Diamante raro azul vai a leilão e lances devem começar em US$ 38 milhões


Quer comprar para si um presente caríssimo? Um dos poucos diamantes azuis disponíveis no mundo estará à venda no próximo dia 18 de maio, na casa de leilão Christies, em Geneva (Suíça). Caso você queira participar, tenha ciência de seu saldo bancário, pois é esperado que ele seja vendido por algum valor entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões, baseado em leilões anteriores de pedras do mesmo tipo.

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A pedra — conhecida como Oppenheimer Blue, pois o antigo dono dela era Philip Oppenheimer, que administrava a empresa de mineração DeBeers — é um monstro de 14,62 quilates (ou carats, do inglês), pouco menos de 3 gramas.

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Crédito da imagem: Christies

A justificativa do preço alto tem relação com seu tamanho. A cor também é outro atrativo: segundo a Bloomberg, apenas 0.0001% de todos os diamantes do mundo são azuis e boa parte deles está em exposição em museus. Logo, quando algum fica disponível gera muita atenção. No ano passado, um bilionário de Hong Kong gastou US$ 48,4 milhões em um diamante azul de 12,03 quilates (2,04 gramas).

A título de curiosidade, o maior diamante azul que se tem notícia é o Hope Diamond, que tem 45,52 quilates (cerca de 9 gramas). Ele fica exposto no National Museum of Natural History, em Washington (EUA).

[Christies via Bloomberg]



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Médicos fazem transplante de órgãos infectados com HIV com sucesso nos EUA



Médicos do John Hopkins Medicine realizaram dois transplantes de órgãos envolvendo rim e fígado soropositivos. É uma conquista histórica que vai ajudar a resolver a atual falta de órgãos ao mesmo tempo que cimenta o caminho para transplantes semelhantes envolvendo outras doenças.

Os médicos, que anunciaram as cirurgias ontem (30), usaram órgãos doados pela família de uma mulher soropositiva que morreu no começo do mês. Seu fígado e rim foram transplantados com sucesso em dois pacientes, ambos soropositivos. Isso encerra um período de 25 anos em que era ilegal usar órgãos soropositivos em transplantes nos EUA. A cirurgia envolvendo o fígado foi a primeira no mundo, enquanto o transplante de rim foi o primeiro nos EUA.

“Este é um dia inacreditavelmente excitante para o nosso hospital e nossa equipe, mas mais importante ainda para pacientes que vivem com HIV e doenças em órgãos em fase terminal”, destacou o cirurgião-chefe Dorry L. Segev em um comunicado. “Para essas pessoas, isso pode significar uma nova chance de vida.”

Segev diz que pacientes soropositivos mortos representam uma nova fonte importante de órgãos para transplantes. Ele estima que entre 500 e 600 doadores estarão disponíveis todos os anos, o que pode ajudar a salvar a vida de milhares de pessoas. Além disso, essas doações vão ajudar a solucionar uma falta de doadores nos EUA; cerca de 122.000 pessoas estão na fila esperando órgãos para transplante, e milhares dessas pessoas morrem todos os anos.

A cirurgia só foi possível devido a uma lei aprovada em 2013 nos EUA e de outra aprovada recentemente na Rede Unida para o Compartilhamento de Órgãos. As mudanças foram motivadas pelos recentes avanços nos medicamentos antiretrovirais e de outras terapias que ajudam muito a diminuir o número de vítimas do HIV/AIDS (mas muitos desses medicamentos acabam causando insuficiência hepática ou renal). Além disso, cirurgiões desenvolveram técnicas e protocolos para garantir que o vírus HIV não se espalhe para a equipe médica.

Transplantes futuros podem envolver outros órgãos, como pulmões, pâncreas e intestinos. Além disso, esse feito pode influenciar cirurgias parecidas para outros pacientes infectados com doenças transmissíveis, como hepatite C – duas equipes dos EUA já planejam usar rins infectados com hepatite C para transplantes ainda neste ano.

[NPR, LA Times]

Imagem: Johns Hopkins Medicine



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O “modo PC” do Windows 10 Mobile está ficando mais poderoso


Um dos principais destaques do Windows 10 Mobile é o Continuum: dispositivos compatíveis podem ser conectados a uma tela maior e rodar uma interface semelhante à de um PC. Durante a conferência Build, a Microsoft anunciou algumas novidades para este recurso.

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Segundo o Windows Central, smartphones com Continuum poderão se conectar a PCs com Windows 10, e poderão rodar aplicativos Win32 remotamente em telas grandes.

Normalmente, o Continuum exige que você conecte o smartphone a um monitor ou TV, seja usando um dock (com fios) ou via Miracast (sem fios). O Windows 10 Anniversary Update, a ser lançado no terceiro trimestre, permitirá que aparelhos compatíveis também se conectem a um computador através de um app especial.

A interface do Continuum roda dentro de uma janela, que você pode redimensionar ou minimizar. Isso pode ser útil porque não exige que você instale apps do smartphone no PC: é possível acessar seus logins e seus dados de forma mais prática.

continuum no laptop

A demonstração foi feita no evento usando um Lumia 950 conectado sem fio a um Surface Book. Eis o vídeo: