Rolling Stones: ingressos para shows no Brasil vão custar até R$ 900



Os shows dos Rolling Stones no Brasil em 2016 vão ter ingressos inteiros com preços entre R$ 260 a R$ 900. A banda passa pelo Rio, no estádio do Maracanã dia 20 de fevereiro; São Paulo, no estádio do Morumbi dias 24 e 27 de fevereiro; e Porto Alegre, no estádio Beira-Rio dia 2 de março.

Haverá pré-venda para clientes do Banco do Brasil com Ourocard começando no dia 7 de dezembro para Rio e Porto Alegre e no dia 8 para São Paulo. A data para o público geral ainda não foi divulgada.

“Adoramos tocar na América Latina e estamos animados em visitar algumas cidades pela primeira vez! Os públicos estão entre os melhores do mundo, eles trazem uma energia incrível!”, disse Mick Jagger, em comunicado.

A turnê, a primeira do grupo na América Latina em dez anos, também passará por Santiago, Buenos Aires, Montevideo, Lima, Bogotá, terminando no dia 14 de março na Cidade do México. Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood devem tocar clássicos dos Stones como “Gimme Shelter”, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “Jumpin’ Jack Flash”, “Sympathy For The Devil”, “Start Me Up” e “Miss You”.

Segundo a produtora Time for Fun, o palco terá um novo visual, customizado especialmente para os fãs latino-americanos.

Rolling Stones no Brasil em 2016

Rio de Janeiro
Data: Sábado, 20 de fevereiro
Horário: 21h30
Local: Estádio do Maracanã
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 260 a R$ 900

São Paulo
Datas: Quarta-feira, 24 de fevereiro; sábado, 27 de fevereiro
Horário: 21h
Local: Estádio do Morumbi
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 260 a R$ 600

Porto Alegre
Data: Quarta-feira, 02 de março
Horário: 21h
Local: Estádio Beira-Rio
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 350 a R$ 650

Rolling Stones confirmaram shows no Brasil em fevereiro (Foto: Divulgação/Brian Rasic)Rolling Stones confirmaram shows no Brasil em fevereiro (Foto: Divulgação/Brian Rasic)





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Scott Weiland levou o grunge para a praia com o Stone Temple Pilots



Stone Temple Pilots (Foto: Daigo Oliva/G1)Stone Temple Pilots em sua estreia no Brasil, em 2010 (Foto: Daigo Oliva/G1)

Em um mês perdido nos anos 90, um leitor cospe fogo na seção de cartas da revista “Spin”: “Li a entrevista na edição passada com o Scott Weiland, do Stone Temple Pilots. Que história é essa de ele dizer que tem ‘alma feminina’ e fazer pose de sensível? Eu estudei com ele! O cara era o valentão da escola, batia em todo mundo e pegava todas as meninas. Farsante!”

 

Mas era tarde demais para “revelações”. Scott Weiland (1967-2015) vivia agora no domínio do showbizz, onde o que vale é a lenda, e as verdades se apagam como estrelas que morrem em uma galáxia distante.

Weiland, lenda e artefato, já era um astro da indústria da música, e no lugar onde essa indústria é mais grandiloquente, tentacular e impiedosa: Los Angeles, a mesma L.A. do maior ídolo de Scott, Jim Morrison, dos Doors.

Os Stone Temple Pilots vieram ao mundo na onda grunge, que consagrou Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains. Mas a praia dos STP era diferente.

O grunge nasceu dark, ensimesmado, numa capital de província, Seattle. Os STP reinventaram o grunge nas areia brancas do sul da Califórnia.

Foram atacados, no início, como cópia barata do Pearl Jam (que por sua vez já era visto como grunge diluído). Mas rapidamente encontraram uma linguagem própria. Eram grunge, porém tocavam com groove, mérito do excelente baixista, Robert deLeo.

Não tinham nos vocais um desesperado em autoimolação, como Kurt Cobain, mas um jovem atlético, peito nu, calças de cintura baixa, rebolante, um Jim Morrison para o fim de século: Scott Weiland. E visitavam com segurança a estética glam, nascida na Inglaterra mas que fincou raízes em L.A., com seus excessos fashionistas e forte ambiguidade sexual. Estavam mais para T. Rex e Roxy Music do que para botas de cano alto e camisas de flanela.

A banda Stone Temple Pilots (Foto: Divulgação/MySpace do Artista)A banda Stone Temple Pilots (Foto: Divulgação)

Não demorou muito para a figura imponente, arrogante até, de Scott Wieland ir perdendo o brilho. Heroína era sua droga de preferência, mas gostava também de crack. Falta a shows, ia preso, se internava em busca de uma salvação que não vinha nunca. Quando aparecia, era com péssimo aspecto, macilento, e sem sombra do vigor de antes.

E, mesmo que tentasse retomar a carreira, não podia excursionar ao exterior, porque as regras de suas várias liberdades condicionais não permitiam que saísse do país.
Perdi a conta de quantas vezes voltou aos STP, e de quantas vezes saiu. Lembro de um disco solo “Twelve-bar Blues”, bem recebido pela crítica, mas confesso que depois não acompanhei sua carreira solo.

Continuei acompanhando os STP, e sou tão fã da banda que cheguei a assistir na íntegra, mais de uma vez, no YouTube, a um show no Hard Rock Cafe que eles fizeram com Chester Bennington, do Linkin Park, substituindo Scott nos vocais. Bennington não tem um décimo da voz do original, mas, atrás dele, ainda eram os STP, e por isso já valia e pena.

Nunca assisti a banda ao vivo, e sonhava vê-los um dia, com Scott Wieland de volta. Mais um sonho que não vai se realizar. Não terá sido o único. Adeus, Scott. Farsante ou lenda, você era demais.
—-
Álvaro Pereira Júnior é chefe de Redação e repórter do Fantástico.





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Serviço de música Pandora lança álbum "25", de Adele, e ações disparam


(Reuters) – A Pandora Media presenteou seus ouvintes com o álbum "25", da cantora britânica Adele, dias após companhias de transmissão de música dizerem que o álbum não estaria disponível no lançamento.

O serviço de rádio online norte-americano disse que todas as canções do álbum de Adele, que bateu recordes na primeira semana de vendas, estão agora disponíveis em seu serviço de rádio. O anúncio fez as ações da Pandora subirem na quarta-feira, movimento que era ampliado em mais de 4 por cento nesta quinta-feira.

"Desde que o single 'Hello' foi adicionado à plataforma do Pandora no mês passado, o total de adições da estação subiu 1.200 por cento", disse a empresa à Reuters em um email. "Hello" foi lançado em 23 de outubro como um chamariz para o álbum que tem mais 10 músicas.

O muito aguardado álbum "25" não estava disponível para transmissão em quaisquer outros serviços digitais de música, incluindo Spotify, Apple Music e Deezer.

Vendas do álbum lançado na sexta-feira continuam a crescer, com pelo menos 2,8 milhões de cópias vendidas nos EUA nos primeiros cinco dias, disse a Billboard, citando dados da Nielsen Music.

Representantes da Adele não estavam imediatamente disponíveis para comentários.



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Scott Weiland: artistas lamentam morte de ex-Stone Temple Pilots



Scott Weiland, em imagem de arquivo de 2008, em Los Angesles (Foto: Chris Pizzello /Arquivo /AP Photo)Scott Weiland, em imagem de arquivo de 2008, em Los Angesles (Foto: Chris Pizzello /Arquivo /AP Photo)

Scott Weiland, de 48 anos, ex-vocalista das bandas Stone Temple Pilots e Velvet Revolver, foi encontrado morto na noite desta quinta (3), dentro do ônibus de sua banda, a Scott Weiland & the Wildabouts, em Minnesota, nos EUA. Ainda não há informações sobre a causa da morte.

Artistas, amigos do roqueiro, lamentaram sua morte. Leia abaixo a repercussão:

Dave Navarro, guitarrista, no Twittter: “Ouvi que nosso amigo Scott morreu. Tão precoce. Não é a minha perda, é a nossa perda. Enviem seus pensamentos diretamente à família.”

Jamie Weiland, viúva do músico, ao jornal “Los Angeles Tribune”: “Não consigo lidar com a morte dele.”

Travis Barker, ex-baterista do Blink 182, no Twitter: “Notícia muito triste, descanse em paz”

Krist Novoselic, ex-baixista do Nirvana, no Twitter: “Realmente triste em ouvir sobre Scott Weiland”

Ryan Adams, cantor, no Twitter: “Universo, por favor tome conta dele”

Juliette Lewis, atriz e cantora, no Twitter: “É triste ouvir sobre a morte de Scott Weiland. Ele era uma força única épica no palco. Pensamentos para sua família.”

Dave Kushner, guitarrista do Velvet Revolver, no Twitter: “RIP Scott Weiland”

Slash, ex-guitarrista do Guns N’ Roses, no Instagram: “Dia triste. RIP Scott Weiland”

Chuck D, rapper, no Twitter: “#RIPScottWeiland”

Jack Osbourne, filho de Ozzy Osbourne, no Twitter: “Profundamente triste em ouvir sobre a morte do Scott. Meus pensamentos estão com sua família.”

Alyssa Milano, atriz, no Twitter: “Descanse, Scott. Em paz”

Nikki Sixx, baixista do Mötley Crüe, no Twitter: “É triste ouvir sobre a morte de Scott. Espero que não tenho sido drogas. A parte mais triste da história é seus filhos e família que deixou para trás. RIP”

Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, no Twitter: “Extremamente triste por ter lido sobre a morte de Scott Weiland. Um artista talentoso. Meus pensamentos estão com seus entes queridos, amigos e fãs.”

Zane Lowe, DJ, no Twitter: “Oh não Scott Weiland. Eu estou muito triste. Tantos momentos que passei ouvindo ele cantar em meus fones de ouvido. Pensamentos com sua família e amigos.”

Tommy Lee, do Mötley Crüe, no Twitter: “Scott Weiland foi encontrado morto em seu ônibus de turnê :(. Muito triste”

Taylor Momsen, cantora, no Twitter: “Rock and roll perdeu uma alma esta noite.”

Myles Kennedy, músico, no Twitter: “Muito triste em ouvir sobre Scott Weiland. Ele era um vocalista cativante que tinha um dom para escrever grandes melodias. RIP”

Judd Apatow, diretor e roteirista, no Twitter: “Vi Scott Weiland se apresentar muitas vezes e aqueles eram alguns dos meus shows favoritos de todos os tempos. Meus pensamentos estão com sua família e amigos.”





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Tribunal alemão diz que provedores podem ter que bloquear sites de compartilhamento de músicas


FRANKFURT (Reuters) – O mais alto tribunal da Alemanha disse que os provedores de serviços de Internet podem ser considerados responsáveis por bloquear sites que ofereçam downloads ilegais de música, mas apenas se os detentores de direitos autorais mostrarem que fizeram tentativas razoáveis para frustrar a pirataria por outros meios.

A Suprema Corte federal indeferiu dois casos trazidos pela sociedade de direitos autorais de músicas GEMA contra a Deutsche Telekom e as empresas de música Universal Music, Sony e Warner Music Group contra a O2 Deutschland, propriedade da Telefónica

O tribunal disse nesta quinta-feira que os demandantes não fizeram esforço suficiente para interromper as violações de direitos autorais em primeiro lugar, mas disse que os provedores de serviços de Internet poderiam, em princípio, serem considerados responsáveis por bloquear músicas disponíveis ilegalmente, mesmo que o conteúdo permaneça disponível em outros locais.

A indústria de música diz que perde bilhões de dólares todos os anos pelo download ilegal de músicas, privando-as da receita necessária para pagar compositores, artistas e outros profissionais.

A Deutsche Telekom saudou a decisão do tribunal.

"A Suprema Corte já declarou claramente que no que diz respeito aos provedores de serviços de Internet o caráter razoável de um potencial bloqueio deve ser sujeito a uma observação criteriosa", disse a empresa em declaração.



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Zeca Pagodinho critica condenação: 'Meu show é bom e paga quem quiser'



Após nove anos. Zeca Pagodinho faz única apresentação, em Curitiba, no Teatro Positivo, nesta sexta-feira (30) (Foto: Guto Costa / Divulgação) Zeca Pagodinho faz apresentação, em Curitiba, no Teatro Positivo (Foto: Guto Costa / Divulgação)
Eu acho um preconceito. Me perguntaram por que eu não posso me apresentar em Brasília. E se me perguntarem por que o meu show é caro, é porque o meu show é bom e paga quem quiser. Eu jamais posso me enquadrar como fraudulento. Isso jamais”
Zeca Pagodinho,
cantor

Condenado pelo Tribunal de Justiça por suspeita de fraude na contratação de um show em Brasília, o cantor Zeca Pagodinho rebateu a acusação. A sentença determina que ele passe três anos detido, em regime aberto. O contrato foi feito pela extinta Empresa Brasiliense de Turismo (Brasiliatur) em 2008.

“Eu acho um preconceito. Me perguntaram por que eu não posso me apresentar em Brasília. E se me perguntarem por que o meu show é caro, é porque o meu show é bom e paga quem quiser. Eu jamais posso me enquadrar como fraudulento. Isso jamais.” A declaração foi dada durante coletiva sobre o réveillon em Copacabana, no Rio de Janeiro.

A decisão do TJ saiu no dia 19 de novembro. Cabe recurso à decisão da juíza Ana Claudia Barreto, da 5ª Vara Criminal. A assessoria do cantor afirma que ele não interferiu no processo administrativo e apenas assinou o contrato.

Além do artista, também foram condenadas outras quatro pessoas das empresas responsáveis pela produção e pela contratação do show. De acordo com o Ministério Público, todos deixaram de cumprir “formalidades pertinentes à inexigibilidade de licitação” em shows de dois eventos. O primeiro foi a Expoagro, realizada em 18 de abril de 2008, e o segundo foi o aniversário de Brasília, comemorado no dia 21 de abril do mesmo ano.

Em nota, o advogado de Zeca afirmou que a condenação é “absurda” e “injusta” e que o cantor “não teve qualquer participação ou ingerência no processo administrativo que entendeu não ser necessária licitação para a sua contratação”.

Segundo a defesa, ele apenas assinou o contrato e cobrou o cachê padrão da época. “Assim, não há que se falar em superfaturamento, posto que o artista recebeu o que cobrava de todos”, diz.

Os dois shows foram contratados pela Brasiliatur sem realizar licitação. Para o MP, além de não conseguir comprovar o orçamento detalhando todos os custos, os suspeitos também superfaturaram os dois eventos. Só no primeiro show, o órgão diz que Zeca Pagodinho recebeu R$ 170 mil de cachê, enquanto outras comemorações realizadas em Brasília no mesmo período custavam em média R$ 200 mil para o pagamento de artistas e montagem da estrutura dos eventos.

“Registro que o aniversário de Brasília poderia ter sido comemorado com qualquer show artístico, pois, em que pese a notória popularidade do réu, não se trata de um cantor que tivesse ‘laços’ com a cidade, ou mesmo que tivesse alguma representatividade especial para Brasília, mas apenas de um cantor escolhido pela empresa de turismo, que deveria ter optado por outro cantor ao constatar essa cobrança abusiva e dissociada da realidade”, diz a juíza na decisão.

A pena de Zeca pode ser convertida em prestação de serviços à comunidade e no pagamento de valor a ser definido pela Justiça. Ex-funcionários da Brasiliatur, César Augusto Gonçalves, Ivan Valadares de Castro e Luiz Bandeira da Rocha Filho foram condenados a quatro anos e oito meses de detenção em regime semiaberto e ao pagamento de multa no valor de 2% dos dois contratos.

Representante da empresa Star Comércio, Aldeyr do Carmo Cantuares recebeu condenação de três anos e seis meses de detenção em regime aberto. Ele deve pagar multa no valor de 2% dos dois contratos. A pena dele também foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa.





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Álbum "25" de Adele é o mais vendido na Grã-Bretanha


LONDRES (Reuters) – O novo álbum "25" da cantora britânica Adele superou as vendas na primeiro semana de lançamento de qualquer disco da Grã-Bretanha, batendo o recorde estabelecido em 1997 pelo Oasis, afirmou nesta sexta-feira a Official Charts Company.

O terceiro álbum de estúdio da artista de 27 anos vendeu 800.307 cópias e acumulou mais vendas do que os últimos 19 discos que assumiram a primeira posição na Grã-Bretanha. O recorde de "Be Here Now", do Oasis, foi de 696.000 cópias vendidas.

O álbum de Adele também se tornou o disco que ocupa a primeira posição de mais baixado da história, afirmou a empresa.

"As estatísticas do álbum são surpreendentes, ainda mais pelo simples fato de que nenhum álbum já vendeu 800.000 cópias para chegar à primeira posição na história da música britânica", disse o presidente-executivo, Martin Talbot.

Adele, que também quebrou o recorde de vendas de álbuns dos Estados Unidos em apenas quatro dias com o disco "25", anunciou na quinta-feira que começará uma série de shows de 15 semanas na Grã-Bretanha, Irlanda e Europa continental em fevereiro, sua primeira turnê em quatro anos.

(Reportagem de Stephen Addison)



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Bateria de Ringo Starr pode ser arrematada por milhões de dólares



Ringo Starr toca bateria em cerimônia do Hall da Fama do Rock and Roll 2015 (Foto: Reuters)Ringo Starr toca bateria em cerimônia do Hall da Fama do Rock and Roll 2015 (Foto: Reuters)

Uma bateria tocada por Ringo Starr deve arrecadar milhões de dólares em um leilão nesta semana de itens pertencentes ao Beatle e sua esposa, Barbara Bach.

Starr está se desfazendo de objetos como instrumentos e memorabília da carreira, bem como artigos pessoais.

Entre eles estão sete baterias de palco e estúdio usadas por Starr, incluindo a bateria Ludwig Oyster Black Pearl utilizada para as primeiras gravações dos Beatles, entre elas “Can’t Buy Me Love” e “I Want do Hold Your Hand”.

Starr usou essa bateria em mais de 200 apresentações.

No mês passado, a casa de leilões Julien’s vendeu o bumbo de uma bateria tocada por Starr no programa de televisão dos EUA “The Ed Sullivan Show” em 1964 por US$ 2,1 milhões.

“Tínhamos uma estimativa conservadora para essa bateria (Ludwig) de 3 milhões a 5 milhões (de dólares), mas isso era antes de saber por quanto seria vendido o bumbo”, disse Darren Julien, presidente e executivo-chefe da casa de leilões.

Também será colocada à venda no leilão uma guitarra usada por John Lennon, que o falecido Beatle deu de presente a Starr.

Parte da receita do leilão irá para a The Lotus Foundation, que foi fundada por Starr e a mulher e visa financiar e promover projetos de caridade, disse a Julien’s.

O leilão acontece de quinta-feira a sábado em Beverly Hills e também pela Internet, através do site da Julien’s.





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Caminhar distraído pode afetar a saúde, diz estudo


As pessoas costumam pensar que é seguro caminhar e enviar mensagens de textos em seus celulares ao mesmo tempo, mas cuidado: andar distraído pode se tornar um grande problema, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.

Cerca de 78% dos adultos americanos admitem que caminhar distraído é um sério problema, mas somente 29% deles opina que é um problema para eles em particular, indicou o estudo publicado pela academia americana de cirurgiões ortopédicos.

A maioria dos entrevistados admitiu que caminhar distraidamente – por estarem conversando, escutando música ou enviando mensagens de texto – é perigoso. No entanto, 31% deles o fazem de qualquer jeito, confiantes de suas habilidades para realizar várias tarefas ao mesmo tempo.

A academia divulgou um estudo de 2013 que mostra um aumento notável em acidentes de pedestres entre 2004 e 2010, aos quais o uso do telefone foi um fator-chave.

A mensagem, não obstante, não parece chegar aos usuários de smartphones. Muitos assumem que isto é algo que acontece com frequência.

A pesquisa constatou que 48% dos americanos não pensam se podem ou não caminhar distraídos, 28% estão confiantes de que "podem caminhar e fazer outras coisas" e 22% "estão ocupados e querem maximizar o tempo".

"Hoje em dia, os perigos dos 'zumbis digitais' estão aumentando. Cada vez mais, pedestres caem de escadas, tropeçam em canteiros, chocam uns nos outros ou invadem a pista dos carros, o que causa um aumento de lesões que vão desde hematomas a torções e fraturas", disse Alan Hilibrand, porta-voz da associação.

"Muitos de nós precisamos simplesmente deixar de lado nossos aparatos e nos concentrar naquilo que nos rodeia."

A pesquisa, orientada pela empresa Ipsos, entrevistou 2.008 adultos entre os dias 8 e 20 de outubro e tem uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.



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Sinead O'Connor volta a falar de suicídio; perfil no Facebook é apagado



Á esquerda, Sinéad O'Connor em evento em 2011; à direita, a cantora na capa do disco de 2014 (Foto: AFP e Divulgação)Á esquerda, Sinéad O’Connor em evento em 2011; à direita, a cantora na capa do disco de 2014 (Foto: AFP e Divulgação)

O perfil oficial da cantora Sinead O’Connor no Facebook foi apagado nesta quarta-feira (2), após ela voltar a postar mensagens sobre suicídio. De acordo com a revista “People”, ela divulgou vários textos reclamando de que foi abandonada pelos filhos, e depois falou que tem “direito de morrer”.

“Se uma mulher não consegue de primeira… Ela vai tentar, tentar de novo”, diz uma mensagem de Sinead reproduzida pelo jornal “The Irish Mirror”. Ela usou uma hashtag com as palavras “eu quero meu direito de morrer e vou lutar por ele” (veja abaixo).

Ela reclamou que os filhos foram ao hospital, mas saíram antes de ela acordar. “Por favor me amem, por favor voltem”, escreveu. De acordo com a revista “People”, a página foi apagada após pedidos de familiares da cantora.

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A cantora irlandesa Sinead O’Connor aparentemente tentou cometer suicídio no domingo (29), depois de publicar uma mensagem em sua página do Facebook na qual relatou que tomou uma “overdose”.

No texto, que não teve a autenticidade comprovada até o momento, a cantora expressa a dor por não ter nenhuma relação com sua família em consequência de uma “horrível série de traições”.

“Eu tomei uma overdose”, afirma a mensagem. “Não há outra maneira para conseguir respeito. Não estou em casa, estou em um hotel, em algum lugar da Irlanda, com outro nome. Se não publicasse esta mensagem, meus filhos e minha família nem sequer descobririam. Eu poderia estar morta há semanas, e eles não saberiam”, completou.

Nenhum representante da empresa de relações públicas que cuida da carreira de O’Connor foi localizado para comentar a notícia. Um porta-voz da polícia se recusou a comentar, mas uma fonte policial disse à agência AFP que a cantora foi “localizada em segurança”.

A imprensa local informou que a artista está recebendo atendimento médico.

Sinead O’Connor cancelou há alguns meses uma série de apresentações porque seu filho tinha “problemas de saúde que poderiam colocar sua vida em risco”. Em agosto, ela havia sofrido uma histerectomia – retirada do útero –, que ela revelou nas redes sociais.

No sábado (28), em outro post no Facebook, ela tinha citado rompimento com a indústria musical: “A música acabou para mim. A música fez isto. Me tornou invisível inclusive para os meus filhos. Matou minha alma. Eu nunca vou voltar à música”.

Mensagem reproduzida pelo jornal 'Irish Mirror' antes de perfil de Sinead O'Connor ser apagado do Facebook (Foto: Reprodução / Twitter / Irish Mirror)Mensagem reproduzida pelo jornal ‘Irish Mirror’ antes de perfil de Sinead O’Connor ser apagado do Facebook (Foto: Reprodução / Twitter / Irish Mirror)

 





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