Taylor Swift e Kendrick Lamar lideram indicações ao Grammy


A estrela pop americana Taylor Swift e o rapper Kendrick Lamar lideraram nesta segunda-feira as indicações aos prêmios Grammy, que serão entregues em 15 de fevereiro em Los Angeles.

Taylor Swift foi indicada a três das quatro principais categorias do Grammy Awards, enquanto Kendrick Lamar lidera com 11 indicações, entre elas a de Melhor Canção com "Alright" e Melhor Álbum por "To Pimp a Butterfly".

Swift disputa o prêmio de Melhor Canção do ano com "Blank Space" e Melhor Álbum por "1989", além de Gravação do Ano, na 58ª edição dos prêmios da indústria da música americana.

Entre os indicados, também ganha destaque o inglês Ed Sheeran por seu single "Thinking Out Loud", aspirante a Melhor Música e a Melhor Gravação do Ano.

Enquanto Swift, de 25 anos e que migrou da música country ao pop com um sucesso espetacular, já ganhou sete prêmios Grammy, Kendrick Lamar possui apenas duas estatuetas.

Antes do lançamento em 20 de novembro do álbum "25" da cantora britânica Adele, "1989", lançado em 2014, foi o álbum mais vendido em todo o mundo este ano.

A canção "Space Blank" é o segundo vídeo mais assistido na história do YouTube, atrás de "Gangnam Style" do coreano Psy, com mais de 1,3 bilhão de cliques até hoje.

Os demais indicados na categoria de Melhor Álbum são Alabama Shakes por "Sound & Color", Chris Stapleton por "Traveller", e the Weeknd por "Beauty Behind the Madness".

Dois brasileiros também aparecem na disputa, Gilberto Gil, indicado na categoria World Music com com "Gilbertos Samba Ao Vivo", e Eliane Elias, indicada na categoria Latin Jazz.

Já os latino-americanos Ricky Martin, Alejandro Sanz e Julieta Venegas foram indicados ao prêmio de Melhor álbum pop latino, junto com o espanhol Pablo Alborán e o cubano Alex Cuba.

Os organizadores anunciaram ainda que o músico Lionel Richie será homenageado como "Personalidade do Ano", prêmio dado a um artista pela sua contribuição ao longo da história para a música.

Os Grammys são atribuídos desde 1959 pela Academia Nacional de Artes e Ciências da Gravação dos Estados Unidos. Atualmente há 83 categorias de premiação.

Entre as indicações reveladas nesta segunda-feira, destaca-se a da cantora de rock alternativo australiana Courtney Barnett, que disputa o Grammy de Melhor Artista Revelação.

Os demais indicados nesta categoria são os britânicos James Bay e Meghan Trainor e os americanos Tori Kelly e Sam Hunt.



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Internautas turcos dizem que Adele plagiou canção curda



Adele canta 'Skyfall' durante a cerimônia do Oscar 2013 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)Adele canta ‘Skyfall’ durante a cerimônia do Oscar 2013 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)

A cantora britânica Adele foi acusada de plágio por usuários das redes sociais na Turquia, que asseguram que uma das canções de seu recente álbum é uma cópia de uma composição curda.

Os críticos de Adele dizem que “Million Years Ago”, a nona faixa de seu álbum “25”, é muito parecida com uma canção de Ahmet Kaya intitulada “Acilara Tutunmak” (“Aferrado à dor”), gravada em 1985 enquanto estava exilado na França.

A esposa de Kaya, Gulten Kaya, opinou que é pouco provável que uma estrela do porte de Adele tenha feito tal coisa.

“No entanto, se o fez de propósito, então é um roubo”, declarou ao jornal turco Posta.

 





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Alice viaja ao país das maravilhas digital em seu 150º aniversário


Imagens digitais, pixels e redes sociais: para o 150º aniversário da publicação de "Alice no País das Maravilhas", o roqueiro britânico Damon Albarn se apropria deste ícone surrealista em uma comédia musical com os pés no mundo digital.

Baseado livremente na obra-prima de Lewis Carroll, o espetáculo de quase duas horas, intitulado "wonder.land", está em cartaz desde o início desta semana no National Theatre de Londres e viajará ao Théâtre du Châtelet, em Paris, em junho de 2016.

Este musical com ares de ópera-rock começa na casa de Aly (Lois Chimimba), uma adolescente complexada, em crise com seus pais e alvo de bullying nas redes sociais.

Para escapar, a garota se conecta com seu celular a "wonder.land", um mundo virtual que recria o "País das Maravilhas", criado em 1865 pelo reverendo inglês Charles Lutwidge Dodgson, o verdadeiro nome de Lewis Carroll.

Neste mundo de pixels que promete "realizar seus sonhos", Aly cria "Alice", seu avatar, dando-lhe qualidades que ela acredita que não tem: beleza, inteligência, capacidade de ser amada.

A direção é de Rufus Norris e a música de Damon Albarn, líder das bandas Blur e Gorillaz.

"A ideia de transferência (da história para um mundo virtual) é uma reação ao relacionamento de minha filha com as redes sociais e outras coisas que procura na internet e que eu ainda não entendo", afirmou Albarn.

O musical foi muito bem recebido pelos críticos britânicos.

"wonder.land é o melhor e mais estranho musical familiar britânico em muito tempo, e será irresistível para aqueles que tentam despertar o adolescente que dorme em si", escreveu o crítico do jornal Sunday Times.



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Scott Weiland: Polícia diz ter achado cocaína em ônibus que cantor morreu



Scott Weiland, em imagem de arquivo de 2008, em Los Angesles (Foto: Chris Pizzello /Arquivo /AP Photo)Scott Weiland, em imagem de arquivo de 2008, em Los Angeles (Foto: Chris Pizzello /Arquivo /AP Photo)

A polícia de Bloomington, no estado de Minnesota (EUA), diz ter achado uma pequena quantidade de cocaína no quarto do ônibus em que Scott Weiland, ex-vocalista da banda Stone Temple Pilots, foi encontrado morto na quinta-feira (3). As informações são da revista “Rolling Stone”.

 

A causa da morte de Weiland, considerado um dos cantores mais conhecidos da cena grunge, que revelou bandas como Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, ainda não foi confirmada.

O músico tinha um longo histórico de abuso de substâncias. E amigos seus estavam preocupado com o uso de crack pelo cantor nos últimos dias, disse o site TMZ nesta sexta-feira (4).

Segundo a reportagem da “Rolling Stone”, a polícia também localizou cocaína na área do ônibus de Tommy Black, baixista da banda Scott Weiland & The Wildabouts. O músico de 47 anos foi preso por porte de substância controlada.

Ídolo do grunge
Nascido na Califórnia, Scott Weiland foi expulso do Stone Temple Pilots em 2013 por “comportamento destrutivo”, segundo o advogado de seus companheiros no grupo. Ele também se apresentou com a banda Velvet Revolver por vários anos.

Weiland era conhecido por seus vocais guturais e o cabelo tingido de vermelho, e foi um símbolo da era grunge na década de 1990 como vocalista e letrista dos Stone Temple Pilots. Hábil em alterar seu estilo vocal, ele às vezes cantava através de um megafone em shows.

O Stone Temple Pilots, banda mais importante de Weiland, surgiu em 1989 na cidade americana de San Diego, na Califórnia, fazendo rock alternativo com influências do grunge. Ficou ativa até 2002 e os integrantes voltaram em 2008. A banda continou na ativa após a saída de Weiland, com Chester Bennington (do Linkin Park) nos vocais.





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Concurso de beleza de sobreviventes do Holocausto é marcado por sorrisos e espírito de resistência


Por Amir Cohen

HAIFA, Israel (Reuters) – Ao som da canção "Vogue", de Madonna, as 13 mulheres cuja idade somada se aproxima dos 1.500 anos percorreram a passarela cautelosamente, tendo como único obstáculo as bengalas e um ou outro quadril mais frágil.

O terceiro concurso anual de beleza de sobreviventes do Holocausto, que homenageia mulheres que resistiram aos campos de concentração e às marchas da morte da Alemanha nazista, foi realizado na cidade de Haifa nesta semana com a presença de centenas de parentes.

O batom foi aplicado com cuidado, os vestidos eram elegantes e as joias faiscavam, mas o foco era dar às mulheres que suportaram verdadeiros horrores em sua juventude uma chance de desfrutar de um pouco de glamour e atenção agora que estão na casa dos 80 anos.

"Muitas delas eram crianças, adolescentes ou jovens adultas durante o Holocausto", contou Jurgen Buhler, o diretor alemão da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém e um dos patrocinadores do evento.

"Elas estavam ou em guetos ou em campos de concentração. Por isso, esta noite está lhes dando algo em troca que elas jamais poderiam ter experimentado quando eram jovens".

Em vez de se intimidarem com as luzes fortes e a música alta (no caso "Pretty Woman", de Roy Orbison), as concorrentes estavam ansiosas para entrar em cena, indo e voltando pela passarela com sorrisos radiantes e uma mãozinha ocasional de um familiar.

Suas idades variavam dos 74 anos de Rivka Stenger, que nasceu na Romênia e foi para Israel em 1948, aos 86 anos de Rebecca Kushner, que fugiu da Polônia depois que a família de sua mãe foi morta em câmaras de gás e chegou à Palestina em 1942.

A vencedora foi a romena Rita Berkowitz, de 83 anos, que desde que migrou para o Estado judeu em 1951 viu três gerações crescerem e hoje tem seis netos e cinco bisnetos.

Seis milhões de judeus foram mortos pelos nazistas antes e durante a Segunda Guerra Mundial. Cerca de 200 mil sobreviventes do Holocausto vivem atualmente em Israel, muitos deles sob os cuidados de organizações como a Helping Hand, outra patrocinadora.



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Eagles of Death Metal vai voltar a Paris para tocar com U2, diz revista



Eagles of Death Metal, em foto de arquivo de show recente na Califórnia (Foto: Kevin Winter/Getty Images/AFP)Eagles of Death Metal, em foto de arquivo de show recente na Califórnia (Foto: Kevin Winter/Getty Images/AFP)

O Eagles of Death Metal vai participar de um show do U2 em Paris no domingo (6), segundo a revista “Billboard”. Será a primeira apresentação da banda na capital da França após o massacre durante seu show no Bataclan, no dia 13 de novembro.

O U2 vai tocar no AccorHotels Arena. A banda irlandesa também estava em Paris na noite dos atentados, e adiou os shows que faria nas noites seguinte na arena.

Uma fonte da revista diz que o Eagles of Death Metal vai subir ao palco do U2 na última música. Josh Homme, guitarrista do Queens of the Stone Age e baterista do EODM, que não estava no show do Bataclan, vai participar no sábado, diz a fonte.

A “Billboard” também diz que o Eagles of Death Metal vai retomar sua turnê europeia em fevereiro de 2016. Em março, eles têm show marcado no festival Lollapalooza, em São Paulo.

O U2 ajudou o Eagles of Death Metal na noite dos atentados a Paris, disse Bono ao “New York Times”. Eles teriam oferecido apoio logístico e dado telefones aos músicos da banda, já que aparelhos deles ficaram nos camarins do Bataclan, conta o vocalista.





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Estátua dos Beatles é inaugurada em Liverpool


Julia Baird, uma das irmãs de John Lennon, inaugurou, nesta sexta-feira, às margens do rio Mersey de Liverpool (noroeste da Inglaterra), uma imponente estátua de bronze dos Beatles.

A escultura de mais de dois metros de altura e 1,2 tonelada mostra Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr e John Lennon de terno, gravata e capa de chuva conversando enquanto caminham.

A obra do escultor Andy Edwars foi um presente ao Cavern Club, a casa de shows onde a banda deu seus primeiros passos, para celebrar o 50º aniversário do seu último concerto nesta que é sua cidade natal, em 5 de dezembro de 1965.

"Eu estava presente esse dia e estou orgulhosa de estar nesta inauguração", declarou Julia Baird, cujo irmão John Lennon foi assassinado no dia 8 de dezembro de 1980 em Nova York.

Edwards explicou que, enquanto trabalhava em sua obra, "todos queriam falar alguma coisa, cada um tinha uma história para contar sobre os Beatles".

"Acredito que essa estátua se transformará rapidamente em um lugar de ritual", afirmou. "Será um lugar para se reunir, pensar, meditar e tocar música."



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Rolling Stones: ingressos para shows no Brasil vão custar até R$ 900



Os shows dos Rolling Stones no Brasil em 2016 vão ter ingressos inteiros com preços entre R$ 260 a R$ 900. A banda passa pelo Rio, no estádio do Maracanã dia 20 de fevereiro; São Paulo, no estádio do Morumbi dias 24 e 27 de fevereiro; e Porto Alegre, no estádio Beira-Rio dia 2 de março.

Haverá pré-venda para clientes do Banco do Brasil com Ourocard começando no dia 7 de dezembro para Rio e Porto Alegre e no dia 8 para São Paulo. A data para o público geral ainda não foi divulgada.

“Adoramos tocar na América Latina e estamos animados em visitar algumas cidades pela primeira vez! Os públicos estão entre os melhores do mundo, eles trazem uma energia incrível!”, disse Mick Jagger, em comunicado.

A turnê, a primeira do grupo na América Latina em dez anos, também passará por Santiago, Buenos Aires, Montevideo, Lima, Bogotá, terminando no dia 14 de março na Cidade do México. Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood devem tocar clássicos dos Stones como “Gimme Shelter”, “(I Can’t Get No) Satisfaction”, “Jumpin’ Jack Flash”, “Sympathy For The Devil”, “Start Me Up” e “Miss You”.

Segundo a produtora Time for Fun, o palco terá um novo visual, customizado especialmente para os fãs latino-americanos.

Rolling Stones no Brasil em 2016

Rio de Janeiro
Data: Sábado, 20 de fevereiro
Horário: 21h30
Local: Estádio do Maracanã
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 260 a R$ 900

São Paulo
Datas: Quarta-feira, 24 de fevereiro; sábado, 27 de fevereiro
Horário: 21h
Local: Estádio do Morumbi
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 260 a R$ 600

Porto Alegre
Data: Quarta-feira, 02 de março
Horário: 21h
Local: Estádio Beira-Rio
Preços: de R$ 260 a R$ 900 inteira (há meia-entrada). Veja setores:
– Pista premium – R$ 900
– Pista – R$ 440
– Cadeiras – De R$ 350 a R$ 650

Rolling Stones confirmaram shows no Brasil em fevereiro (Foto: Divulgação/Brian Rasic)Rolling Stones confirmaram shows no Brasil em fevereiro (Foto: Divulgação/Brian Rasic)





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Scott Weiland levou o grunge para a praia com o Stone Temple Pilots



Stone Temple Pilots (Foto: Daigo Oliva/G1)Stone Temple Pilots em sua estreia no Brasil, em 2010 (Foto: Daigo Oliva/G1)

Em um mês perdido nos anos 90, um leitor cospe fogo na seção de cartas da revista “Spin”: “Li a entrevista na edição passada com o Scott Weiland, do Stone Temple Pilots. Que história é essa de ele dizer que tem ‘alma feminina’ e fazer pose de sensível? Eu estudei com ele! O cara era o valentão da escola, batia em todo mundo e pegava todas as meninas. Farsante!”

 

Mas era tarde demais para “revelações”. Scott Weiland (1967-2015) vivia agora no domínio do showbizz, onde o que vale é a lenda, e as verdades se apagam como estrelas que morrem em uma galáxia distante.

Weiland, lenda e artefato, já era um astro da indústria da música, e no lugar onde essa indústria é mais grandiloquente, tentacular e impiedosa: Los Angeles, a mesma L.A. do maior ídolo de Scott, Jim Morrison, dos Doors.

Os Stone Temple Pilots vieram ao mundo na onda grunge, que consagrou Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden e Alice in Chains. Mas a praia dos STP era diferente.

O grunge nasceu dark, ensimesmado, numa capital de província, Seattle. Os STP reinventaram o grunge nas areia brancas do sul da Califórnia.

Foram atacados, no início, como cópia barata do Pearl Jam (que por sua vez já era visto como grunge diluído). Mas rapidamente encontraram uma linguagem própria. Eram grunge, porém tocavam com groove, mérito do excelente baixista, Robert deLeo.

Não tinham nos vocais um desesperado em autoimolação, como Kurt Cobain, mas um jovem atlético, peito nu, calças de cintura baixa, rebolante, um Jim Morrison para o fim de século: Scott Weiland. E visitavam com segurança a estética glam, nascida na Inglaterra mas que fincou raízes em L.A., com seus excessos fashionistas e forte ambiguidade sexual. Estavam mais para T. Rex e Roxy Music do que para botas de cano alto e camisas de flanela.

A banda Stone Temple Pilots (Foto: Divulgação/MySpace do Artista)A banda Stone Temple Pilots (Foto: Divulgação)

Não demorou muito para a figura imponente, arrogante até, de Scott Wieland ir perdendo o brilho. Heroína era sua droga de preferência, mas gostava também de crack. Falta a shows, ia preso, se internava em busca de uma salvação que não vinha nunca. Quando aparecia, era com péssimo aspecto, macilento, e sem sombra do vigor de antes.

E, mesmo que tentasse retomar a carreira, não podia excursionar ao exterior, porque as regras de suas várias liberdades condicionais não permitiam que saísse do país.
Perdi a conta de quantas vezes voltou aos STP, e de quantas vezes saiu. Lembro de um disco solo “Twelve-bar Blues”, bem recebido pela crítica, mas confesso que depois não acompanhei sua carreira solo.

Continuei acompanhando os STP, e sou tão fã da banda que cheguei a assistir na íntegra, mais de uma vez, no YouTube, a um show no Hard Rock Cafe que eles fizeram com Chester Bennington, do Linkin Park, substituindo Scott nos vocais. Bennington não tem um décimo da voz do original, mas, atrás dele, ainda eram os STP, e por isso já valia e pena.

Nunca assisti a banda ao vivo, e sonhava vê-los um dia, com Scott Wieland de volta. Mais um sonho que não vai se realizar. Não terá sido o único. Adeus, Scott. Farsante ou lenda, você era demais.
—-
Álvaro Pereira Júnior é chefe de Redação e repórter do Fantástico.





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Serviço de música Pandora lança álbum "25", de Adele, e ações disparam


(Reuters) – A Pandora Media presenteou seus ouvintes com o álbum "25", da cantora britânica Adele, dias após companhias de transmissão de música dizerem que o álbum não estaria disponível no lançamento.

O serviço de rádio online norte-americano disse que todas as canções do álbum de Adele, que bateu recordes na primeira semana de vendas, estão agora disponíveis em seu serviço de rádio. O anúncio fez as ações da Pandora subirem na quarta-feira, movimento que era ampliado em mais de 4 por cento nesta quinta-feira.

"Desde que o single 'Hello' foi adicionado à plataforma do Pandora no mês passado, o total de adições da estação subiu 1.200 por cento", disse a empresa à Reuters em um email. "Hello" foi lançado em 23 de outubro como um chamariz para o álbum que tem mais 10 músicas.

O muito aguardado álbum "25" não estava disponível para transmissão em quaisquer outros serviços digitais de música, incluindo Spotify, Apple Music e Deezer.

Vendas do álbum lançado na sexta-feira continuam a crescer, com pelo menos 2,8 milhões de cópias vendidas nos EUA nos primeiros cinco dias, disse a Billboard, citando dados da Nielsen Music.

Representantes da Adele não estavam imediatamente disponíveis para comentários.



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