Este mapa mostra ocorrências de falta de energia causadas por esquilos ciberterroristas



Há uma força oculta e misteriosa, cujo objetivo é atacar as linhas de transmissão de energia dos Estados Unidos, e este mapa mostra exatamente onde os culpados agem. Os culpados são…esquilos.

O site que alimenta estes mapas, chamado Cyber Squirrel 1, é requintadamente engraçado, como você pode imaginar. Veja só como eles se definem na seção “sobre”:

“Este mapa lista todos as ciberoperações não confidenciais dos esquilos que conseguimos confirmar. Há muito mais operações executadas que o exibido neste mapa. No entanto, estas são operações secretas.”

Os dados são colhidos no Twitter ou em notícias e listados em um mapa do Google. Você pode escolher ataques que causaram falta de energia feitos por esquilos ou por outros animais, incluindo pássaros, guaxinins, cobras e castores. A página também lista ataques feitos pela Rússia, China e dos próprios Estados Unidos. No entanto, os esquilos são campeões neste tipo de batalha hi-tech.

Ciberataques capazes de derrubar redes de energia são raros. Por enquanto, estes esquilos ciberterroristas são nossa maior ameaça à nossa segurança energética.

[Cyber Squirrel 1 via Popular Science]

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David Bowie, o roqueiro que foi precursor das finanças



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O músico Davd Bowie durante show em julho de 1987 em La Corneuve, na França (Foto: Bertrand Guay/AFP)O músico Davd Bowie durante show em julho de 1987 em La Corneuve, na França (Foto: Bertrand Guay/AFP)

 

David Bowie, além de músico visionário, também causou sensação em Wall Street ao se tornar em 1997 o primeiro cantor a transformar seus direitos autorais em um investimento financeiro muito especial, os títulos.

Algumas semanas depois de ter comemorado seus 50 anos no Madison Square Garden, em Nova York, com Lou Reed, Billy Corgan (Smashing Pumpkins) e Brian Molko (Placebo), o astro do rock lançou títulos garantidos por sua música.

Os “Bowie Bonds”, que tinham uma taxa de juros de 7,9% a dez anos, permitiram que o artista britânico ganhasse de imediato 55 milhões de dólares.

Como garantia, estavam seus direitos autorais de 25 de seus álbuns lançados antes de 1990, como “Let’s dance” e “Hunky Dory”.

Este mecanismo de transformar créditos e receitas regulares em títulos que podem ser comprados e vendidos por investidores era até então aplicado aos créditos de automóveis ou às hipotecas, mas um artista nunca tinha tido a ideia de vender ou trocar “royalties” dessa forma.

A operação foi possível porque Bowie, diferentemente de muitos artistas de rock, possuía os direitos de toda a sua obra.

Outros cantores como James Brown e Rod Stewart, assim como o grupo de heavy metal Iron Maiden, usaram depois esse mesmo mecanismo.

Bowie, que também era um notável homem de negócios, chegou a um acordo em 1997 com a empresa britânica de discos EMI, pelo qual foram adiantados 30 milhões de dólares de seus futuros royalties em troca da exclusividade dos direitos de distribuição em todo o mundo do catálogo que abrange sua obra entre 1969 e 1990.

Adepto das tecnologias de vanguarda, o cantor se transformaria anos mais tarde, em 1999, em um dos primeiros artistas a propor disponibilizar on-line seu álbum “Hours”.





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O Tinder tem uma pontuação secreta que diz o quanto você é desejado



O Tinder é um aplicativo relativamente fácil de usar, mas há mais coisas do que deslizar fotos para a direita ou para a esquerda de acordo com o seu interesse na pessoa. Cada usuário do app de encontros tem uma nota secreta que diz o quanto você é (ou não) desejado.

Em um longo perfil sobre a empresa por trás do aplicativo de relacionamentos e seu CEO, a revista Fast Company revelou que o Tinder possui uma “pontuação Elo”, nome tirado do sistema de classificação de enxadristas. A “pontuação Elo” do app mede a “desirability”, isto é, o quanto você é desejado no app. Segundo a reportagem, a pontuação faz com que o app mostre para você pessoas com números parecidos — se você só está vendo gente feia, temos más notícias.

Brincadeiras à parte, a “desejabilidade” não tem a ver apenas com o quanto você é atraente. Os executivos do Tinder não revelam tudo que influencia na pontuação, mas garantem que não é apenas o número de pessoas que curtiram seu perfil — informações, descrição, quantos matches. O CEO do Tinder, Sean Rad, disse ao repórter da Fast Company que foram dois meses e meio de trabalho para desenvolver o algoritmo por causa do grande número de fatores envolvidos.

Mesmo assim, o número de gente curtindo seu perfil tem, sim, um peso grande na pontuação. Como explica Chris Dumler, analista de dados da empresa:

“Cada vez que você passa uma pessoa para a direita e outra para a esquerda, você fundamentalmente está dizendo ‘Esta pessoa é mais desejável que a outra.’ (…) Pode ser pela beleza, ou pode ser por um perfil muito bom.”

O engenheiro de dados Tor Solli-Nowlan reforça que a pontuação não representa o quanto você é atraente:

“As pessoas são muito discrepantes, mesmo em relação às fotografias: algumas gostam de barba, outras não. A mesma coisa vale para tatuagens, fotos com animais de estimação ou crianças, muitas fotos ao ar livre, fotos com tigres.”

“Ok, e como eu faço para descobrir a minha pontuação?”, você deve estar se perguntando. Não dá. O repórter da Fast Company conseguiu ver a sua –946, na parte superior da média– com acesso direto ao banco de dados, mas o Tinder não tem planos de tornar isso acessível aos usuários. E não espere que eles mudem de ideia, já que todo o app foi feito para que a rejeição seja invisível — você nem fica sabendo quando alguém dispensa seu perfil.

[Fast Company]



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Uma galáxia de muitos herdeiros de David Bowie



A cantora Deborah Harry, líder da banda Blondie, posa para foto com David Bowie antes do primeiro show dele na turnê britânica de 2003 em Manchester, na Inglaterra (Foto: Ian Hodgson/Reuters/Arquivo)A cantora Deborah Harry, líder da banda Blondie, posa para foto com David Bowie antes do primeiro show dele na turnê britânica de 2003 em Manchester, na Inglaterra (Foto: Ian Hodgson/Reuters/Arquivo)
 

Radiohead, Kanye West, Lady Gaga e muitos outros: a influência artística de David Bowie, que cultivou um gosto pela experimentação musical até seu último álbum, foi imensa e é encontrada entre os artistas com estilos muito diferentes.

Mais do que qualquer outro, Bowie encarnava a “cultura pop” com um esforço contínuo de se reinventar e capturar o espírito da época, através de canções que transitaram pelo folk, rock, funk e jazz. Mas também com todos os seus personagens e seus figurinos extravagantes criados desde o final dos anos 60.

Assim como seu trabalho, explosivo e variado, a sua influência é agora reivindicada por muitos músicos que, na falta de aderir a toda a discografia do “Thin White Duke”, se veem em certos períodos de um artista camaleão.

Logo após o anúncio de sua morte, o rapper Kanye West assegurou que “David Bowie foi uma de (suas) principais fontes de inspiração”. A popstar Madonna também confidenciou seu pesar nas redes sociais, recordando que Bowie foi “o primeiro show que eu vi, em Detroit”.

“Uma verdadeira inspiração”, escreveu o grupo americano Pixies que acompanhou a sua mensagem no Twitter com uma foto que resume a influência de Bowie no rock: o cantor rodeado por um grande grupo de fãs, incluindo Billy Corgan dos Smashing Pumpkins, Dave Grohl do e Foo Fighters ou Robert Smith do The Cure.

O site especializado Allmusic.com, que lista as influências entre artistas, encontrou mais de 120 artistas e grupos inspirados por David Bowie.

Encontramos nesta lista bandas de rock britânicas como Joy Division, cujo líder Ian Curtis venerava “Ziggy Stardust”, Radiohead, Suede e Duran Duran. Como muitos grupos visivelmente seduzidos pelo período mais “new wave” de Bowie, no final dos anos 1970.

Também figuram estrelas mais inesperadas como os integrantes da banda de hard-rock Kiss, cujo parentesco parece residir mais no estilo do glam-rock e na maquiagem, ou Lady Gaga, especialista em mudanças de figurinos e personagens como Bowie.

Com a mesma preocupação de se transformar e misturar gêneros, a lunática islandesa Björk é provavelmente a que mais se assemelha a ele.

Para todas, a importância de Bowie está no fato de ele reinventar seus próprios códigos: “ele era verdadeiramente iconoclasta e original”, disse à AFP Caroline Sullivan, crítica do The Guardian, que visitou no mês passado a casa de infância de Bowie, no sul de Londres, para um documentário.

‘Um álbum de Bowie é uma odisseia’
“A maioria das estrelas do rock saem mais ou menos de um molde, mas não há ninguém como Bowie, nem antes dele e nunca haverá depois dele”, acrescenta ela.

“Ele estava ciente desde o início que o rock, e que a música em geral, não poderiam ser satisfeitas por si só e que deveriam ser acompanhadas por um bando de feixes: um álbum de Bowie é uma odisseia”, ressaltou o jornalista Christopher Conte, autor de um documentário recente sobre a estrela.

Sua influência foi, por vezes, mais direta: ele produziu discos para Lou Reed (o álbum “Transformers”) e Iggy Pop. Ele também trabalhou com Brian Eno em sua “trilogia de Berlim” no final dos 1970. Também foi ouvido cantando com o grupo Queen, Mick Jagger ou, mais recentemente, The Arcade Fire, para o qual Bowie se tornou uma corista em 2013.

Uma influência que foi sentida através dos tempos. Entre os mais notáveis incluem a famosa versão acústica de “The Man Who Sold The World” por Nirvana na década de 1990 ou “Heroes” pelo Blondie no início de 1980.





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Polícia holandesa diz ter conseguido quebrar a criptografia de um BlackBerry especial



A BlackBerry aposta alto na segurança do seu software, então é de se esperar que um smartphone ultra-criptografado de US$ 2.000 seja garantia de privacidade. De acordo com a polícia holandesa, não é.

Em um post publicado no blog holandês misdaadniews.com, confirmado pelo Motherboard, o Instituto Forense da Holanda (NFI) alega ter quebrado uma série de emails criptografados guardados em Blackberries modificados pela empresa canadense Phantom Secure.

A empresa afirma oferecer um “serviço topo de linha de comunicação projetado para executivos sofisticados e exclusivos,” mas a realidade é um pouco diferente. De acordo com documentos vazados, a NFI conseguiu puxar 325 emails de um dispositivo, e quebrar a criptografia de 279 deles.

A técnica parece só funcionar quando autoridades têm acesso físico ao dispositivo, então dificilmente será a solução para o problema de criptografia que políticos adoram discutir. Mas é um bom lembrete de que nada – nem mesmo dispositivos especiais hiper-seguros – está totalmente protegido das mãos das leis holandesas.

[Motherboard]



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David Bowie: top 10 nas paradas tem clássicos e hits anos 80; veja vídeos



David Bowie teve cinco músicas no topo das paradas britânicas. Para mostrar o lado mais pop do cantor inglês, o G1 vasculhou as listas do Official Charts Company, dona dos principais rankings de canções mais tocadas no Reino Unido.

 

As canções de Bowie que ficaram em posições melhores na parada ganharam um bom posto na lista abaixo.

Veja trechos de clipes e comentários no vídeo acima e leia o top 10.

10 – “ABSOLUTE BEGINNERS” (1986)
É a trilha sonora do filme de mesmo nome, lançado em 1986. A música é uma das muitas parcerias com o tecladista Rick Wakeman, que tocou no Yes. É a primeira de muitas músicas oitentistas que você vai ver nesta lista.

9 – “CHINA GIRL” (1983)
Mais uma dos anos 80. “China Girl” foi composta pelo Bowie com o Iggy Pop e lançada no disco “The Idiot”, lançado pelo Iggy em 1977. A regravação do Bowie é de 1983. A produção é do Nile Rodgers, que recentemente trabalhou com gente como Madonna, Daft Punk e Jota Quest.

8 – “THE JEAN GENIE” (1972)
Enfim, uma música menos pop. E que não é dos anos 80. “The Jean Gennie” foi lançada como single em 1972 e está no disco “Aladdin Sane”, que chegou às lojas um ano depois.

7 – “SORROW” (1973)
É uma balada de 1963, cover de uma música lançada sete anos antes pela banda inglesa The Merseys. Tem solo de saxofone e um ar meio canastrão.

6 – “LIFE ON MARS” (1973)
Outra mais lenta, também de 1973, é “Life on Mars”. É mais uma com o piano de Rick Wakeman. A letra meio surreal causou estranheza e fez a BBC dizer que era uma “mistura de musical da Broadway e quadro do Salvador Dalí”.

David Bowie em foto do disco 'Aladdin Sane' (Foto: Divulgação)David Bowie em foto do disco ‘Aladdin Sane’ (Foto: Divulgação)

5 – “ASHES TO ASHES” (1980)
A música fez sucesso um pouco por conta do clipe: uma superprodução para a época. De quebra, marca a volta do astronauta Major Tom, personagem de “Space Oddity”.

4 – “UNDER PRESSURE” (1981)
É uma parceria entre Bowie e Queen. Chegou ao topo da parada britânica em 1981. Tem uma das linhas de baixo mais imitadas da história. Vanila Ice que o diga.

3 – “LET’S DANCE” (1983)
Sempre rola em festa. Esse new wave cheio de balanço tem produção do Nile Rodgers e deu nome ao disco lançado pelo Bowie em 1983. É o maior sucesso dele fora do Reino Unido.

2 – “DANCING IN THE STREET” (1985)
Quem reclama dos “featurings” hoje não sabe que isso também vendia bem em outros tempos. Bowie é acompanhado do amigo Mick Jagger. Não tinha como dar errado aquelas corridinhas, as cabeças encostadas, o faniquito. Ah… eles cantam juntos também.

1 – “SPACE ODDITY” (1969)
Além de ser uma das mais importantes canções de Bowie, foi para as paradas britânicas em 1969, 1975 e 1983. “Space Oddity” batiza o segundo disco do cantor.





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Este é o asteroide batizado em homenagem ao grande David Bowie


David Bowie viverá para sempre no alcance exterior de nosso sistema solar. Desde o ano passado, uma pedra de um cinturão de asteroide foi batizada com seu nome — um tributo à altura da loucura e brilhantismo dele como artista.

davidbowie

Nós, simples humanos, somos criaturas depressivamente finitas e com alguns arroubos de criatividade na vasta entropia de nosso universo. Ainda assim nossa energia possa viver para sempre na história, em tributos astronômicos e nas radiações eletromagnéticas das gerações passadas.

As obras de Bowie estão englobadas dentro da bolha em expansão de transmissão ecoando da Terra para o resto do sistema solar. Todas as pedras, estrelas, poeira e gelo entre nós e 46 anos-luz conhecem o assombrado lamento presente em “Space Oddity”, enquanto Iota Persei (que dista 34 anos-luz da Terra) deve esperar pelo menos mais um ano para aprender “Modern Love”. Capella (que dista 42 anos-luz da Terra) passou o último ano curtindo “Rock’n’Roll Suicide”, e deve curtir em breve “Panic in Detroit”. Nossa vizinha mais próximo, a Alpha Centauri, não conhecerá o legado de Bowie até a próxima década.

Seu legado na música continuará crescendo e se espalhando pelo espaço ano-luz por ano-luz. Quando a estrela 51 pegasi (que dista 50 anos-luz da Terra) conhecer a febre Bowie, o músico já terá 50 anos de influência cultural em nosso planeta.

Enquanto espera para se juntar a “Gabby” Panihui, John Lennon, Hector Berlioz e Enrico Caruso no planeta mais próximo do Sol, Bowie já terá outra pedra no espaço. Fora do principal cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, gravita o asteroide 342843, também conhecido como Davidbowie.

O 342843 Davidbowie ganhou este nome em 5 de janeiro de 2015. Trata-se de uma pequena fatia de pedra com uma magnitude absoluta de 17.1, que só é possível visualizar com um telescópio profissional. Embora tenha sido observado pela primeira vez em 2003, não foi reconhecido como uma nova descoberta até 2008. Sua órbita é um pouco excêntrica, e ele faz seus movimentos em um ritmo próprio: o asteroide leva 4,5 anos para contornar o Sol. No Hemisfério Sul, você pode dar um tchauzinho para o asteroide Davidbowie, que fica no espaço entre as constelações de Sagitário e Escorpião.

Adeus, Starman. Você nunca será esquecido.

[JPL]

Imagem do topo: A Terra e a Via Láctea vista da Estação Espacial Internacional. Crédito: NASA/Scott Kelly.



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Veteranos da música se despedem de Natalie Cole com homenagem



LOS ANGELES (Reuters) – Músicos veteranos, amigos e familiares prestaram homenagens à vencedora do Grammy Natalie Cole, celebrando a vida da cantora em um funeral em Los Angeles repleto de estrelas. Natalie, filha do artista veterano Nat King Cole, morreu aos 65 anos, no dia 31 de dezembro, vítima de uma doença pulmonar rara que levou a insuficiência cardíaca. A cerimônia na segunda-feira teve música, com Stevie Wonder tocando gaita e cantando a oração do Senhor. …



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