'Uma honra', diz baixista da Dingo Bells, que vai abrir show do Maroon 5



Dingo Bells fará show de abertura para o Maroon 5 em Porto Alegre (Foto: Rodrigo Marroni/Divulgação)Dingo Bells fará show de abertura para o Maroon 5 em Porto Alegre (Foto: Rodrigo Marroni/Divulgação)

A atração principal é o Maroon 5, mas os gaúchos da Dingo Bells são os convidados de honra da festa na noite desta quarta-feira (9). O trio formado por Rodrigo Fischmann (voz principal e bateria), Felipe Kautz (baixo e voz) e Diogo Brochmann (guitarra e voz) fará o show de abertura para Adam Levine e companhia, na estreia da turnê brasileira da banda californiana em Porto Alegre. Além deles, os americanos da Dashboard Confessional também estarão no palco.

O convite surgiu há alguns dias, mas a informação foi confirmada e divulgada na última quarta (2). O conteúdo do e-mail da produção da banda surpreendeu os integrantes.

Apesar das diferenças entre as bandas, nós também adoramos e fazemos música pop, então vai ser massa apresentar o nosso som para o público do show”
Felipe Kautz, baixista da
banda Dingo Bells

“Recebemos há um tempo um e-mail da nossa produtora com o título ‘Maroon 5’. Nunca imaginamos que poderia ser o convite para abrir o show deles. Então, rolou aquele tipo de momento que a tua cabeça não entende a informação que acabou de receber. Relemos: ‘O Maroon 5 ouviu alguns artistas do Sul e curtiu o trabalho dos Dingo Bells, então eles gostariam que vocês abrissem o show deles em Porto Alegre’. Daí caiu a ficha. Foi super engraçado, ficamos felizes e, claro, aceitamos o convite”, conta ao G1 o baixista Felipe Kautz.

Com influências de rock alternativo, folk e soul music, a Dingo Bells conquistou reconhecimento  nacional com a estreia do álbum independente “Maravilhas da Vida Moderna”, lançado em abril do ano passado, e gravado via financiamento coletivo. Já conhecidos nos palcos gaúchos, e alcançando sucesso em outras partes do país, os músicos, de 28 anos, não são novatos na cena. Aliás, têm quase o mesmo tempo de carreira que o Maroon 5: se uniram há dez anos para formar a Dingo Bells.

Dingo Bells também se prepara para se apresentar no Lollapalooza (Foto: Rodrigo Marroni/Divulgação)Dingo Bells também se prepara para show no
Lolla (Foto: Rodrigo Marroni/Divulgação)

Para eles, a oportunidade de participar de shows internacionais como banda de abertura só facilita a visibilidade para artistas locais, que nem sempre estão ao alcance do público.

“Acho importante que quem curte música incentive não só a atração internacional, mas também a nós, artistas locais. Por isso, gosto muito da ideia de shows de abertura locais para atrações de fora”, pondera Kautz.

“Eles são uma banda de música pop e são muito bons nisso. Para gente, é muito legal e uma honra fazer parte, vai ser uma grande noite. Apesar das diferenças entre as bandas, nós também adoramos e fazemos música pop, então vai ser massa apresentar o nosso som para o público do show”, completa o baixista.

No ano passado, a Dingo Bells conquistou dois troféus do Prêmio Açorianos de Música 2015, um dos mais tradicionais da área cultural do Rio Grande do Sul. Venceu nas categorias Composição Pop e Projeto Gráfico.

A boa repercussão do novo álbum rendeu um convite para se apresentar no Lollapalooza, em São Paulo. Logo após a abertura para o Maroon 5, o trio prepara as malas para embarcar para a capital paulista. O show no festival acontece no próximo domingo (13).

Com tudo isso, o momento da carreira não poderia ser melhor. “Já está tudo engatilhado. Tem umas projeções bem legais que vão rolar, que estão sendo finalizadas, e o plano todo já está montado. Vamos fazer alguns ensaios em Porto Alegre e mais um ensaio geral na véspera, em São Paulo. A gente tá super animado, vai ser um dos grandes momentos da nossa carreira até aqui, então estamos muito focados. Vai ser demais”, celebra Kautz.

Maroon 5 fará seis apresentações no país (Foto: Divulgação)Maroon 5 fará seis apresentações no país e começa turnê em Porto Alegre (Foto: Divulgação)

Hits e shows lotados
Donos de hits como “This Love”, “She Will Be Loved”, “Sugar” e “Moves Like Jagger”, O Maroon 5 já vendeu 30 milhões de álbuns e 48 milhões de singles no mundo. O pop dos californianos costuma esbarrar sempre em outros gêneros, como o soul, o R&B e o rock, mas sem perder a essência dançante e com refrões cantaroláveis.

Após a apresentação na capital gaúcha, a excursão do conjunto liderado pelo cantor Adam Levine seguirá para Belo Horizonte (11), Salvador (13), Fortaleza (16), São Paulo (19) e, por fim, Rio de Janeiro (20).

A atual turnê mundial do disco “V” já passou pela América do Norte e Europa, com shows esgotados. Em setembro, a banda tem apresentações agendadas na Ásia e Austrália. Até o final, mais de 25 países serão visitados.

MAROON 5 EM PORTO ALEGRE

Data: Quarta-feira, 9 de março
Horário: 21h30
Local: Estacionamento da FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi – Porto Alegre/RS
Capacidade: 30.000 pessoas
Ingressos: de R$ 120 a R$ 480
– Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.
Classificação etária: De 10 a 13 anos é permitida a entrada acompanhado de um responsável. A partir de 14 anos é permitida a entrada desacompanhado.

Maroon 5 (Foto: Caio Kenji / G1)Maroon 5 é liderado pelo cantor Adam Levine (Foto: Caio Kenji / G1)

 

 





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Kesha se engasga em jantar de premiação contra bullying a LGBTs



Kesha Planeta Atlântida 2015 (Foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)Kesha Planeta Atlântida 2015 (Foto: Jefferson Bernardes/Agência Preview)

A estrela pop Kesha, que diz seu produtor abusou sexualmente e psicologicamente dela, se engasgou depois de receber um prêmio por sua postura contra o assédio dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros jovens.

Em um ponto em seu discurso na noite de sábado (6), ela começou a se engasgar e se afastou do microfone para se recompor. O público a apludiu.

A ‘Human Rights Campaign Nashville’ apresentou a cantora com o seu Prêmio Visibilidade, que a reconheceu por usar os holofotes para falar contra o bullying de jovens LGBTs.

O prêmio vem logo após a cantora perder um pedido inicial em fevereiro de ser liberada de seu contrato com o hitmaker Dr. Luke, que nega as reivindicações de Kesha e diz que a artista o está difamando.

“Muitos de vocês sabem que eu estou passando por algumas coisas pessoais que têm sido muito intensas e duras ultimamente. Eu só quero dizer obrigado pelo apoio que recebi “, disse ela ao público durante um jantar em Nashville, Tennessee, onde ela cresceu.

“Minha mensagem hoje é não ter medo de falar contra qualquer injustiça que você passar”, disse ela. “Não podemos ter medo de lutar por nossa dignidade. Estes são os nossos direitos humanos básicos”, completou.

Kesha disse que seu hit de 2010 “We R Who We R” se destinava a ser um hino de orgulho para os jovens que se sentiram vítimas.

Ajuda de Taylor Swift
A vencedora do Grammy Taylor Swift decidiu ajudar a cantora Kesha com a quantia de US$ 250 mil para quaisquer “necessidades financeiras”, após a decisão de uma juíza em manter o contrato de gravação de Kesha com o produtor Dr. Luke e a Sony Music.

Na sexta-feira (19), a juíza Shirley Kornreich, da Suprema Corte de Nova York, decidiu contra a cantora Kesha, afirmando que ela deve permanecer contratualmente ligada à Sony e à Kemosabe Records, gravadora criada e comandada por Dr. Luke.

Kesha acusa o produtor Dr. Luke de abusos sexuais, físicos, verbais e emocionais. Já Dr. Luke e a Sony dizem que ela está violando o contrato por não fazer os três álbuns restantes dos cinco prometidos. “Você está pedindo ao tribunal para dizimar um contrato que foi fortemente negociado e é típico para a indústria”, disse a juíza Kornreich.

Uma nova audiência sobre o caso ainda será marcada. Além de Swift, artistas como Lady Gaga, Ariana Grande, Lorde e Demi Lovato também estão apoiando Kesha.

Entenda o caso
Em outubro de 2014, Kesha entrou com uma ação contra o produtor Dr. Luke, alegando que sofreu “abusos sexuais, físicos, verbais e emocionais” durante uma década. A ação diz que Luke, que se chama Lukasz Gottwald, começou a assediá-la sexualmente quando Kesha assinou contrato para trabalhar com ele. A cantora tinha 18 anos e ele supostamente a obrigou a beber álcool e usar drogas para ficar menos inibida.

Kesha está pedindo a um juiz para liberá-la de seu contrato com Gottwald. Dr. Luke, que também trabalhou com Katy Perry, Britney Spears, Christina Aguilera e muitos outros artistas, entrou com uma ação judicial contra Kesha. Ele afirma que ela inventou suas alegações e tentou extorqui-lo para que possa terminar seu contrato com ele. O produtor apresentou sua ação no mesmo dia em que a cantora pop entrou com a dela.

Abuso sexual
Kesha afirma que Luke fez com que ela cheirasse uma substância antes de embarcar em um avião e, então, ele a violentou, enquanto ela estava dopada. Em outra ocasião, segundo Kesha, ele supostamente deu “pílulas de sobriedade” para a cantora e ela acordou nua na cama do produtor, sem se lembrar de como ela chegou lá. Ela também relatou um incidente em que o produtor supostamente veio para ela “violentamente a atingindo com os braços”. Isso fez com que ela corresse descalça pelas ruas.

“Esta ação é um esforço sincero de Kesha para recuperar o controle de sua carreira musical e sua liberdade pessoal, depois de sofrer por 10 anos como uma vítima de manipulação mental, abuso emocional e sexual nas mãos de Dr. Luke”, disse o advogado de Kesha.





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‘Rock está onde sempre esteve, mas hoje é preciso ir até lá’, diz Barone



João Barone no show dos Paralamas do Sucesso no Rock in Rio (Foto: Fabio Tito/G1)João Barone no show dos Paralamas do Sucesso no Rock in Rio (Foto: Fabio Tito/G1)

Considerado um dos maiores bateristas brasileiros do pop-rock nacional e ídolo desde os anos 1980, o baterista dos Paralamas do Sucesso, João Barone afirma que o rock está no lugar onde deveria, mas que hoje é o público que deve procurá-lo. Ao G1, ele falou sobre o “novo ciclo de 30 anos” da banda, a paixão por The Police, a relação com a capital federal e o cenário político do país. Ele a banda se apresentam com os Titãs no Brasília Rock Show, neste sábado no Net Live, a partir das 21h.

“O rock está sempre onde esteve. Já esteve em evidência, pareceu mais presente, mas ainda está no lugar dele. A diferença é que hoje você tem que ir até ele. Antes, ele chegava em todos os lugares”, diz Barone.

Há mais de três décadas na estrada com os Paralamas, o baterista projeto um novo ciclo de 30 anos. Os shows e o contato com o público são apontados como os combustíveis capazes de manter ele, Bi Ribeiro (baixo) e Herbert Vianna (guitarra e voz) na estrada.

“Enquanto a gente encontrar esse tipo de resposta do público, a gente vai continuar. A estrada é o grande sustentáculo, a gente se realimenta disso.”

A turnê anterior celebrava os 30 anos da banda. Os shows eram compostos não apenas das músicas mais conhecidas pelo público, mas também traziam informações sobre quando foram gravadas e em que disco. Os dados apareciam em um telão, que trazia fotos e vídeos dos músicos e de artistas contemporâneos em todas as épocas do grupo.

“A gente espera daqui para frente conseguir manipular isso [a carreira] de maneira interessante, puxar as cordinhas de maneira interessante, ver como seria lançar álbum novo, ver como está rolando, a maré hoje em dia. Manter essa integridade.”

Um dos momentos mais marcantes da turnê passada foi a apresentação no Rock in Rio, em setembro último. A banda emocionou o público com alguns de seus maiores sucessos e menções a contemporâneos como Ultraje a Rigor (em “Inútil”) e Legião Urbana (“Que país é este”), além da já incorporada “Você”, de Tim Maia.

Herbert também citou também “Sociedade alternativa”, de Raul Seixas, e “Every breath you take”, do The Police, banda que está entre as prediletas de Barone. A banda de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland, aliás, é uma das paixões assumidas de Barone. Perguntado sobre qual o baterista considerava mais importante em sua formação musical, o paralama cita Copeland à frente de Ringo Starr, outra influência marcante.

“O Copeland tem o aspecto da redescoberta. Ringo foi o cara que primeiro me chamou a atenção para a bateria, mas o Police, o Copeland deu aquela renovada, de um baterista de uma banda de rock. São dois bateristas icônicos, representantes de uma geração de bateristas.”

‘Brasília é uma ilha’
Já tem mais de 20 anos que o companheiro de banda, Herbert Vianna, escreveu que a capital do país era um lugar diferente do restante do país. “Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei / Uma cidade que fabrica sua própria lei / Onde se vive mais ou menos como na Disneylândia”, diz um trecho da música “Luís Inácio (300 picaretas)”. O intervalo entre o período da composição e a atualidade teve mudanças, mas deixou muita coisa do mesmo jeito, segundo Barone.

“Brasília foi se tornando uma cidade igual às outras, onde se legisla ao próprio favor. Infelizmente Brasília tem um aspecto muito terrível. Se parece cada vez mais [com as outras cidades], com miséria ao redor. Tem a qualidade de vida, como as pessoas se socializam, mas ao mesmo tempo tem toda a diferença de castas.”

Único daos Paralamas que não morou na capital federal, o baterista tem propriedade para falar sobre a cidade. A mulher dele é de Brasília e ele constuma vir sempre, não apenas para as apresentações com a banda.

Ele afirma adorar a cidade, mas vê que algumas características peculiares não são dignas de apreço. “Capital tem essa mensagem, coisa emblemática, em teoria a gente deveria ver as coisas funcionarem direito, mas não é bem assim.”

Falando na “terra do poder”, Barone vê o momento político do país como “aflitivo”, como um período em que as pessoas estão tentando recolocar o Brasil nos trilhos. “Esse momento vai se determinante para devolver o país para o seu rumo de crescimento, de volta ao caminho de desenvolvimento. Tem que continuar cobrando”, diz.

Barone faz um paralelo entre a realidade atual e aquilo que o Brasil vivia, as “cobranças” que eram comuns nos anos 1980, quando os Paralamas iniciavam a carreira. Segundo o músico, algumas questões permanecem a mesma.

“A gente colocou a boca no trombone naquela época, tenho a lembrança da gente falando sobre a questão social do Brasil. Aquilo serviu meio que como uma bula, um questionamento sobre o que a gente quer para o nosso país. Hoje parece que tenho um deja vu. Depois de viver a euforia, [a gente foi] acordar para a mesma situação que a gente vivia quando acabou a ditadura”, afirma. “Deu a impressão de que estava indo na direção certa, mas depois a gente viu que precisava de mudanças mais profundas, que paliativos não funcionam.”

Segundo o baterista, a desculpa da “jovem democracia” já não cola. O mesmo vale para o costume de colocar a culpa dos erros nos outros. “A gente tem culpa, na hora que deixou de separar o lixo, por exemplo, nos gestos pequenos. Acho que o Brasil é uma espécie de planta carnívora. A mosca pousa e ele fecha. A gente é aberto às influências estrangeiras, mas aí a coisa acontece daquele jeito. Tem também a mítica do povo gentil, do povo pacato, mas que mata 50 mil pessoas.”

Brasília Rock Show – Paralamas do Sucesso e Titãs

Abertura: Rotação Inversa
Data: sábado (5)
Horário: 21h
Local: Net Live Brasília
Endereço: SHTN, trecho 2, conjunto 5, lote A – Asa Norte
Abertura dos portões: 19h30
Ingressos do primeiro lote: pista frente palco: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia)
Pista: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia)





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Fim de semana no DF tem show de Nando Reis e mostras de arte



Nando Reis encerrou a segunda noite do festival (Foto: Rogério Vital)Nando Reis se apresenta em 5 de março no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (Foto: Rogério Vital)

Brasília recebe neste sábado (5) o cantor e compositor Nando Reis, que traz no repertório alguns dos principais sucessos da carreira. A novidade é que ele vai se apresentar sozinho, só com o violão, depois de 15 anos acompanhado da banda Os Infernais. O show acontece a partir das 22h no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. 

Também neste sábado, a banda As Vingadoras, dona do hit “Metralhadora”, se apresenta na boate Bamboa Brasília a partir das 22h. O evento tem a participação da dupla Wilian & Marlon, que toca sucessos do sertanejo universitário. Ingressos variam de R$ 50 a R$ 80 e podem ser comprados pelo site da Bilheteria Digital.

O restaurante Zero61 recebe o DJ Léo Machado na sexta (4), a partir das 20h. O DJ toca hits da deep house, do hip hop, do axé e do sertanejo. No sábado (5), o Projeto 361 Graus traz o cantor Rafael Sales, a banda Clima de Montanha e a cantora Makena para tocar sucessos do samba e do pagode a partir das 13h. Já no domingo, a banda Camafeu toca clássicos do Pop Rock, MPB e Reggae a partir das 17h.

A entrada no sábado custa R$ 25 feminino e R$ 50 masculino, com nome na lista até as 17h. Após esse horário, o valor passa para R$ 30 feminino e R$ 60 masculino. No domingo, a entrada custa R$ 20 feminino e R$ 50 masculino até as 19h, com nome na lista. Depois, os valores são R$ 30 feminino e R$ 60 masculino.

Esculturas hiper-realistas e surrealistas são as atrações da exposição “ComCiência”, no CCBB). As obras, de autoria da artista australiana Patricia Piccinini, podem ser vistas até 4 de abril.

A primeira exposição individual de Patricia Piccinini no Brasil ocupa todos os espaços do CCBB. “ComCiência” mostra esculturas que levam o público a refletir sobre natureza, arte e ciência.

Entre as esculturas, estão uma forma agigantada, parecida com uma macaca que amamenta um bebê e um menino que observa o mundo de cima de uma série de cadeiras empilhadas.

Obra Obra “The Long Awaited” (2008) é uma das esculturas hiper-realistas da mostra (Foto: Alexandre Bastos/G1)

Além disso, o violonista espanhol Maurício Díaz se apresenta no sábado (5) a partir das 19h no Instituto Cervantes. O show abre o projeto intitulado “Guitarríssimo”, que convida para concertos violonistas consagrados na América Latina, Espanha e Brasil.

Pela primeira vez no Brasil, Díaz propõe um concerto acústico, dividido em duas partes, como tributo aos cem anos da morte do pianista Enrique Granados (1867-1916), um dos maiores compositores espanhóis. Peças como “Valsas Poéticas”, de Granados, “Serenata Española”, de Joaquín Malats, além de obras de compositores contemporâneos, como Isaac Albéniz e Manuel de Falla fazem parte do repertório.

Para finalizar, Maurício Díaz complementa o repertório trazendo sons latino-americanos, com composições dos mexicanos Manuel M. Ponce e Manuel Cerda e do argentino Héctor Ayala.

Os ingressos para a apresentação são vendidos na secretaria de cursos do Instituto Cervantes e custam R$ 20 a inteira.

Um das 45 fotografias expostas na mostra de José Manuel Navia  (Foto: José Manuel Navia/ Divulgação )Um das 45 fotografias expostas na mostra de José
Manuel Navia (Foto: José Manuel Navia/ Divulgação)

Ainda no Instituto Cervantes, o espaço cultural apresenta a mostra “Miguel de Cervantes ou o desejo de viver”, do fotógrafo espanhol José Manuel Navia. A exposição, que começa nesta quinta-feira (3) e vai até 16 de abril, é uma alusão ao trajeto percorrido por Miguel de Cervantes durante sua vida e celebra os 400 anos de morte do romancista castelhano. 

As 45 fotografias mostram cenários descritos nas obras de Cervantes, autor do clássico “Dom Quixote”. A proposta de Navia é levar o olhar atual sobre o percurso realizado pelos personagens dos livros de Cervantes, dialogando com a literatura e a realidade.

Os visitantes podem conferir a exposição das 9h às 20h de segunda a sexta. Aos sábados,  das 9h às 15h. A entrada é gratuita.

O circo Khronos apresenta o espetáculo “Frozen” no Boulevard Shopping nesta sexta (4), a partir das 20h30 e sábado (5) e domingo (6) às 16h, 18h e 20h30. A meia-entrada custa R$ 15 (para crianças a partir de 2 anos completos, carteira de estudantes e melhor idade).

O circo Khronos fica em cartaz até o dia 20 de março, no estacionamento externo do shopping Boulevard, e faz apresentações às quintas, sextas e nos finais de semana.

Neste sábado (5), a partir das 20 h, o musical “Poesia do Sertão” estará em cartaz no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília. O espetáculo mostra as artes do repente, da literatura de cordel e da poesia matuta, com uma roupagem musical genuína, por meio do repentista Domingos Fonseca, do cordelista Leandro Gomes de Barros e do poeta matuto Patativa do Assaré. A entrada é franca.

Vera Holtz interpretando Timon na peça Timon de Atenas (Foto: Dalton Valério/ Divulgação)Vera Holtz interpretando Timon na peça Timon de Atenas (Foto: Dalton Valério/ Divulgação)

Do dia 11 ao dia 13, o Teatro UNIP recebe o espetáculo “Timon de Atenas”, com a atriz Vera Holtz no papel de Timon. De autoria de William Shakespeare, a peça traz ainda 14 atores se revezam em 22 papéis. Ingressos custam R$ 25,00 (inteira) e estão à venda na bilheteria do teatro, no site Ingresso.com e na Central de Ingressos do Brasília Shopping.





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Sesi de Itapetininga recebe Leci Brandão nesta sexta-feira



Leci Brandão diz que músicos devem considerar cada passo conquistado na competição  (Foto: Elaine Almeida/G1)Leci Brandão se apresenta no Sesi em Itapetininga  (Foto: Elaine Almeida/G1)

 

O Sesi de Itapetininga (SP) recebe na noite desta sexta-feira (4) o show com a cantora e compositora Leci Brandão. O show é de graça, está previsto para começar 20h e o evento abre a programação cultural da unidade em 2016.

Famosa no meio musical, Leci começou a carreira no início dos anos 70 e já compôs clássicos do samba como “Só quero te namorar” e “Isso é Fundo de Quintal”. No repertório da apresentação haverá composições de Martinho da Vila e Arlindo Cruz.

Além do show, quem passar pelo Sesi da cidade também pode visitar a exposição “Plínio Marcos 80 anos”, feita pelo artista Kiko Barros. A mostra de fotografias do acervo familiar do escritor e dramaturgo será exibida até 27 de março na unidade.

Serviço
O Sesi de Itapetininga fica na avenida Padre Brunetti, 1360, na Vila Rio Branco.

 

 





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Kendrick Lamar surpreende fãs ao lançar álbum 'Untitled Unmastered'



Kendrick Lamar ganha o primeiro prêmio do Grammy 2016, com o melhor álbum de rap (Foto: Mario Anzuoni/Reuters)Kendrick Lamar ganha o primeiro prêmio do Grammy 2016, com o melhor álbum de rap (Foto: Mario Anzuoni/Reuters)

O rapper Kendrick Lamar lançou de forma surpresa um álbum de oito faixas, chamado “Untitled Unmastered”.

Com solos de jazz e letras politicamente carregadas, o disco parece ser um complemento de “To pimp a butterfly”, ao invés de um registro independente.

Todas as faixas são “Untitled”, salvas pela data em que foram gravadas. O álbum está disponível nos principais serviços de streaming, incluindo Spotify, Apple Music e Google Play.

Lamar disse recentemente ao site de hip-hop 2 Dope Boyz que estava sentado em uma abóbada de material que não entrou em “To pimp a butterfly”.

Os fãs do rapper estão familiarizados com algumas das canções de “Untitled Unmastered”, que Lamar já apresentou na TV dos EUA. Entre elas está “Untitled 03”, originalmente revelada no programa “The Colbert Report”. A música lida com religião, sucesso e a exploração de seu trabalho.





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Bobbi Kristina Brown morreu afogada e por misturar drogas, diz autópsia



 Bobbi Kristina Brown posa durante uma premiere em agosto de 2012  (Foto: Reuters/Fred Prouser/Arquivo) Bobbi Kristina Brown posa durante uma premiere em agosto de 2012 (Foto: Reuters/Fred Prouser/Arquivo)

Os resultados da autópsia de Bobbi Kristina Brown, filha dos cantores Whitney Houston e Bobby Brown, foram divulgados nesta sexta-feira (4). Ela morreu ao misturar drogas e “imersão do rosto na água”, declarou um médico legista do condado de Fulton, na Geórgia, Estados Unidos.

“Os medicamentos envolvidos incluiam a maconha, o álcool (etanol), benzoilecgonina (uma substância relacionada com a cocaína), benzodiazepínicos (medicamentos usados para sedação ou para tratar a ansiedade), e morfina”, disse o médico legista. “Não foi possível determinar a partir de testes de toxicologia se a morfina resultou do uso de heroína.”

Não está claro se sua morte foi acidental ou intencional, segundo o relatório. Porém, não foi por causas naturais. (Clique aqui para acessar o relatório)

Bobbi Kristina Brown, 22 anos, morreu em julho depois de meses em coma. Ela havia sido encontrada inconsciente e sem reações numa banheira na sua casa no norte de Atlanta em janeiro de 2015.

Promotores se opuseram à divulgação do relatório, argumentando que isso iria comprometer a investigação criminal em andamento sobre a morte.

Em agosto passado, o responsável pelo patrimônio de Bobbi Kristina Brown entrou com um processo judicial acusando o namorado dela, Nick Gordon, de causar a morte. Um porta-voz de Gordon chamou a ação de “difamatória e sem mérito”.





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Juiz ordena divulgação da autópsia da filha da cantora Whitney Houston



 Bobbi Kristina Brown posa durante uma premiere em agosto de 2012  (Foto: Reuters/Fred Prouser/Arquivo) Bobbi Kristina Brown posa durante uma premiere em agosto de 2012 (Foto: Reuters/Fred Prouser/Arquivo)

Os resultados da autópsia de Bobbi Kristina Brown, filha dos cantores Whitney Houston e Bobby Brown, serão divulgados publicamente, depois que um juiz da Geórgia, nos Estados Unidos, ordenou nesta quinta-feira (3) a liberação do relatório.

Bobbi Kristina Brown, 22 anos, morreu em julho depois de meses em coma. Ela havia sido encontrada inconsciente e sem reações numa banheira na sua casa no norte de Atlanta em janeiro de 2015.

O gabinete do médico legista do condado de Fulton afirmou que estava esperando a ordem do juiz e que não iria fornecer os detalhes da autópsia antes de sexta-feira.

Promotores se opuseram à divulgação do relatório, argumentando que isso iria comprometer a investigação criminal em andamento sobre a morte.

“É nosso sentimento que aquelas razões válidas ainda existem”, afirmou o procurador do condado, Paul Howard Jr., num comunicado, acrescentando, porém, que o seu gabinete iria seguir as orientações do tribunal.

Em agosto passado, o responsável pelo patrimônio de Bobbi Kristina Brown entrou com um processo judicial acusando o namorado dela, Nick Gordon, de causar a morte. Um porta-voz de Gordon chamou a ação de “difamatória e sem mérito”.





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