Bibi Ferreira canta Sinatra em show no DF que celebra 75 anos de carreira



A cantora Bibi Ferreira, que celebra 75 anos de carreira com show em homenagem a Frank Sinatra em Brasília (Foto: Willian Aguiar/Divulgação)A cantora Bibi Ferreira, que celebra 75 anos de carreira com show em homenagem a Frank Sinatra em Brasília (Foto: Willian Aguiar/Divulgação)

Prestes a completar 94 anos – faz aniversário em 1º de junho –, a atriz, cantora e diretora Bibi Ferreira vem a Brasília neste sábado (28) para um show em que canta músicas que foram sucesso na voz de Frank Sinatra. A artista sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses Guimarães às 22h.

O espetáculo é uma comemoração pelos 75 anos de carreira da artista. No repertório, sucessos como “Night and day”, de Cole Porter, “All the way”, que também foi gravada por Billie Holliday, Celine Dion e Bob Dylan, “Fly me to the moon”, “Girl from Ipanema”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e “Old man river”.

“Eu gosto muito de cantar todas, mas a que eu mais gosto é ‘That’s life’, acho ótima essa música com Sinatra. A canção que a gente mais gosta a gente canta de um jeito especial. ‘Night and day’ é boa porque tem uma introdução grande, então dá para preparar bem a voz”, disse Bibi ao G1.

A escolha pela obra do cantor norte-americano partiu da identificação com as canções e como forma de homenagear um grande artista. Para a cantora, nenhum intérprete conseguiu o feito do “Blue Eyes”.

A cantora Bibi Ferreira no palco acompanhada por orquestra (Foto: Willian Aguiar/Divulgação)A cantora Bibi Ferreira no palco acompanhada por orquestra (Foto: Willian Aguiar/Divulgação)

“Frank Sinatra é o maior cantor de música popular de todos os tempos, pelas qualidades vocais: a voz, a dicção magnífica, a escolha do repertório, da melhor qualidade. A postura cênica e artística é de uma qualidade muito grande”, diz Bibi.

Frank Sinatra é o maior cantor de música popular de todos os tempos, pelas qualidades vocais: a voz, a dicção magnífica, a escolha do repertório, da melhor qualidade, a postura cênica e artística é de uma qualidade muito grande”
Bibi Ferreira, sobre Frank Sinatra

“Ele tem um poder de se comunicar com a plateia de forma invulgar. Sinatra é meu colega, mas realmente, com seus olhos azuis, é incomparável, insuperável.”

Em setembro, Bibi leva o show para Nova York, cidade eternizada na voz de Sinatra. A cantora diz que se sente honrada em poder fazer um espetáculo no espaço identificado como a “casa” do artista.

“Tenho duas datas marcadas no Sky Center. É uma emoção muito grande, muito forte, cantar músicas de Sinatra no lugar onde ele cantava. Mas a responsabilidade consegue colocar as coisas no lugar.”

Em Brasília, Bibi se apresenta acompanhada por um quarteto orquestrado. Ela conversa com o público, fala sobre a obra e o legado de Sinatra, interage com o maestro e diretor musical Flávio Mendes e conta curiosidades sobre as canções.

Para o bis, ela reserva músicas também de Edith Piaf e Amália Rodrigues, que já foram temas de espetáculos de Bibi. “Qualquer show que eu faça, que as pessoas percebem, eles mesmo pedem. ‘Não vai cantar Piaf?’. Sempre. Posso estar cantando Amália, Gaedel, sempre me pedem Piaf.”

JG_Bibi Ferreira (Foto: TV Globo)A cantora Bibi Ferreira (Foto: TV Globo/Divulgação)

A cantora brasileira disse encontrar muitos pontos em comum entre ela e Piaf. “Sou de pequena de estatura, ela também. Ela era uma pessoa [diferente de mim], eu tenho um temperamento distante do dela. Mas ambas somos medianas, magras, somos muito expressivas no rosto, temos cabelo curto, ambas cantamos com muito respeito, gostamos muito de cantar. Nós duas sempre tivemos muita vontade de que o público saísse satisfeitos com as canções, com as letras.”

Carreira de 75 anos
O espetáculo “Bibi canta repertório Sinatra” é também a comemoração de 75 anos de carreira da artista. A primeira vez dela como profissional em um palco aconteceu em 28 de fevereiro de 1941, interpretando a Mirandolina da peça “La locandiera”, de Carlo Goldoni.

Uma das primeiras diretoras de teatro do Brasil, a artista montou sua própria companhia três anos depois, reunindo nomes importantes do cenário nacional, como Cacilda Becker, Maria Della Costa, Henriette Morineau, Sérgio Cardoso e Nydia Licia.

Cantora Bibi Ferreira interpreta Frank Sinatra no dia 10 de outubro, em Ribeirão Preto, SP (Foto: Foto: Wilian Aguiar/Divulgação)A cantora Bibi Ferreira interpreta Frank Sinatra em show (Foto: Foto: Wilian Aguiar/Divulgação)

Como parte das comemorações pelos 75 anos de carreira, a cantora e atriz também terá uma fotobiografia, uma página na internet e box com novo CD. A previsão é de que os lançamentos ocorram ainda neste ano.

Qualquer show que eu faça, que as pessoas percebem, eles mesmo pedem. ‘Não vai cantar Piaf?’. Sempre. Posso estar cantando Amália, Gaedel, sempre me pedem Piaf”
Bibi Ferreira, cantora e atriz

Filha de Procópio Ferreira, um dos maiores nomes do teatro brasileiro, Bibi participou da primeira peça aos 24 dias de vidas. Ela substituiu uma boneca que fazia parte da montagem“Manhãs de sol”, de Oduvaldo Vianna.

Ao longo de sete décadas e meia, ela sempre levou a sério a trajetória como artista, cuidando de forma especial da voz, importante ferramento de trabalho nas montagens teatrais e nos espetáculos de música.

“Não se brinca com uma coisa tão séria. Graças a Deus, Deus me deu essa condição [dom de cantar], então tomo cuidados, não tomo gelado, pois isso vela a voz. Meu pai, como falava muito, sempre me dizia: ‘Tome cuidado, gelo vela a voz’.”

Bibi canta repertório Sinatra

Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Data: sábado (28)
Horário: 22h
Ingressos (valores de meia-entrada):
Poltrona front gold: R$ 180
Poltrona gold: R$ 130
Poltrona A: R$ 100
Poltrona B: R$ 80
Poltrona superior: R$ 50
Classificação indicativa: 12 anos
Informações: 61 3554-4005 ou pela internet.





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Programação completa do São João 2016 de Caruaru é divulgada; confira



Pátio do Forró de Caruaru (Foto: André Hilton/ TV Asa Branca)Shows serão realizados de 4 a 29 e junho no Pátio do Forró (Foto: André Hilton/ TV Asa Branca/Arquivo)
 

A programação do São João 2016 de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, foi divulgada nesta quinta-feira (26). Este ano, as festividades serão iniciadas no dia 4 de junho e seguirão até 29 do mesmo mês. A abertura será realizada no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga e terá shows de Elba Ramalho e Nando Cordel.

A lista de atrações conta ainda com Bell Marques, Luan Estilizado, Adelmário Coelho, Gustavo Lima, Dorgival Dantas e a dupla Matheus e Kauan.

Serão homenageados o jornalista Marcolino Jr. (em memória), a artesã Marliete Rodrigues, além dos cantores e compositores Walmir Silva e Gilvan Neves.

Confira a programação do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga:

Sábado – 4 de junho
Elba Ramalho, Azulão, Nando Cordel e Cavaleiros do Forró

5 de junho
Israel da Mídia, Magníficos, Solteirões do Forró

8 de junho
Fabiana Pimentinha, Silvério Pessoa e Os Gonzagas

Luan Santana (Foto: Divulgação)Luan Santana faz show no dia 10 (Foto: Divulgação)

Sexta-feria – 10 de junho
Luan Santana, Novinho Paraíba, Berinho Lima e Pedrinho Pegação

Sábado – 11 de junho
Calango Aceso, Santanna, Matheus e Kauan, Caru Forró

Domingo – 12 de junho
Walmir Silva, Dorgival Dantas e Adelmário Coelho

Quinta-feira – 15 de junho
Jailson Rosseti, Valdir Santos, Os Três do Nordeste

Sexta-feira – 17 de junho
Marcos Lessa, Flávio José, Gabriel Diniz e Danilo Bottrel

Sábado – 18 de junho
Aviões do Forró, Gilvan Neves, Geraldinho Lins, Iohanes

Domingo – 19 de junho
Renilda Cardoso, Limão com Mel, Luan Estilizado

Terça-feira – 21 de junho
Virados do Forró, Del Feliz, Vilões do Forró e Banda Zé do Estado.

Quarta-feira – 22 de junho
Desejo de Menina, Arreio de Ouro, Didi de Caruaru

Quinta-feira – 23 de junho
Elifas Junior, Petrúcio Amorim, Brasas do Forró e Benil

Sexta-feira – 24 de junho
Fulô de Mandacaru, Margareth Menezes, Paula Mattos e Santa Dose

Sábado – 25 de junho
Gatinha Manhosa, Bichinha Arrumada, Jorge de Altinho e Wesley Safadão

Domingo – 26 de junho
Erisson Porto, Amigos Sertanejos e Márcia Fellipe

Segunda-feira – 27 de Junho
Brucelose, Mastruz com Leite, Erick Moreira e Maciel Melo

Gusttavo Lima lança o vídeo 'Que Pena Que Acabou', parte do show '50/50' (Foto: Divulgação)Show de Gusttavo Lima é dia 28 (Foto: Divulgação)

Terça-feira – 28 de junho
Anjo Azul, Gustavo Lima, Israel Filho

Quarta-feira – 29 de junho
Lucas Costa, Jonas Esticado e Bell Marques

 

 

 





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Astrônomos podem ter solucionado um dos grandes mistérios sobre a origem da vida


Se uma tempestade solar atingisse a Terra hoje, ela poderia apagar a nossa tecnologia e nos levar de volta à Idade das trevas. Felizmente, esses eventos são bem raros. Mas há quatro bilhões de anos, o clima espacial extremo era provavelmente o normal. E em vez de trazer o apocalipse, ele pode ter dado início à vida.

>>> O que aconteceria se uma tempestade solar gigantesca atingisse a Terra?
>>> O sistema solar pode permanecer habitável mesmo depois que a Terra for destruída

É essa a conclusão de um estudo publicado na Nature Geoscience, que se apoia em uma recente descoberta sobre jovens estrelas tipo o sol feita pelo telescópio Kepler da NASA. Em seu início de vida, os sóis podem ser bastante eruptivos, liberando quantidades incalculáveis de energia durante “super tempestades solares” que fariam os climas espaciais mais fortes que enfrentamos parecerem só uma tarde chuvosa.

Agora, Vladimir Airapetian da NASA mostrou que se nosso Sol fosse igualmente ativo há 4 bilhões de anos, ele poderia ter feito a Terra ser mais habitável. De acordo com os modelos de Airapetian, as super tempestades solares atingiam nossa atmosfera, iniciavam reações químicas que resultavam em emissões alarmantes de gases do efeito estufa e outros ingredientes essenciais para a vida.

“A Terra deveria estar totalmente congelada há quatro bilhões de anos,” disse Airapetian ao Gizmodo, com referência ao “Paradoxo do jovem Sol fraco” levantado por Carl Sagan e George Mullen em 1972. O paradoxo surgiu quando Sagan e Mullen perceberam que a Terra tinha sinais de água líquida há quatro bilhões de anos, quando o Sol só tinha 70% do brilho de hoje. “O único jeito [de explicar isso] é se de alguma forma incorporarmos o efeito estufa,” disse Airapetian.

Outro enigma da Terra antiga é como nossas primeiras moléculas biológicas – DNA, RNA e proteínas – conseguiram nitrogênio o suficiente para se formar. Mais ou menos como acontece hoje, a atmosfera da Terra antiga era composta principalmente por gás nitrogênio inerte (N2). Por mais que uma bactéria especializada chamada “fixadora de nitrogênio” tenha descoberto como transformar N2 em amônia (NH4), os seres vivos antigos não tinham essa capacidade.

O novo estudo oferece uma solução para ambos os problemas na forma do clima espacial. A pesquisa começou há muitos anos, quando Airapetian estava estudando a atividade magnética das estrelas no banco de dados do Kepler. Ele descobriu que estrelas tipo G (como o nosso Sol) são como dinamites na juventude, liberando frequentemente pulsos de energia equivalentes a 100 trilhões de bombas atômicas. A tempestade solar mais potente já experienciada por humanos, o evento de 1859 em Carrington que causou falta de energia mundial, não é nada perto disso.

“É uma quantidade incrível de energia. Eu mal posso entender o que significa”, Ramses Ramirez, um astrobiólogo da Universidade de Cornell que não estava envolvido no estudo, mas colabora com Airapetian, disse ao Gizmodo.

Logo passou pela cabeça de Airapetian que ele poderia usar essa descoberta e voltar até a história antiga do nosso sistema solar. Ele calculou que há 4 bilhões de anos, nosso Sol poderia liberar dezenas de super tempestades a cada poucas horas, com uma ou mais atingindo o campo magnético da Terra todos os dias. “Basicamente, a Terra estava sob ataque constante de eventos maiores que o de Carrington,” disse.

Usando modelos numéricos, Airapetian mostrou que as super tempestades solares seriam fortes o bastante para comprimir drasticamente a magnetosfera da Terra, o escudo magnético que circunda nosso planeta. Não apenas isso, as partículas solares carregadas fariam buracos na magnetosfera próximos aos polos do planeta, entrando na atmosfera da Terra e colidindo com nitrogênio, dióxido de carbono e metano. “Então agora você tem essas partículas interagindo com moléculas na atmosfera e criando novas moléculas – como uma reação em cadeia,” explicou Airapetian.

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Conceito artístico de partículas energéticas de super tempestades solares atingindo a Terra antiga. Imagem via Vladimir Airapetian

Essas interações solares-atmosféricas produzem óxido nitroso, um gás do efeito estufa com 300 vezes o potencial de aquecimento global do CO2. Os modelos de Airapetian sugerem que óxido nitroso em grande quantidade pode ter sido produzido para aquecer drasticamente o planeta. Outro produto dessas tempestades solares sem fim, o cianeto de hidrogênio (HCN), pode ter fertilizado a superfície com o nitrogênio necessário para formar os blocos fundamentais da vida.

“As pessoas olhavam para relâmpagos e meteoritos como forma de iniciar a química do nitrogênio,” diz Ramirez. “Acho que a coisa mais legal desse artigo é que ninguém tinha pensado nas tempestades solares.”

Biólogos vão determinar se a mistura exata de moléculas produzidas pelos super tempestades é o suficiente para dar o pontapé inicial na vida. Essa investigação já está acontecendo. Pesquisadores do Instituto de Ciências da Vida na Terra em Tóquio estão usando os modelos de Airapetian para projetar experimentos que possam produzir aminoácidos e RNA, o que ajudaria bastante a dar força à ideia de que o clima espacial ajudou a dar início na vida.

Além de ajudar a explicar o início da nossa história, os modelos de Airapetian podem ajudar a conferir a habitabilidade passada de Marte, que também era um planeta bastante molhado há quatro bilhões de anos apesar de receber menos radiação do jovem sol. O estudo pode ter consequências para o estudo da vida além do nosso sistema solar, também.

Estamos apenas começando a entender o que é uma “zona habitável” de uma estrela, onde planetas com oceanos de água líquida podem existir. Mas a definição atual de zona habitável só considera o brilho da estrela principal. Com informações mais detalhadas sobre a atividade explosiva de uma estrela, podemos conseguir entender melhor a química de atmosferas de exoplanetas, e o potencial de ter acontecido um efeito estufa especialmente forte.

“Isso vai nos informar se a energia de uma estrela está disponível de forma que pode criar a química para criar biomoléculas,” disse Airapetian. “Sem isso, seria um milagre existir vida.”

Imagem de topo: NASA Solar Dynamics Laboratory



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Ummagumma faz 'viagem' pela obra do Pink Floyd em show no DF



Banda Ummagumma, cover de Pink Floyd que se apresenta nesta sexta (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (Foto: Lucas Pacheco/Divulgação)Banda Ummagumma, cover de Pink Floyd que se apresenta nesta sexta (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (Foto: Lucas Pacheco/Divulgação)

Considerada uma das principais bandas cover de Pink Floyd do país, a Ummagumma se apresenta nesta sexta-feira (27) no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O show da turnê “Where we start” acontece às 22h e celebra os 14 anos do grupo.

Durante o espetáculo, os músicos tocam composições de todas as fases da carreira da banda britânica, com atenção especial a álbuns clássicos, como “The wall”, “Wish you were here” e “The dark side of the moon”.

A base são os repertórios das turnês de dois shows de ex-integrantes do Floyd; “In the flesh”, do baixista Roger Waters, e “Rattle that lock”, do guitarrista David Gilmour.

A banda, criada em Três Pontas, em Minas Gerais, reproduz os arranjos originais ou versões de shows do grupo que teve em sua formação Waters, Gilmour, Nick Mason (bateria), Richard Wright (teclados) e Syd Barret (guitarrista e principal compositor da primeira fase).

Como fã de Pink Floyd, tento criar um show que eu gostaria de assistir. Hoje não consigo ver o show sem pensar nisso. Temos respeito total pelo público, pela obra, buscamos criar uma atmosfera especial, preparar uma viagem”
Bruno Morais, guitarrista do Ummagumma, cover do Pink Floyd

O Ummagumma reúne 13 músicos, incluindo quatro backing vocals. Os integrantes sobem ao palco acompanhados iluminação especial e cenário, efeitos visuais, recursos pirotécnicos e até o telão redondo ao melhor Pink Floyd. O objetivo é oferecer ao público uma “experiência multissensorial”.

“Como fã de Pink Floyd, tento criar um show que eu gostaria de assistir. Hoje não consigo ver o show sem pensar nisso. Temos respeito total pelo público, pela obra, buscamos criar uma atmosfera especial, preparar uma viagem”, afirma o guitarrista e vocalista Bruno Morais, criador do grupo.

A lista de músicas inclui clássicos do grupo inglês, como “Another brick in the Wall (part II)”, “Wish you were here”, “Comfortably numb”, “Time”, “Money”, “Us and them”, “Shine on you crazy diamonds”,“High Hopes”, “Dogs”, “Astronomy domine” e “Great gig in the sky”.

O espetáculo tem também menções ao último álbum da banda, “Endless river”, quando o Ummagumma toca “Talkin’ Hawkin’” com “Keep talking”, do disco “Division bell”. O repertório tem também composições como “Perfect sense”, de Waters, e “In any tongue”, de Gilmour.

Ummagumma The Brazilian Pink Floyd (Foto: Felipe Massara/Divulgação)Ummagumma The Brazilian Pink Floyd; no telão, capa do disco “Animals”, de 1977
(Foto: Felipe Massara/Divulgação)

“Esse show [Where we start] celebra a história da banda, que completa 14 anos. Tudo começou em 2002, quando eu assisti ao show do Roger Waters, “In the flash”, e isso me influenciou a começar a banda. Agora, em 2015, o David Gilmour veio com o “Rattle that lock”. Então deu a vontade de prestar tributo às duas turnês”, afirma Morais.

“The starting gun”
Bruno Morais conta que a ideia de fazer uma banda que prestasse tributo ao Pink Floyd surgiu em março de 2002, quando ele assistiu a um dos shows de Roger Waters no Brasil. O estalo aconteceu na execução de uma das músicas de maior sucesso da carreira dos britânicos.

Foi na introdução de ‘Time’. Foi ali que pensei em fazer a banda e reproduzir da melhor forma possível as músicas. Conversei com amigos da cidade, de Três Pontas,  e logo depois, em uma semana, já tinha a banda”
Bruno Morais, diretor musical do Ummagumma, banda cover do Pink Floyd

“Foi na introdução de ‘Time’. Foi ali que pensei em fazer a banda e reproduzir da melhor forma possível as músicas. Conversei com amigos da cidade, de Três Pontas,  e logo depois, em uma semana, já tinha a banda”, diz o músico.

A Ummagumma é mais do que uma renião de amigos, é um núcleo familiar. O grupo foi idealizado pelo guitarrista e pelos pais de Bruno, Maria Isabel (Ber) e Reny. A mãe é produtora e uma das backing vocals, ao lado da filha Isabela Morais.

Completam a banda as outras backing vocals, Elisangela Theophilo e de Helen Mariah, Eduardo Botrel (guitarra, vocal, violões), Marcos Alexandre Wayne (baixo, vocais), Otávio Pieve (bateria), Alesandro Brito (percussão), Stéfanny Rezende Botrel (teclados), Felipe Batiston (teclados e vocal), Ivan Souza Pereira (sax) e Oswaldo Duarte (violoncelo e vocais).

Ummagumma – The Brazilian Pink Floyd

Show: Where we start
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Data: sexta (27)
Horário: 22h
Ingressos: a partir de R$ 50





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Nova célula solar transforma luz em calor e pode até mesmo dobrar a eficiência



Há um limite teórico na eficiência de células solares que limita a quantidade de eletricidade que elas podem criar a partir da luz solar. Mas agora uma equipe de engenheiros do MIT desenvolveu um sistema que supera esse problema ao transformar luz em calor – e isso pode dobrar a eficiência das células solares.

A maioria das células solares enfrentam o Limite de Shockley-Queisser, que coloca um teto na eficiência na produção de energia de um determinado dispositivo com base na ampla disseminação de frequências de luz que batem em uma superfície. No caso das células solares mais comuns – feitas de silício – esse limite é de cerca de 32%. Algumas células usam camadas múltiplas ou tentativas de transformar o calor absorvido em eletricidade para conseguir alguma energia extra.

Mas uma equipe do MIT está pensando um pouco diferente. O novo dispositivo criado por seus integrantes, na imagem acima, primeiro absorve calor e luz da luz solar usando uma camada especial que pode re-emitir radiação a comprimentos de onda específicos mais indicados para as células solares próximas. Essa camada é feita de cristais nanofotônicos, que emitem frequências específicas de luz quando aquecidos. Ao modificar cuidadosamente os cristais para produzir os componentes de frequência corretos, o dispositivo pode criar radiação que é mais facilmente absorvida pela célula solar, melhorando assim a sua eficiência. A equipe descreveu como funciona o sistema em detalhes na Nature Energy.

A equipe reconhece que o sistema pode teoricamente dobrar a eficiência das células solares. Experimentos iniciais usando células solares de baixa eficiência demonstraram que o dispositivo consegue de fato melhorar a eficiência, mas há um caminho a ser seguido até que a técnica possa ser usada comercialmente. Em primeiro lugar eles precisam aumentar o sistema em escala para que as camadas nanofotônicas possam ser produzidas a preços mais baixos.

[Nature Energy via PhysOrg]



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The Weeknd e Belly cancelam ida ao Jimmy Kimmmel Live por Trump



Imagem cedida pela rede ABC mostra Donald Trump em entrevista para Jimmy Kimmel durante gravação do Jimmy Kimmel Live! (Foto: Randy Holmes/ABC via AP)Imagem cedida pela rede ABC mostra Donald Trump em entrevista para Jimmy Kimmel durante gravação do ‘Jimmy Kimmel Live!’ (Foto: Randy Holmes/ABC via AP)
 

A sensação de rythm & blues The Weeknd e o rapper Belly, um canadense de origem palestina, cancelaram sua esperada participação no programa de televisão americano “Jimmy Kimmel Live”, em protesto contra a presença no mesmo estúdio do pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos, Donald Trump.

Os artistas se apresentariam na próxima quarta à noite (1º de junho), no “Jimmy Kimmel Live”.

O rapper Belly disse que decidiu cancelar sua participação por Trump ser o convidado principal, e alegou preferir se concentrar “na positividade e no amor”.

“Eu simplesmente não queria me sentir como se fosse parte de uma celebração para alguém que tem crenças com as quais a maioria de nós não está de acordo”, justificou Belly, nascido na Cisjordânia e criado na capital do Canadá, Ottawa.

Durante sua campanha nas prévia seleitoras, Trump se envolveu em várias polêmicas e foi alvo de críticas por conta de suas propostas. Caso seja eleito, Trump prometeu construir um muro na fronteira dos EUA com o México, com objetivo de conter a imigração ilegal no país, e proibir a entrada de muçulmanos em solo norte-americano.

O cantor disse que, como muçulmano, apreciava “a possibilidade de entrar aqui, nos Estados Unidos; me agrada (…) ter a possibilidade de estar aqui”, completou Belly, cujo verdadeiro nome é Ahmad Balshe.

Imagem de setembro de 2008 mostra o rapper Belly durante festival de cinema em Toronto, no Canadá (Foto: Jag Gundu / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)Imagem de setembro de 2008 mostra o rapper Belly durante festival de cinema em Toronto, no Canadá (Foto: Jag Gundu / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP)
The Weeknd canta a canção indicada 'Earned it' no Oscar 2016 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)The Weeknd canta a canção indicada ‘Earned it’ no Oscar 2016 (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)





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Cerco se fecha: mais um lugar proíbe hoverboard no transporte público



O hoverboard, uma prancha motorizada que roda de acordo com a postura do usuário, virou mania no último ano. Elas não tem nem 1% do charme da original, um skate voador imaginado no filme “De Volta para o Futuro 2”, mas esse segway sem guidão parece um brinquedo interessante para quem quer circular sem se cansar tanto. O problema é que ele tem se mostrado perigoso, e desde esta terça está vetado no transporte público em Boston.

Continue lendo em Outra Cidade: http://outracidade.com.br/cerco-se-fecha-mais-um-lugar-proibe-hoverboard-no-transporte-publico/

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Andrea Bocelli vai cantar com Alicia Keys antes da final da Champions



O cantor Andrea Bocelli (Foto: AP)O cantor Andrea Bocelli (Foto: AP)

O cantor lírico italiano Andrea Bocelli se apresentará ao lado da americana Alicia Keys na cerimônia de abertura da final da Liga dos Campeões, neste sábado (28), em Milão, anunciou a Uefa nesta quinta-feira (26).

A cerimônia terá um novo formato, inspirado dos shows do intervalo do Superbowl, a decisão do futebol americano, antes do aguardado duelo entre Real Madrid e Atlético de Madri, que será transmitido em 220 países.

De acordo com a Uefa, será a primeira vez que uma final de Champions terá um show ao vivo antes da bola rolar.

“Eu me sinto honrado por ter a oportunidade de participar ativamente dessa grande noite. Eu tentarei cantar o hino da Liga dos Campeões da melhor forma que eu puder, para retribuir todas as pessoas que me convidaram”, declarou Bocelli, citado no comunicado da Uefa.

O italiano já se apresentou recentemenete antes de outra partida de futebol, o duelo entre Leicester e Everton, que marcou a comemoração do inesperado título inglês dos ‘Foxes’, há duas semanas. O cantor lírico se apresentou no King Power Stadium a convite do compatriota Claudio Ranieri, técnico do Leicester.

Alicia Keys canta no festival Mawazine, em Rabat, Marrocos, neste sábado (7) (Foto: REUTERS/Youssef Boudlal)Alicia Keys canta no festival Mawazine, em Rabat, Marrocos, neste sábado (7) (Foto: REUTERS/Youssef Boudlal)





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Battleborn é uma improvável união de jogo de tiro com MOBA que quase dá certo


por Bruno Izidro

Todo mundo tem aquele gênero de jogos que, por mais que tente, não consegue gostar ou se dar bem. Para alguns são RPG, para outros são games de esporte ou mesmo jogos de luta. Para mim, são os MOBAs. Desde quando um tal de Defense of The Ancients (mais conhecido como Dota) começou a fazer sucesso nas lan houses, nunca consegui entrar de cabeça nele ou em League of Legends. Apesar de entender porque eles têm tanta popularidade e são o carro-chefe dos eSports, não é o tipo de jogo para mim, saca?

Por isso, imagem o quanto não estava cético e receoso quanto ao recém lançado Battleborn. O jogo do estúdio Gearbox foi vendido como a mistura de um FPS com MOBA. Já imaginou um Borderlands (o jogo anterior do estúdio) com League of Legends? Pois é, a ideia não parecia empolgar muito. Porém, esse meu pré-julgamento se desfez quando comecei a jogar Battleborn. Eu jogava um pouco, depois mais um pouco, uma partida aqui, depois outra, depois mais uma. Quando percebi, eu já estava jogando Battleborn mais do que gostaria de admitir e muito disso é culpa, por incrível que pareça, do seu lado MOBA.

Nascidos para a batalha

Para tirar logo a possível dúvida de lado: Battleborn não é um MOBA em primeira pessoa, mas também não dá para dizer que é puramente um jogo de tiro, porque nem todos os personagens usam armas. Alguns são mais do tipo de lançar projeteis ou poderes para combater os inimigos, sejam as inteligências artificias da campanha da história ou outros jogadores no versus, os dois principais modos do jogo. Por falar em personagens, eles são um dos aspectos vindo dos MOBAs.

battleborn-personagens

Os Battleborns são bem diferentes entre si, com habilidades e até modos de jogar distintos. Como sempre há os bonecos mais tanque, para ficar na linha de frente, outros com características mais de suporte, para curar o grupo, e por aí vai. No total são 25 personagens, mas somente alguns estão disponíveis no início do jogo, o restante é liberado conforme o nível do jogador aumenta ou ao completar missões. Por exemplo, Isic – o chefe da primeira fase do modo história – fica disponível após derrota-lo.

O game pode até ser jogado sozinho, inclusive no modo versus (onde os outros jogadores são substituídos por bots), mas a graça mesmo está na experiência em co-op, que suporta até cinco jogadores. Já algo que não se pode escolher é a obrigatoriedade de estar online para jogar, mesmo que de maneira solo.

Tem um MOBA no meu FPS

Nas minhas tentativas de jogar League of Legends, um dos poucos aspectos que me atraiu e que realmente achei interessante foi o esquema do personagem ganhar habilidades conforme a partida progride, sendo que depois elas são zeradas a cada novo jogo. Esse foi justamente um dos elementos que Battleborn tomou emprestado dos MOBAs e um que mais influência nas partidas do novo game.

O seu personagem em Battleborn pode evoluir do nível 1 até 10, conforme vai cumprindo os objetivos e derrotando inimigos na partida. A cada novo nível alcançado, é possível escolher entre duas novas habilidades que vão ficar ativas até aquela jogada terminar.

battleborn-habilidades

Já as habilidades variam ente os personagens. Pra Oscar Mike, por exemplo, um dos personagens mais padrão do jogo, há uma escolha ente aumentar o número de balas na arma dele ou aplicar mais danos a cada tiro. Já pra Orendi, fica entre deixar status negativos em quem o poder dela atingir ou que o golpe tenha uma área maior de ataque. É assim até o Battleborn atingir o nível 10.

O legal dessas escolhas é que as combinações das novas habilidades adquiridas podem se encaixar melhor em uma partida ou em outra, dependendo do desafio, o que pode fazer a mesma partida ter progressos distintos, dependendo tanto do personagem escolhido como as combinações de habilidades escolhidas durante o jogo.

O grande mérito de Battleborn – e talvez o que me tenha atraído cada vez mais por ele – é conseguir transportar tão bem alguns desse elemento de MOBAs para fórmula dos shooters. Para falar a verdade, de certo modo esse é o primeiro game a conseguir entender que alguns elementos dos Multiplayer Online Battle Arena podem funcionar com outros gêneros, sem necessariamente copiar o mesmo formato.

Por isso, acabamos tendo um pequeno frescor de novidade para essa já bem sacal experiência de dar uns tiros (ou lançar uns poderes) em videogames. É algo parecido com que hoje praticamente todo jogo de ação faz ao tomar emprestados elementos de RPG ou de estratégia, por exemplo.

Sem fôlego para mais

Dito isso, é bom avisar que enquanto Battleborn consegue mesclar bem os elementos de MOBA para o formato de FPS, o que ele não consegue é utiliza essa união tão bem assim na prática. Sim, eu fui cada vez mais jogando e me interessando pelo game. Porém, depois de algum tempo, chegou um ponto em que empolgação acabou, porque percebi a estrutura falha e sem muita inspiração das partidas.

No modo história – além de ter um enredo que tenta ser importante e engraçado, mas que na real é meio qualquer coisa – a estrutura das missões parecem se limitar a defender algum ponto de ondas de inimigos e ter que passar por mapas bem lineares e desnecessariamente longos, com direito até a muitas vezes mais de um chefe por fase. Isso faz com que algumas partidas durem quase tanto uma partida de League of Legends, só que esse é um aspecto não tão bom assim de se trazer dos MOBAs. Ao final das oito fases do modo história, é certo que você já comece a ficar de saco cheio como eu fiquei.

Mas ainda há o modo versus depois disso, certo? Pois é, não vou mentir e o modo até consegue se diversificar um pouco mais, com três tipos de fase, sempre no estilo mata-mata comum de multiplayers. Um deles, inclusive, que se parece mais com os MOBAs tradicionais, com direito a mínios e tudo. Só que ele não é suficiente para sustentar mais horas de jogo e acabam enjoando também algum tempo depois.