitos ouvintes com sua inteligência, seu calor e seu humor inimitável”, elogiou Helen Boaden, diretora da BBC Radio.

Nascido em 3 de agosto de 1938 na Irlanda, Terry Wogan começou sua carreira no banco antes de ir para o rádio. Por quase três décadas, apresentou um programa matinal na rádio BBC 2 que atraía milhões de ouvintes.

Nomeado cavaleiro pela rainha em 2005, Sir Terry Wogan também foi uma estrela de TV, animando por muitos anos o Festival Eurovision da Canção.





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David Bowie queria cinzas em Bali e deixou metade da fortuna para esposa



David Bowie em foto do disco 'Aladdin Sane' (Foto: Divulgação)David Bowie em foto do disco ‘Aladdin Sane’ (Foto: Divulgação)

O cantor britânico David Bowie, que morreu aos 69 anos em 10 de janeiro, pediu que suas cinzas fossem jogadas em Bali, informou nesta sexta-feira (29) o jornal americano “The New York Post”.

 

A publicação citou o testamento do artista ao dizer que ele queria seguir as doutrinas dos rituais budistas.

A ilha indonésia, onde predomina a religião hindu, é reconhecida por sua cultura musical e artística única, além de ser um retiro espiritual para muitos.

O jornal afirmou que Bowie deixou pelo menos metade de uma fortuna estimada em US$ 100 milhões para sua viúva, a supermodelo de origem somali Iman, assim como sua casa no bairro do Soho, em Nova York.

Seus dois filhos, o diretor Duncan Jones e a filha adolescente Alexandria, dividirão a maioria do restante.

Bowie morreu dois dias depois de seu aniversário de 69 anos e de lançar seu último disco “Black Star”. Por 18 meses, o astro travou uma batalha contra o câncer, revelada apenas para algumas pessoas.

Sua família manteve seus desejos póstumos em discrição, assegurando que somente seu círculo mais íntimo celebrasse uma cerimônia privada.

Acredita-se que Bowie tenha passado um tempo em Bali e em outras partes da Indonésia. Sua canção “Tumble and Twirl” (“Rodar e girar”), por exemplo, começa com os seguintes versos: “I’ve seen the city / And I took the next flight for Borneo / They say it’s pretty” (“Vi a cidade / E peguei o próximo voo para Bornéu / Dizem que é bonito”, em tradução livre).

Em um artigo após a morte de Bowie, o jornal “Jakarta Post” publicou uma foto do músico vestido com roupas da Indonésia e disse que Bowie fez versões no idioma indonésio de várias de suas canções.





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