Rolling Stones abrem turnê no Chile com mais de 55 mil pessoas



Rolling Stones abrem sua turnê pela América Latina com show em Santiago, no Chile, na noite de quarta-feira (3) (Foto: REUTERS/Rodrigo Garrido)Rolling Stones abrem sua turnê pela América Latina com show em Santiago, no Chile, na noite de quarta-feira (3) (Foto: REUTERS/Rodrigo Garrido)

“Start me up” foi a música eleita pelos Rolling Stones para inflamar sua turnê latino-americana “Olé”, iniciada na noite desta quarta-feira (3) no estádio de Santiago do Chile, com cerca de 55 mil fãs que pularam ao ritmo frenético de Mick Jagger e sua banda lendária.

Em seu retorno à região depois de uma década, os britânicos apostaram em um enorme palco com um requintado jogo de luzes, telões e fogos de artifício, superados apenas pelo talento de quatro veteranos que, mais uma vez, desafiaram a passagem do tempo com a sua vitalidade.

Com calça e camisa preta, bem apertadas ao corpo, uma camisa e uma jaqueta colorida, a esguia silhueta de Jagger subiu ao palco às 21h (22h de Brasília) e iniciou uma festa que durou mais de duas horas diante de um público que lotou o recinto.

Aos 72 anos, Jagger caprichou nas interpretações magistrais dos clássicos da banda e dançou freneticamente ao ritmo do rock and roll, chegando até mesmo a interagir com seu público em um espanhol fluente.

“É ótimo estar de volta neste estádio, com a sua história cheia de acontecimentos… como vencer a Copa América”, declarou Jagger.

Um aceno ao presente de um estádio que superou um passado de horror, quando foi centro de detenção da ditadura de Augusto Pinochet, para ser escolhido entre as maiores bandas em sua chegada à América do Sul.

Mas o cantor não foi o único protagonista de uma noite na qual também brilharam Charlie Watts, Ron Wood e Keith Richards, que ganhou uma ovação de pé ao tocar “You got the silver” e “Happy”.

“I Can’t Get no Satisfaction”, um dos hinos da banda, foi entoado ao final da primeira apresentação dos Rolling Stones nesta turnê que incluirá Argentina, Brasil e México, além de Colômbia, Peru e Uruguai.





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Toquinho, João Bosco e Joyce fazem show para Tom Jobim em Brasília



Helô Pinheiro conta que rejeitou pedido de casamento de Tom Jobim  (Foto: Arquivo Pessoal)Tom Jobim ao lado de Helô Pinheiro, a “Garota de Ipanema” (Foto: Arquivo Pessoal)

Começou nesta quarta-feira (3) a venda de ingressos para o show “Uma homenagem a Tom Jobim”, que reúne no palco do auditório máster do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, os músicos Toquinho, Joyce e João Bosco. O show, propõe um “passeio” pela obra do maestro, acontece dia 19 de março, às 21h.

As entradas podem ser adquirida pela internet, na Central de Ingressos do Brasília Shopping, na Fnac do Park Shopping ou pelo telefone. O primeiro lote tem tickets entre R$ 25 e R$ 50 – valor de meia-entrada.

O encontro dos três músicos foi criado especialmente para a homenagem, após os 20 anos da morte de Jobim – completados em dezembro de 2014. O maestro partiu em 8 de dezembro de 1994. Ele faria 90 anos em 2017.

Durante o show, Joyce canta sucessos como “Retrato em branco e preto”, “A felicidade”, “O mar”, “Ela é carioca”, “Estrada do sol” e “O morro não tem vez”; João Bosco interpreta “Águas de março”, “Água de beber”, “Dindim”, “Desafinado”, “Ligia” e “Fotografia”; Toquinho empresta a voz para “Eu não existo sem você”, “Só danço samba”, “Eu sei que vou te amar”, “Garota de Ipanema”, “Corcovado” e “Vivo sonhando”.

A cantora Joyce, que presta homenagem a Tom Jobim em show em Brasília ao lado de Toquinho e João Bosco (Foto: Marcos Hermes/Divulgação)A cantora Joyce, que presta homenagem a Tom Jobim em show em Brasília ao lado de Toquinho e João Bosco (Foto: Marcos Hermes/Divulgação)

Tom Jobim é considerado um dos maiores músicos brasileiros de todos os tempos. Ele foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista e é um dos criadores da bossa nova. Entre os mais marcantes estão Vinícius de Moraes, Chico Buarque e Elis Regina.

Os três músicos que prestam a homenagem ao maestro também se relacionaram com ele. Joyce foi definida como uma das maiores cantoras de todos os tempos. “Como se não bastasse, Joyce é grande compositora e toca todo aquele violão! Eta mulherzinha danada!”, disse Tom em 1987.

Tom Jobim será o homenageado da noite de sábado (Foto: Divulgação)Tom Jobim (Foto: Divulgação)

Carioca como Jobim, a cantora e compositora também é arranjadora e instrumentista. Ela recebeu quatro indicações ao Grammy Latino e já teve algumas de suas 400 canções gravadas por nomes nacionais como Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Milton Nascimento, Edu Lobo, Boca Livre, Ney Matogrosso e Nana Caymmi, entre outros.

Músicas da artista também já foram gravadas por diversos cantores e grupos internacionais, como Annie Lennox, Wallace Roney, Omara Portuondo, Black Eyed Peas, David Sanchez, Jon Lucien, Claus Ogerman, Gerry Mulligan, Till Brönner e Flora Purim.

João Bosco estreou em disco com uma gravação de Tom. Em 1972, o músico lançou um compacto com “Águas de março” no lado B. O lado A tinha “Agnus sei”. O materiail foi encartado em um disco de bolso do jornal Pasquim.

Ao longo de 44 anos, ele gravou 25 álbuns e é reconhecido como um dos maiores músicos da MPB. Em 2012, ele foi o grande homenageado do “23º prêmio da Música Brasileira”.

Toquinho e João Bosco se apresentam juntos em Curitiba na sexta (19) (Foto: Divulgação)Toquinho e João Bosco (Foto: Divulgação)

Mineiro de Ponte Nova, teve como principal parceiro o compositor Aldir Blanc. Entre os sucessos estão “O bêbado e a equilibrista”, “O mestre sala dos mares”, “Falso brilhante”, “De frente pro crime”, “O ronco da cuíca”, “Corsário” e “Papel Machê”.

Toquinho completa 50 anos de carreira em 2016. Compositor e intérprete, o músico paulistano compôs 450 músicas, 120 delas ao lado de Vinícius de Moraes, principal parceiro na carreira.

Conhecido por unir técnicas do erudito à música popular, Toquinho assina sucessos como “Aquarela”, “Tarde em Itapuã”, “Onde anda você”, “Ao que vai chegar (Voa coração)”, “Carta ao Tom 74”, “Regra Três” e “Samba da Volta”, entre outros.





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Hard Rock Cafe comemora 45 anos com exposição de curiosidades de estrelas da música



LONDRES (Reuters) – De um bustiê de Madonna a um terno de Paul McCartney, peças de roupa de celebridades musicais ficarão à mostra em uma exibição em Londres a partir desta quarta-feira que comemora o 45º aniversário da abertura do Hard Rock Cafe. A exposição, chamada “Hard Rock Couture”, tem itens usados, assim como instrumentos tocados, por cantores e músicos de várias décadas, como Elvis Presley, Jimi Hendrix, Lady Gaga e Rihanna. …



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Lady Gaga cantará hino nacional dos Estados Unidos no Super Bowl 50



Lady Gaga faz homenagem a 'A noviça rebelde' no Oscar 2015 (Foto: John Shearer/Invision/AP)Lady Gaga faz homenagem a ‘A noviça rebelde’ no Oscar 2015 (Foto: John Shearer/Invision/AP)

A Liga Nacional de Futebol Americano (NFL, da sigla em inglês) anunciou nesta terça-feira (2) que Lady Gaga será a responsável por cantar o hino nacional americano durante o Super Bowl 50, final da atual temporada do esporte no país.

A partida entre Carolina Panthers e Denver Broncos acontece neste domingo (7), na cidade de Santa Clara, na Califórnia. Além da cantora, que cantará ‘The star-spangled banner’ antes do jogo, Coldplay fará o conhecido show do intervalo, com a participação de Bruno Mars e Beyoncé.

O Super Bowl tem o status de maior evento televisivo dos Estados Unidos. Em 2015, a final teve uma média de 114 milhões de espectadores. Esta é a 50ª edição da final da liga, a mais popular no país.





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Lady Gaga fará homenagem a David Bowie no Grammy Awards



Lady Gaga chega ao tapete vermelho do Globo de Ouro 2016 (Foto:  REUTERS/Mario Anzuoni)Lady Gaga chega ao tapete vermelho do Globo de Ouro 2016 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)

Vencedora de seis Grammy, Lady Gaga fará uma homenagem ao cantor David Bowie, que morreu em janeiro aos 69 anos, nesta edição do prêmio, que acontecerá no dia 15 de fevereiro.

A organização do evento fez o anúncio nas redes sociais nesta terça-feira (2). Mais detalhes sobre o tributo não foram revelados.

Taylor Swift e Ed Sheeran são alguns dos concorrentes ao prêmio de melhor canção do ano no 58º Grammy Awards. Swift disputa por “Blank Space”; Sheeran é indicado pelo hit “Thinking out loud”; Kendrick Lamar por “Alright”; Wiz Khalifa por “See you again”; e Litte Big Town por “Girl crush”.

Kendrick Lamar, aliás, é o favorito ao Grammy, com 11 indicações em nove categorias, enquanto the Weeknd disputa sete categorias, e Alabama Shakes quatro.

O brasileiro Gilberto Gil foi indicado na categoria de melhor álbum de World Music pelo disco “Gilbertos Samba ao Vivo”.

Veja aqui a lista completa dos indicados. São 83 categorias.

Os indicados na categoria de melhor álbum são Kendrick Lamar por “To Pimp a Butterfly”; Taylor Swift por “1989”; Alabama Shakes por “Sound & Color”; Chris Stapleton por “Traveller”, e the Weeknd por “Beauty Behind the Madness”. Na categoria de artista revelação, concorrem Courtney Barnett, James Bay, Sam Hunt, Tori Kelly, e Meghan Trainor.

David Bowie fuma um cigarro durante coletiva de imprensa no festival de cinema de Cannes em maio de 1983 (Foto: Ralph Gatti/AFP/Arquivo)David Bowie fuma um cigarro durante coletiva de imprensa no festival de cinema de Cannes em maio de 1983 (Foto: Ralph Gatti/AFP/Arquivo)

 





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Rihanna esquece hits óbvios e faz de 'Anti' um álbum 'do contra'; G1 ouviu



Não tem hit dançante arrasa-quarteirão. Não tem batida de David Guetta, Avicii ou Calvin Harris. Não tem refrão chiclete da Sia nem produção genérica de Max Martin ou Dr. Luke. Não tem os singles do ano passado que poderiam muito bem entrar aqui: “FourFiveSeconds” e “Bitch better have my money”. Rihanna não pegou atalhos para o sucesso em seu oitavo disco. Veja a análise do G1 no vídeo acima e leia o faixa a faixa abaixo.

“Anti” é um disco do contra. Até o lançamento aconteceu de um jeito esquisito. Depois de quatro anos de espera, a cantora que antes lançava álbuns anualmente viu seu aguardado novo trabalho vazar. O disco saiu antes da hora na plataforma de streaming Tidal, do seu chefe Jay-Z. Depois da trapalhada, o jeito foi liberar as músicas e até dar downloads livres para os fãs.

Com menos amarras, Rihanna explora sua própria voz, da sombria “Desperado” à doce “Never ending”. As letras gravitam entre sexo, drogas e viagens introspectivas. A maior surpresa é uma versão de “New person, same old mistakes”, da banda de rock psicodélico australiana Tame Impala. Rihanna atira para vários lados e acerta na maioria em “Anti”. Leia o faixa a faixa:

1 – “Consideration” – O início forte tem baixo sampleado de “Be (Intro)”, do rapper Common. Promete um disco mais dançante do que o que há por vir. Parceria com a cantora de R&B SZA. Rihanna canta: “Let me cover your shit in glitter / I can make it gold, gold” (em tradução mais suja, “Me deixe cobrir sua m* com glitter / Posso transformer em ouro”. A letra mostra o desejo de poder e independência com melodia sutil e poderosa. 

2 – “James Joint” – Quase uma vinheta, ou uma música incompleta e lenta, de menos de dois minutos. “Prefiro fumar maconha sempre que a gente se beija”, ela canta. É um disco bem maconheiro.

3 – “Kiss it better” – Nos anos 90, os segmentos românticos das rádios se dividiam entre hard rock farofa e cantoras de R&B.  Imagina se estas duas forças se juntassem para transformar o mundo em um grande motel? É o que rola aqui. O riff de guitarra é de ninguém menos que o português Nuno Bettencourt, de “More than words”, do Extreme. Já é favorita para novo single, em enquete da revista “Billboard” dos EUA.
 

4 – “Work” – Parceria com Drake, é o primeiro single, não por acaso: é a única faixa mais agitada com pinta de música de trabalho. Tem horas que parece que ela ficou com preguiça de terminar a música e só balbucia as palavras. Mas não deixa de ser um dos pontos altos de “Anti”. 

5 – “Desperado” – Hip hop mais pesado e sombrio, é uma egotrip pessimista à Kanye West. Ela narra um caso de amor e fuga com um fora da lei. Mick Schultz, produtor em ascensão no rap, ajuda a arredondar essa faixa poderosa.

Rihanna toca no Palco Mundo neste sábado (26) (Foto: Luciano Oliveira/G1)Rihanna toca no Palco Mundo do Rock in Rio (Foto:
Luciano Oliveira/G1)

6 – “Woo” – A faixa mais estranha do disco é toda distorcida e começa intensa, mas não engata. Parece uma gravação ruim de show no YouTube, daquelas com o áudio estourado. Com referência a cocaína e um romance mal resolvido, tem a mão do novo queridinho do pop The Weeknd.

7 – “Needed me” – Rihanna mostra sua face “pegadora”: “Você era só mais um na minha lista”. E ainda avisa para o cara não ficar apaixonado. Batida forte, mas lenta. Sem economizar floreios vocais, canta as palavras “you needed me” com umas 40 sílabas.

8 – “Yeah, I said” – Entre os compositores estão Timbaland e Daniel Jones, um dos membros do duo australiano Savage Garden.  Ainda mais arrastada que a anterior. Tem alguns efeitos agudos repetidos no fundo que estão em voga no pop, vide o último disco do Justin Bieber.

9 – “Same ol’ mistakes” – Versão de “New person, same old mistakes” da banda australiana (de novo uma mão da Austrália) Tame Impala. Não muda o arranjo original, é quase um karaokê. Mas a voz dela combina com a música. A faixa prova que a teoria do monogênero chega ao extremo de não diferenciar uma estrela pop de rádio de um queridinho indie.

10 – “Never ending” – Balada acústica que lembra “Thank you”, de Dido. Tanto que a britânica foi creditada no registro da composição. Voz mais docinha que nem parece Rihanna. Volta a chorar as pitangas em um disco mais down. “Não tinha que ser tão estranho”, ela diz para o seu amado. Mas poderia ser uma frase de fã mais pop para RiRi sobre o disco.

11 – “Love in the brain” – Ótima balada com levada de doo wop em que ela capricha na voz dramática. Essa é para Rihanna fechar a mão e se contorcer nos shows. Pode entrar nas paradas ou em alguma novela ou filme como trilha de um casal bem chicletinho.

12 – “Higher” – “Esse uísque me fez sentir bonita”, ela canta no início. Não precisa beber para isso… Essa é para estourar o fone de ouvido de tanto drama. Tem arranjo blues bonito, pena que seja tão curtinha, só dois minutos. Lembra Amy Winehouse no começo, depois perde a linha.

13 – “Close to you” – Balada ao piano tradicional de Rihanna. Mas não estoura em um grande refrão pop, como faria em outro disco. Introspectiva e envolvente, como o resto do disco.

Rihanna lança oitavo disco, 'Anti' (Foto: Divulgação)Rihanna lança oitavo disco, ‘Anti’ (Foto: Divulgação)





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Streaming agora valerá para discos de ouro e platina



Guia streaming (Foto: G1)

 

Os discos de ouro e platina – certificações de vendas altamente cobiçadas por músicos e selos fonográficos – agora também podem ser baseados no streaming de faixas, um movimento que mostra a importância crescente dos serviços online.

 

A Associação da Indústria Fonográfica dos Estados Unidos (RIAA) anunciou esta mudança na segunda-feira (dia 1º) e declarou imediatamente 17 novos discos de ouro ou platina com base em seus ouvintes online.

“Nós sabemos que o ato de ouvir música está aumentando, embora esta tendência não tenha sido refletida em nossas certificações”, disse Cary Sherman, presidente e CEO da associação.

“Modernizar nosso prêmio para incluir o streaming de música é o passo lógico na evolução contínua dos prêmios de ouro e platina, e assim permite que a RIAA recompense melhores os sucessos dos discos de hoje”, explicou, em declaração.

Em 2013, a associação já tinha começado a analisar o streaming para certificar as vendas de um título, mas não de um álbum.

O instituto Nielsen, que contabiliza as vendas para estabelecer a classificação de referência semanal publicada pela “Billboard”, já levava em conta as faixas online desde 2014.

Nos Estados Unidos, um disco de ouro significa que o álbum vendeu 500.000 cópias e o de platina indica um milhão de cópias.

Entre os beneficiários imediatos desta alteração estão “Thriller”, de Michael Jackson. Já consagrado trinta vezes com um disco de ouro nos Estados Unidos, excluindo faixas em streaming, o álbum passou automaticamente a 32 discos de ouro com o novo sistema de cálculo.

Isso consagra ainda mais o revolucionário álbum de 1982 como o mais vendido de todos os tempos.

Outro favorecido foi o álbum “To pimp a butterfly”, do rapper Kendrick Lamar, que entrou na segunda-feira para o clube dos discos de platina.

A RIAA só leva em conta as vendas nos Estados Unidos. Outras associações que entregam prêmios similares em outros países usam critérios distintos.





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Adele diz que não permitiu uso de sua música em campanha política



 A cantora britânica Adele se revelou nova inimiga dos serviços de streaming, como o Spotify  (Foto: Getty Images) Cantora britânica Adele disse que não deu autorização para utilizar música em campanhas políticas (Foto: Getty Images)

 

A cantora britânica Adele deixou claro nesta segunda-feira (1º) que não deu permissão para ninguém usar sua música em campanhas políticas. O porta-voz da  não mencionou se ela cogita tomar as medidas legais para impedir o uso não autorizado de sua música.

O porta-voz de Adele divulgou um comunicado depois que o pré-candidato presidencial republicano dos EUA Donald Trump tocou o hit de Adele de 2011 “Rolling in the Deep” em comícios em Iowa. Já Mike Huckabee lançou uma paródia no YouTube na semana passada com seu single de 2015 “Hello”.

 

“Adele não deu permissão para que sua música seja usada para qualquer campanha política”, afirmou o porta-voz da cantora em um email.

O novo álbum de Adele, “25”, foi o mais vendido nos Estados Unidos no ano passado.

Adele não é a única estrela pop ou do rock a ter sua música usada para fins políticos.

A banda R.E.M. criticou Trump em setembro por usar sua canção de sucesso “It’s the End of the World”, em um comício, e Frankie Sullivan reclamou sobre a utilização do hit de 1982 “Eye of the Tiger”, em uma entrevista coletiva em setembro com Kim Davis, uma escrivã de Kentucky brevemente preso por se recusar a emitir licenças de casamento gay.

 





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