Álbum lançado por Tom Zé em 1972 ganha edição em LP com a capa original




Os telespectadores que acompanharam a novela Velho Chico (TV Globo, 2016) ouviram diversas vezes a música Senhor cidadão, composta por Tom Zé e gravada pelo artista baiano com a récita do poema Cidade city cité na voz do autor dos versos concretistas, Augusto de Campos. Senhor cidadão reverberou na trilha sonora da novela, selecionada pelo diretor Luiz Fernando Carvalho, através da gravação original feita pelo cantor e compositor em 1972 para o álbum Se o caso é chorar, lançado há 46 anos pela extinta gravadora Continental. Disco em que o artista apresentou músicas como Frevo (Pecadinho) (Tom Zé e Tuzé de Abreu, 1972) e Menina amanhã de amanhã (Tom Zé e Perna), regravadas nos anos 2000 pelas cantoras Márcia Castro e Mônica Salmaso, o álbum Se o caso é chorar ganha edição em LP na série Clássicos em vinil, da Polysom. A edição restaura a capa original do álbum, criada sem o título Se o caso é chorar, grafado somente na contracapa do LP de 1972, embora reedições posteriores tenham reapresentado o disco com o título exposto na capa.



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Grupo Fresno anuncia 'nova fase' com o lançamento do single 'Natureza caos'




Capa do single ‘Natureza caos’, do grupo Fresno Divulgação A caminho dos 20 anos de vida, a serem festejados em 2019, o grupo gaúcho Fresno anuncia o que caracteriza como “nova fase” com o lançamento do single Natureza caos. O single chega às plataformas digitais em 2 de março, sendo seguido por turnê nacional também intitulada Natureza caos e programada para estrear em 4 de março em São Paulo no Buzina Experience Festival. Fundado em dezembro de 1999, na cidade de Porto Alegre (RS), o grupo Fresno já passou por diversas formações, sendo desde 2013 um quarteto integrado por Lucas Silveira (voz e guitarra) e Gustavo Mantovani (guitarra) – remanescentes da formação original da banda – com Mario Camelo (teclados) e Thiago Guerra (bateria). O último álbum do Fresno, A sinfonia de tudo que há (Edição independente, 2013), foi lançado há dois anos.



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Zeca tem vida levada para o cinema na onda de filmes sobre astros da música




Depois de gerar musical de teatro, a vida de Zeca Pagodinho está sendo levada para o cinema. Já está em fase de pré-produção um filme de ficção sobre a vida do cantor, compositor e músico carioca – um dos bambas da geração de sambistas projetados na década de 1980. Pagodinho – em foto de Guto Costa – avaliza o projeto. A iniciativa – quase simultânea com os anúncios de que as vidas de Rita Lee e Roberto Carlos também estão sendo roteirizadas para dar origem a dois longa-metragens sobre as trajetórias desses artistas – sinaliza onda de cinebiografias ficcionais de estrelas da música brasileira. Trata-se de efeito provável dos sucessos de bilheteria obtidos pelos filmes Elis (2016) e Tim Maia (2014). Parece que, como o filão já dá sinais de exaustão na área teatral, a ordem é levar a vida de cantores para o cinema. E por falar na onda, o filme sobre a vida de Erasmo Carlos tem estreia programada para este ano de 2018.



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Grupo 5 a Seco apresenta a capa do segundo álbum de estúdio, 'Síntese'




Grupo 5 a Seco Divulgação Com capa criada por Anna Turra a partir de foto de Dani Gurgel, o segundo álbum de estúdio do grupo paulistano 5 a Seco, Síntese, chega ao mercado fonográfico na próxima sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018. Capa do álbum ‘Síntese’, do grupo 5 a Seco Divulgação No disco, gravado no estúdio Gargolândia (SP) e previsto inicialmente para ter sido lançado em 2017, Leo Bianchini, Pedro Altério, Pedro Viáfora, Tó Brandileone e Vinicius Calderoni dão vozes a músicas como Ventos de Netuno (Pedro Altério e Pedro Viáfora), já previamente apresentada pelo grupo. O último álbum do quinteto, Policromo (2014), saiu há quatro anos. A discografia do grupo, que está em cena desde 2009, foi iniciada em 2012 com registro ao vivo de show captado no Auditório Ibirapuera, na cidade natal do 5 a Seco, São Paulo (SP).



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Encontro de Bethânia e Zeca no palco segue tendência dos shows gregários




Como o mercado de shows no Brasil continua refratário, em virtude do dinheiro mais escasso e também dos altos preços cobrados pelos ingressos, uma das saídas para driblar a crise (inclusive a de interesse do público) tem sido a criação de espetáculos que promovem encontros inéditos de dois ou mais artistas em cena para motivar os admiradores desses artistas a vê-los juntos no palco. O vindouro show De Santo Amaro a Xerém, que reúne Maria Bethânia com Zeca Pagodinho, se enquadra nessa tendência gregária. A aproximação dos artistas aconteceu em 2016 durante a gravação ao vivo da terceira edição do projeto Quintal do Pagodinho. Como o título já explicita, o show traçará no roteiro um mapa musical que vai de Santo Amaro da Purificação (BA), cidade natal da intérprete baiana, ao município fluminense de Xerém (RJ), onde reside o carioca Zeca. Estão previstos alguns números em dueto. Já a turnê nacional, programada para acontecer entre abril e maio deste ano de 2018, seguirá rota que começa pela cidade do Rio de Janeiro (RJ), indo depois para Olinda (PE), São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).



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Ao desfilar na Mangueira, Beth Carvalho mostra que é campeã há 50 Carnavais




Beth Carvalho de certa forma celebrou mais um campeonato ao reaparecer publicamente na noite de ontem, entronizada em carro alegórico apresentado pela Mangueira no desfile das escolas campeãs do Carnaval de 2018 do Rio de Janeiro. Às voltas com problemas de saúde nos últimos dez anos, a cantora carioca se viu impedida de desfilar pela escola verde-e-rosa no desfile do domingo passado, 11 de fevereiro, como tinha sido acordado com o carnavalesco da escola, Leandro Vieira. Por isso mesmo, a aparição de Beth no desfile de sábado, 17 de fevereiro, teve ar de vitória para a artista, para os mangueirenses e até para o público de outras agremiações. Inclusive porque Beth – vista no desfile na foto de Marcos Serra Lima, do G1 – está festejando em 2018 exatos 50 anos de sucesso. A cantora já está em cena desde meados da década de 1960, tendo gravado o primeiro disco – um compacto simples – em 1965. Mas foi em 1968 que Beth foi realmente (re)conhecida pelo Brasil ao defender a canção Andança (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968) na terceira edição do Festival Internacional da Canção (FIC). De lá para cá, Beth se tornou cantora referencial no universo do samba. A cantora que avalizou toda a geração de sambistas que projetou Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, entre outros bambas, após ter colaborado para popularizar o repertório de Cartola (1908 – 1980) a partir de 1976. Beth tem aparecido pouco, por conta dos problemas de saúde que limitam os movimentos da artista. Nem por isso deixa de ser campeã invicta há 50 Carnavais.



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Disco com ópera-rock dos Titãs tem cordas orquestradas por Jaques Morelenbaum




Titãs com o produtor Rafael Ramos e Jaques Morelenbaum Reprodução / Facebook Rafael Ramos O grupo paulistano Titãs aproveitou a vinda à cidade do Rio de Janeiro (RJ) na semana passada, para apresentação do show Uma noite no teatro em palco carioca, para dar continuidade à gravação do álbum que lançará neste ano de 2018 – disco que começou a ser efetivamente formatado no último trimestre de 2017. Trata-se do álbum de músicas inéditas que registra a trilha sonora da ópera-rock criada pelos integrantes da banda com com os dramaturgos Hugo Possolo e Marcelo Rubens Paiva. Na recente sessão de estúdio, o produtor Rafael Ramos gravou as cordas orquestradas pelo maestro e violoncelista Jaques Morelenbaum. Na foto acima, tirada no estúdio carioca Tambor, Rafael (à frente, de barba) aparece com Morelenbaum (no alto, à esquerda) e com Sergio Britto (de boné) e Tony Bellotto, dois dos três titãs remanescentes da formação clássica da banda formada no alvorecer da década de 1980. O repertório da ópera-rock dos Titãs inclui as músicas 12 flores amarelas (Branco Mello, Sergio Britto, Tony Bellotto e Beto Lee), A festa (Sergio Britto e Branco Mello) e Me estuprem (Sergio Britto e Tony Bellotto), as três já apresentadas pelo grupo desde 2017 em shows feitos pelo Brasil.



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Censurado samba para Pixinguinha chega ao disco com Áurea Martins e Cristovão




Meses após ter saído de cena, o genial compositor, músico e arranjador carioca Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897 – 1973), o Pixinguinha, foi saudado pelos compositores Antonio Valente, Elton Medeiros e Cristovão Bastos no samba Flor negra. Criado em 1973, o samba foi censurado na época – com o descabido argumento de ser racista por conta de versos que citavam a escravidão – e somente neste ano de 2018, 45 anos após a composição do tema, ganhará o primeiro registro fonográfico. O samba Flor negra tem presença confirmada no repertório do álbum que a cantora carioca Áurea Martins gravará em duo com o pianista, arranjador e compositor conterrâneo Cristovão Bastos. O samba chegou a ser cantado por Áurea em setembro de 2017 em show em tributo a Pixinguinha feito no Instituto Moreira Salles, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), mas nunca foi gravado em disco. Além de Flor negra, o repertório do álbum de Áurea Martins e Cristovão Bastos – vistos em foto de divulgação de Mariza Lima – inclui a inédita Rede branca (de Cristovão Bastos com Paulo César Pinheiro) e a valsa Amigo amado (Alaíde Costa e Vinicius de Moraes, 1973). A gravação do disco está prevista para este primeiro semestre de 2018.



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Álbum de Erasmo após o fim da Jovem Guarda em 1968 volta em LP após 50 anos




A Jovem Guarda já era um movimento em agonia quando Erasmo Carlos gravou, no primeiro semestre de 1968, o quinto álbum solo. Quando o LP foi lançado, no último trimestre daquele ano interminável, o programa Jovem Guarda já tinha saído do ar e o Tremendão sentava à beira do caminho, perplexo, sem rumo profissional imediato. Talvez por isso mesmo, Erasmo Carlos – o álbum gravado e lançado pelo cantor e compositor carioca pela extinta gravadora RGE – tenha sido um dos menos ouvidos da discografia do artista ao longo dos tempos. É este disco que volta ao catálogo via Polysom neste ano de 2018, no formato original de LP, 50 anos após o lançamento, com as mesmas 12 músicas da edição original. Cinco dessas 12 composições – A próxima dança, Nunca mais vou fazer você sofrer, O maior amor da cidade, Senhor, estou aqui e Vou chorar, vou chorar, vou chorar – ostentam as assinaturas de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, então em processo de retomada da parceria após briga que interrompera momentaneamente a produção da dupla. Sintomaticamente, nenhuma das cinco músicas se tornou um sucesso da lavra de Roberto & Erasmo. Capa do álbum ‘Erasmo Carlos’, de 1968 Divulgação Mais digna de nota é a dupla presença no disco do então desconhecido Tim Maia (1942 – 1998), colega de Erasmo na adolescência musical vivida no bairro carioca da Tijuca, onde eles formaram nos anos 1950, com Roberto, o efêmero, histórico e lendário conjunto The Sputniks. Além de ter feito os vocais de Baby baby (Santos Dumont), Tim é o compositor da música Não quero nem saber, uma das primeiras composições do futuro Síndico a ganhar registro fonográfico. Precedido em junho de 1968 pelo compacto que apresentou a música Para o diabo com os conselhos de vocês (Carlos Imperial e Neneo), tentativa vã de evocar o rock que alavancou definitivamente a carreira de Roberto Carlos, Quero que vá tudo pro inferno (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1965), o álbum Erasmo Carlos perde no confronto com álbuns anteriores e posteriores do cantor, mas é retrato fiel das hesitações de Erasmo naquele momento de transição para o mundo adulto.



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Lollapalooza 2018: ingressos de sábado estão esgotados




Organização também confirmou que não há mais Lolla Pass, que vale para os três dias. Segundo dia do festival terá Imagine Dragons e Pearl Jam. Palco do Lollapalooza 2017 G1 A organização do Lollapalooza 2018 anunciou neste sábado (17) no Twitter que os ingressos para o sábado estão esgotados. O festival acontece no Autódromo de Interlagos nos dias 23, 24 e 25 de março. As principais atrações do segundo dia são as bandas Pearl Jam e Imagine Dragons. Sem ingressos para sábado, as entradas para os três dias do festival, chamadas de Lolla Pass, também não estão mais disponíveis. Initial plugin text O preço da entrada, chamada Lolla Day, é de R$ 800, com a meia-entrada a R$ 400. Ainda há ingressos para sexta e domingo. Já o Lolla Pass, que dá direito aos 3 dias do festival, estava no 4º lote, e custava R$ 2 mil, com meia-entrada a R$ 1 mil. A banda Imagine Dragons, que se apresenta no Lollapalooza 2018 Eliot Lee Hazel/Divulgação



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