Festa ‘BlackOut’ traz MC Buchecha, sertanejo e eletrônico ao DF



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Buchecha abre o Baile da Favorita no Planeta com 'Xereta' (Foto: Vinícius Costa/Agência Preview)Buchecha abre o Baile da Favorita no Planeta com ‘Xereta’ (Foto: Vinícius Costa/Agência Preview)

Um dos principais nomes do funk dos anos 1990 chega a Brasília nesta sexta-feira (8) para show no Bamboa Brasília. A festa “BlackOut” tem início às 22h e traz ainda atrações de música sertaneja e do eletrônico.

As outras atrações da noite são os sertanejos Zé Marcos & Miguel e Rick & Rangel e o DJ Gusttavo Carvalho, que apresenta sucessos da música eletrônica. Os ingressos da pista custam R$ 30 (feminino) e R$ 50 (masculino) e do camarote R$ 40 (feminino) e R$ 70 (masculino).

No show desta sexta, MC Buchecha canta “Funk pop”, mais recente trabalho do artista, lançado em 2015. O álbum traz sucessos da época em que ele cantava com o amigo Claudinho, recriados por artistas convidados, como Lenine, Paralamas do Sucesso e Rogério Flausino, do Jota Quest.

Entre os sucessos presentes no show, que também fazem parte do CD, estão “Conquista”, “Só love”, “Quero te encontrar” e “Fico assim sem você”. As inéditas do novo disco novo “Logotipo”, “Eu vou lá” e a faixa-título.

Zé Marcos & Miguel cantam músicas próprias, como “Esse amor” e “Frex Nex”, e sucessos do sertanejo como “Na hora da raiva”, de de Henrique & Juliano, e “Nocaute”, de Jorge & Mateus.

A dupla Rick  &  Rangel leva ao palco músicas do CD  “Pen drive de modão” e  hits de nomes como Jorge & Matheus e Wesley Safadão. Entre as músicas estão “Volta pra minha vida”, “De coração”, “Ficar por ficar”.

BlackOut

Atrações: MC Buchecha, Rick & Rangel, Zé Marcos & Miguel e DJ Gusttavo Carvalho
Local: Bamboa Brasília
Endereço: Setor Hípico, Área Especial, Conjunto 22, parte E
Data: sexta-feira (8)
Horário: 22h
Ingressos: Pista: R$ 30 (feminino) e R$ 50 (masculino)
Camarote: R$ 40 feminino e R$ 70 masculino
Informações: (61) 3334-4450





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A Cidade do México está dobrando a restrição a carros por causa da poluição



Um plano para restringir carros do centro da Cidade do México não foi o suficiente para reduzir a poluição do ar. Então, a cidade agora quer tirar o dobro de carros das ruas.

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Por ser extensa e ficar em uma altitude elevada, a Cidade do México é propensa a ter uma fumaça intensa, pois está rodeada de montanhas, o que aprisiona partículas em suspensão, causando inversão térmica. Porém, a situação ficou pior nas últimas semanas, com níveis de ozônio 1,5 vezes maior do que é considerado aceitável, forçando a cidade a criar novas restrições que começaram a ter efeito na última segunda-feira (4).

A ideia inicial consistia em evitar que carros trafegassem pelo centro da cidade por um dia durante a semana e por um sábado do mês — as regras se aplicavam conforme a placa do carro, como ocorre em algumas cidades brasileiras. No entanto, após dois dias, as taxas de poluição não reduziram o suficiente, então a cidade decidiu dobrar a restrição na área, banindo cerca de 2 milhões de carro a partir de quarta-feira. Em contrapartida, a cidade está oferecendo ônibus gratuitos e descontos em táxis, segundo a agência de notícias AP.

Apesar das reclamações convencionais sobre esse tipo de política — as pessoas sempre acham formas de burlar, inclusive comprando um segundo carro —, moradores da Cidade do México estão nervosos sobre a nova restrição, ainda que seus carros atendam aos requisitos de eficiência energética e emissão de carbono (embora carros elétricos e híbridos sejam exceção).

Por anos, a Cidade do México sempre teve uma regra simples: se seu carro passou pelo teste de emissão, você pode dirigir livremente por aí, sem a necessidade de entrar no esquema de rodízio. No entanto, isso tem sido um grande desafio para cidade, pois dar acesso a carros mais novos e caros é visto como um problema de desigualdade. Uma decisão da Suprema Corte do país declarou que banir donos de carros velhos é inconstitucional. De fato, a proibição poderia ter sido mais efetiva se visasse caminhões, ônibus e outros veículos de frota, que são bem mais poluentes que carros antigos.

Previsivelmente, o sistema de transporte público da cidade estava cheio em função da proibição, o que escancarou problemas infraestruturais também enfrentados por cidades como Nova Déli, na Índia, que baniu carros em determinadas áreas. No entanto, a cidade informou que estava fazendo mudanças grandes e de longo prazo na área de transporte e na construção (controle de emissões em fábricas também podem funcionar). O banimento vai provavelmente durar até junho, quando o clima ficará mais úmido e o céu, com menos fumaça.

[WSJ]

Imagem do topo: Nuvens de fumaçainv na Cidade do México. Crédito: AP Photo/Rebecca Blackwelll



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O que pessoas costumam fazer perto dos carros autônomos do Google



Entre os diferentes perigos que os carros do Google precisarão lidar nas ruas, um é particularmente irritante: pedestres que agem como idiotas quando veem o veículo do Google dobrando a esquina.

>>> O que o Google aprendeu após seu carro autônomo colidir com um ônibus

Durante a conferência SXSW, o diretor do projeto de carros autônomos do Google Chris Urmson detalhou as coisas mais estranhas que os carros já viram nos seus milhões de quilômetros rodados. Entre os destaques temos: pessoas brincando de Frogger, pessoas perseguindo patos na rua com vassouras, e homens sem calças correndo na frente do carro.

Urmson disse que o Google “tem uma divisão inteira de pessoas pensando em coisas estranhas, mas nada bate isso.” No mais recente relatório da empresa sobre seus veículos autônomos, publicado em março, a companhia deu alguns detalhes sobre a pista de testes, e as coisas estranhas que faz para testar e ensinar os carros sobre o mundo exterior:

“Apesar de nunca encontrarem humanos posicionados como se fossem um exército de sapos, nosso carro sabe como se comportar com segurança (apesar de que seus pais provavelmente diriam que é um comportamento inseguro de qualquer forma, então, crianças, não façam isso em casa!). Isso porque em vez de ensinar ao carro como lidar com cada coisa específica, demos a ele as capacidades fundamentais de detecção de outros usuários da rua ou objetos desconhecidos, e então treinamos muitas dessas situações.

Em nossa pista privada de testes, pensamos em como recriar centenas de cenários estranhos para medir a resposta do carro (por exemplo, fizemos pessoa saltar de um banheiro químico nas laterais da estrada), mas situações como essa demonstram por que o teste público dos nossos veículos autônomos é importante para o desenvolvimento dos nossos carros para as ruas. Podemos testar várias situações malucas para nossos carros, mas o mundo real desafia até mesmo a nossa imaginação.”