Cientistas descobriram uma nova forma do carbono que é mais dura que diamante



Pesquisadores descobriram uma nova forma de estrutura de carbono, chamada Q-carbono, que é mais dura que o diamante e permite que versões artificiais da pedra preciosa sejam feitas em condições normais de temperatura e pressão.

Uma equipe de cientistas de materiais da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, desenvolveu uma nova forma de carbono sólido que é diferente das estruturas conhecidas de grafite e diamante. Os pesquisadores sugerem que é improvável que ela ocorra no mundo natural – “o único lugar em que ela pode ser encontrada no mundo natural seria possivelmente no núcleo de alguns planetas”, eles explicaram.

Em vez disso, ele é feito em laboratório. Para isso, os pesquisadores usam uma superfície, como vidro, e revestem com o que eles se referem como carbono amorfo – um amontoado de átomos de carbono que ainda não estão ligados em uma estrutura como diamante. Eles então disparam pulsos de laser de 200 nanosegundos no carbono, o que causa um aquecimento rápido – para temperaturas de até 3.727 graus Celsius – e depois resfriam.

O resultado é o que eles chamaram de Q-carbono. Em uma série de artigos científicos, incluindo um publicado no Journal of Applied Physics, a equipe explicou que o material é mais duro que o diamante, pode brilhar quando exposto a energia, e também é ferromagnético.

Ao modificar a técnica de produção e mudar quão rapidamente o pulso de laser aquece e resfria o carbono, a equipe também consegue criar estruturas de diamante em condições normais de temperatura e pressão. Normalmente, diamante sintético exige muita pressão durante a sua formação.

Mas não vá pensando que o Q-carbono vai aparecer logo em anéis ou em brocas de perfuração. Por enquanto, a equipe só conseguiu produzir algumas folhas do material que medem de 20 nanômetros a 500 nanômetros em espessura – cerca de 100 vezes mais fino do que um fio de cabelo humano.

“Podemos fazer películas de Q-carbono, e estamos aprendendo suas propriedades, mas ainda estamos nos primeiros passos do entendimento de como manipulá-lo,” admitiu Jay Narayan, que liderou o estudo. [Journal of Applied Physics, APL Materials via NC State]

Imagem via 123dartist/Shutterstock



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Um fotógrafo tentou por seis anos capturar este pássaro prestes a mergulhar


Levou seis anos e 720 mil tentativas, mas o fotografo escocês Alan McFayden finalmente conseguiu a foto que queria. Ele tirou imagens sensacionais de um martim-pescador fêmea no momento que estava prestes a mergulhar para tentar pegar um peixe. Além disso, em seu registro, é possível ver a imagem do pássaro espelhada na água.

O avô do fotografo costumava levá-lo para ver martim-pescadores em um local próximo a Kirkcudbright, na Escócia, há 40 anos. Após virar adulto e tornar-se um fotógrafo, ele, então, decidiu retornar ao local para tentar capturar o momento exato do mergulho do pássaro.

“Me lembro de ficar muito impressionado em quão magnífico os pássaros eram”, disse McFayden, 46, ao tabloide britânico Daily Mail, “era extraordinária a rapidez com que eles entravam e saíam da água com suas brilhantes penas azuis… esses pássaros nadam tão rápido quanto uma bala, logo tirar uma boa foto necessita muita sorte — e muita paciência.”

Sobre as cores: o fenômeno é conhecido como iridescência, e ela também pode ser vista nas asas de libélulas, cigarras e borboletas, e em algumas espécies de besouros, e nas penas de pavões macho. Eu sou fã desse fenômeno há um tempo. Como eu escrevi sobre o assunto em 2007:

A cor que nós vemos não vem de pigmentos moleculares, mas de estruturas semelhantes a grades que estão nas asas (cascos ou penas), que forçam as ondas de luz a sofrerem interferência. Dessa forma, ela pode ser propaganda apenas em algumas posições em determinadas frequências. E essas cores brilhantes dependem de apenas um ponto de vista. Em essência, elas atuam como se naturalmente ocorressem redes de difração.

A beleza das cores dos martim-pescadores é tanta que foi até homenageada em sonetos pelo poeta vitoriano Gerard Manley Hopkins.

As fotos de Mcfayden podem ser vistas em tamanho original em sua entrevista dada ao Daily Mail ou em sua conta no Flickr.

[Via Colossal]

[Imagem: Alan McFayden]

passaroespelho



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Path of Exile ganha versão em português e agora quer conquistar mais jogadores brasileiros


Por Bruno Izidro

Quando Path of Exile foi lançado, em 2013, ele chamou a atenção de fãs de RPG de ação. Mesmo sendo online e free-to-play com microtransações, a pegada old school que lembra Diablo II fez com que o jogo atraísse cada vez mais jogadores nesses dois anos de vida. De acordo com o estúdio criador do jogo, a neozelandesa Grinding Gear Games, atualmente são mais de 13 milhões de contas registradas e cerca de 1,5 milhões de jogadores ativos.

O interessante é que muitos deles são brasileiros. “Descobrimos que 10% dos nosso jogadores estão jogando a versão em inglês no Brasil”, fala o cofundador do estúdio e game designer de Path of Exile , Chris Wilson, em entrevista ao Gizmodo Brasil, durante evento do jogo em São Paulo, na última semana. “Isso é incrível pra nós e descobrimos o quão grande esse mercado é por aqui”. Por isso, o plano agora é conquistar mais jogadores no país. Como? Lançando no próximo dia 11 de dezembro uma versão em português de Path of Exile, com servidor no Brasil – o que vai diminuir consideravelmente a latência do jogo – e micro-transações em reais.