Sem Infernais, Nando Reis canta sucessos com voz e violão no DF



Nando Reis faz dois shows em voz e violão no Teatro Castro Alves (Foto: Divulgação)O cantor e compositor Nando Reis, que se apresenta em 5 de março no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (Foto: Divulgação)

Depois de 15 anos se apresentando ao lado dos Infernais, o cantor e compositor Nando Reis criou um novo conceito de show, sozinho, no palco, apresentando alguns dos principais sucessos da carreira. E o público de Brasília pode conferir o resultado da nova empreitada no próximo dia 5 de março, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, às 22h.

O show faz parte da turnê que divulga o álbum ao vivo “Voz violão – No recreio – Volume 1”, que foi gravado em abril do ano passado em São Paulo e chegou às lojas e às plataformas digitais em novembro último. A previsão é de que o material seja lançado em vinil duplo em breve.

O disco tem 14 composições de Nando, entre elas sucessos como “Relicário”, “All star”, “Por onde andei”, “Pra você guardei o amor” e “Luz nos olhos”. “Os cegos dos castelos” é a canção dos Titãs presente no CD.

O álbum tem também músicas como “Sutilmente”, sucesso com o Skank, e “Diariamente”, gravada originalmente por Marisa Monte, no disco “Mais”, de 1991. Outra faixa é “As coisas tão mais lindas”, sucesso na voz de Cássia Eller e que foi gravada por Nando no “Lual MTV”, em 2007.

Nando Reis se apresenta em Nova Odessa (SP) (Foto: Divulgação)Nando Reis durante show (Foto: Divulgação)

Curiosamente, a música “No recreio”, também gravada por Cássia, não consta no álbum. Como o disco tem “Volume 1” no nome, não fica descartada a inclusão de uma versão acústica da canção em trabalhos futuros com o mesmo formato.

A ideia de fazer o disco surgiu após uma série de quatro shows em que Nando se apresentou só com voz e violão, no projeto Sala de Estar, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Ele diz que revisitou a própria discografia para preparar o espetáculo e quis se aventurar em novas apresentações sem a participação da banda.

‘Parceria internacional’
O disco foi produzido pelo próprio Nando Reis, masterizado pelo norte-americano Chris Hanzsek e mixado por Jack Endino, conhecido por ter trabalhado com bandas como Nirvana, Mudhoney e Soundgarden. Nando e Endino já atuaram juntos diversas vezes, a primeira delas na gravação do disco “Titanomaquia”, dos Titãs, em 1993.

Como membro do grupo paulistano, o então baixista tocou em outros três discos produzidos por Endino – os álbuns “Domingo”, de 1995, “As dez mais”, de 1999, e “A melhor banda de todos os tempos da última semana”, de 2001, último trabalho de Nando com o grupo.

Ainda nos Titãs, o músico teve o álbum “Para quando o arco-íris encontrar o pote de ouro”, de 2000, gravado e produzido por Endino. O norte-americano também produziu, gravou e mixou o disco “Sei”, de 2012.

Nando Reis se apresentou ao lado de Samuel Rosa no rock in Rio 2013. Fotografia feita com múltipla exposição (Foto: Victor Nomoto/I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio)Foto de Nando Reis feita com múltipla exposição (Foto: Victor Nomoto/I Hate Flash/Divulgação Rock in Rio)

Sucesso
“No recreio” é o 12º disco solo de Nando, o quinto registro ao vivo. Com os Titãs, ele gravou 13 álbuns, incluindo o maior sucesso da carreira do grupo, “Acústico MTV Titãs”, que vendeu 1,7 milhão de cópias.

Nando Reis se apresenta neste domingo em Brasília (Foto: Washington Possatto / Divulgação)O cantor e compositor Nando Reis
(Foto: Washington Possatto/Divulgação)

A estreia solo aconteceu em 1994, com “12 de janeiro”, data em que o músico nasceu. Apesar do sucesso de “Me diga” e da gravação do disco “Para quando o arco-íris…”, Nando passou a ser identificado como artista solo apenas após a saída dos Titãs e a gravação de “Infernal”, ambos em 2001.

Antes, ele já era reconhecido como compositor de sucessos como “Diariamente”, gravado por Marisa Monte; “All star”, “O segundo sol” e “Relicário”, por Cássia Eller; “Resposta” e “É uma partida de futebol”, por Skank; “Do seu lado”, por Jota Quest; e “Onde você mora?”, por Cidade Negra, que também gravou “Querem meu sangue”, versão de Nando para “The harder they come”, de Jimmy Cliff, registrada no primeiro disco dos Titãs.

O trabalho de estúdio mais recente de Nando é “Sei”, de 2012. O álbum foi gravado em Seattle, nos Estados Unidos, cidade de Jack Endino, produtor do disco.

O disco, que teve como maior sucesso a faixa-título, rendeu a Nando a indicação ao Grammy Latino de “Melhor Álbum de Rock Brasileiro de 2013”. O CD foi lançado de maneira independente, após o fim do contrato do artista com a gravadora Universal.

Nando Reis – Voz violão – No recreio – Volume 1

Data: 5 de março (sábado)
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Horário: 22h
Acesso ao local: 21h
Ingressos:
Poltrona superior – R$ 50 (meia)
Poltrona especial – R$ 80 (meia)
Poltrona vip lateral – R$ 100
Poltrona vip – R$ 150 (meia)





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Tratamento revolucionário está revertendo câncer em pacientes em estado terminal


Uma nova terapia revolucionária reprograma os glóbulos brancos do sangue para atacar células cancerígenas. Ela está se mostrando promissora após mais de 90% de pacientes com leucemia em estado terminal ficarem totalmente livres dos sintomas da doença após o tratamento.

>>> Terapia pioneira de edição genética reverte câncer em menina de um ano

Para a nova terapia, glóbulos brancos são extraídos dos pacientes terminais, e então reprogramados geneticamente para reconhecer e ter como alvo as células cancerígenas. Assim que reintroduzidas à corrente sanguínea do paciente, as células imunes dificultam que o câncer continue se espalhando.

O oncologista Stanley Riddell, do Centro de Pesquisas de Câncer Fred Hutchinson nos EUA, compartilhou as descobertas da sua equipe durante um encontro científico realizado nesta semana.

Em um dos testes, 94% dos pacientes com leucemia linfoblástica terminal entraram em remissão. Pacientes com cânceres sanguíneos parecidos tiveram taxas de resposta superiores a 80%, com mais da metade deles entrando em remissão.

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Imagem antes e depois mostra a regressão do linfoma após a terapia. Crédito: Fred Hutch News Service

Os detalhes ainda serão publicados em uma revista científica após revisão por pares, então precisamos manter um pouco de cautela por aqui. Os próprios pesquisadores dizem que os resultados ainda são preliminares e há muito trabalho a ser feito.

Não se sabe, por exemplo, por quanto tempo os pacientes permanecem em remissão; os cientistas não estão chamando de cura, mesmo que os sintomas tenham desaparecido em muitos casos. Além disso, dois pacientes morreram por causa da terapia após ela ativar uma resposta imunológica extrema.

Todos os participantes envolvidos no estudo eram pacientes com câncer em fase terminal que tinham entre dois e cinco meses restantes de vida, e nenhum deles estava respondendo aos tratamentos convencionais. Mas Riddell descreveu os dados preliminares como “sem precedentes”, dizendo que é uma “mudança de paradigma em potencial” para o tratamento do câncer.

Para a terapia, células T (também conhecidas como linfócitos T) são retiradas do sangue de pacientes com câncer e então geneticamente alteradas para conter moléculas “receptoras” que miram a doença. A técnica só funciona em alguns tipos de câncer, como a leucemia linfoblástica, leucemia linfoide crônica, e linfomas não-Hodgkin.

Células T são um tipo de glóbulo branco que detecta células externas ou anormais, incluindo tumores, e inicia uma resposta imunológica que tem como alvo as células invasoras. Em alguns casos, no entanto, esses ataques não são fortes o suficiente para destruir as células cancerígenas, e assim as células imunológicas ficam exaustas. Isso, ou os tumores em si, aplica medidas de segurança que restringem as respostas imunológicas.

Na nova terapia, um subconjunto de células T é armado com receptores de antígenos quiméricos, e, usando transferência genética, elas ficam mais fortes para atacar as células cancerígenas. As células imunológicas melhoradas produzem “uma resposta potente e duradoura” ao câncer.

“A fusão de terapia genética, biologia sintética e biologia celular está proporcionando novas opções de tratamento para pacientes com malignidades refratárias, e representa uma nova classe terapêutica com potencial para transformar o tratamento do câncer,” notou Riddell em um comunicado. “No laboratório e nos testes clínicos, estamos vendo respostas em pacientes com tumores que são resistentes à quimioterapia convencional.”

No futuro, os pesquisadores querem localizar moléculas-alvo que são tipicamente expressadas pelo câncer humano, e então criar receptores ainda mais potentes para combater a doença.

[BBC, Herald Scotland]

Imagem: Wellcome Images



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Janeiro de 2016 foi o mês mais quente em 135 anos, segundo a NASA


Fique esperto, 2015: você pode ter sido o ano mais quente da história, mas 2016 já chegou com tudo em questão de calor. Segundo dados publicados esta semana pela NASA, a temperatura em janeiro foi novamente um recorde — o mês mais quente em 135 anos.

>>> Como será o clima mundial em 2100, de acordo com dados da NASA

Isso parece uma história familiar, porque é mesmo. Afinal, todos meses desde abril de 2015 têm quebrado o recorde de temperatura de seu correspondente no ano anterior.

E 2015 acabou em um impacto escaldante: dezembro de 2015 teve a temperatura mais anômala, com uma variação média de 1,11 grau Celsius mais quente que a série histórica.

Dezembro de 2015 mal teve tempo de ostentar seu título e aí chega janeiro que, em mais um ano, com sua atmosfera carregada de carbono, quebrou mais uma vez o recorde. Globalmente, as temperaturas dos meses anteriores estavam 1,13 grau Celsius acima da média.

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Dados de gelo marítimo no Ártico de 3 de fevereiro mostra outro recorde negativo, via NSIDC

Há algumas coisas que devemos notar sobre as temperaturas anômalas do mapa no início do post. Primeiro, a mancha quente perto do Pacífico Equatorial é um sinal indicativo do El Niño.

Segundo, apesar de o El Niño ter agido durante todo o ano, ele não pode ser responsabilizado pelo calor que está rolando no Ártico, onde a média das temperaturas estão entre 4 e 12 graus Celsius acima do normal em alguns lugares no último mês, levando a um novo recorde negativo no nível de gelo marítimo.

Mesmo que o El Niño mostre seus primeiros sinais de fraqueza, 2016 está prestes a se tornar mais um recordista, aumentando o prospecto de três anos seguidos (2014, 2015 e 2016) mais quentes de que se tem registro – o que já seria outro recorde. Parece loucura, mas se continuarmos assim, isso provavelmente vai acontecer.

[NASA via Climate Central]



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Filme de oito horas foca revolução filipina no Festival de Berlim



BERLIM (Reuters) – O diretor filipino Lav Diaz diz que os filmes não devem ser julgados por sua duração, e então ele deu ao Festival de Berlim um drama histórico sobre as Filipinas, exibido em mais de oito horas. “Hele Sa Hiwagang Hapis” foi exibido em competição pelo prêmio Urso de Ouro do festival, que começou às 9h30 e terminou pouco antes das 19h, com uma pausa para o almoço de uma hora. O filme tem duração semelhante a de alguns outros favoritos do passado, como o do diretor húngaro Bela Tarr, cujo “Satantango” tinha cerca de sete horas. …



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Por que estão destruindo carros de luxo nas ruas de Berlim



Na última semana, 28 carros foram destruídos nas ruas de Berlim. Dois Mercedes e dois BMWs foram queimados, enquanto os demais foram vandalizados. Um dia depois, outros 20 veículos foram atacados. A quantidade de automóveis destruídos em 24 horas chamou a atenção, mas ver carros queimados na rua se tornou estranhamente comum na capital alemã, em uma prática que já misturou protesto social com oportunismo de vândalos.

Continue lendo no Outra Cidade: http://outracidade.com.br/por-que-estao-destruindo-carros-de-luxo-nas-ruas-de-berlim/

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Apple volta atrás e lança atualização que corrige erro 53, que matava o iPhone


No início do mês, descobriram que um tal erro 53 podia inutilizar o iPhone. Ele ocorria em aparelhos em que houve troca de peças relacionadas ao Touch ID. Após um monte de gente reclamar, a companhia anunciou a liberação de um patch para aparelhos que já estejam com a versão iOS 9.2.1 para “ressuscitar” os aparelhos — e isso não quer dizer que seu Touch ID volte a funcionar, caso tenha trocado alguma peça da região do botão.

>>> Erro 53: Apple confirma que o iPhone pode morrer ao tentar reparar o sensor Touch ID
>>> Apple é processada por problema com Touch ID, e por usar 3D Touch nos iPhones

O problema, segundo a Apple, tem relação com um teste de segurança feito pelo sistema operacional. Ao notar uma peça que não fazia parte originalmente do telefone e com relação a um dispositivo de segurança (no caso o Touch ID, que libera transações e desbloqueio o smartphone), o telefone exibia este erro, que impossibilitava o uso normal do dispositivo. Explica a Apple:

Se o seu dispositivo iOS tem Touch ID, o iOS checa se o Touch ID bate com os outros componentes de seu aparelho durante o processo de atualização e restauração. Esta verificação mantém seu dispositivo e recursos do sistema relacionados ao iOS seguros.

Quando o iOS acha algum módulo não identificado ou inesperado no Touch ID, a verificação falha. Por exemplo: uma tela nova não original ou uma substituição problemática do display poderiam causar a falha nesta verificação.

Como a atualização é voltada para aparelhos que ficaram “brickados” ou quase inúteis, o processo deve ser todo feito via iTunes. O update vai restaurar dispositivos mortos, desativados pelo erro 53 e previnirá que iPhones que tiveram seus botões trocados em lojas não-autorizadas sejam prejudicados no futuro. Em nota enviada ao TechCrunch, a empresa pediu desculpas pelo incômodo causado:

Pedimos desculpas por qualquer inconveniência. O recurso foi pensado para ser um teste de fábrica, e não algo para afetar nossos consumidores. Clientes que pagaram por troca de peças fora de garantia em seus dispositivos baseado neste erro devem contatar o AppleCare para reembolso.

Para o processo de “ressuscitação”, a Apple recomenda que o usuário tenha a última versão do iTunes, conecte o dispositivo no computador e faça o processo de atualização ou restauração.

E o Touch ID? Como fica?

Ok, o telefone vai voltar a funcionar, mas o Touch ID dificilmente vai no caso de pessoas que tiveram peças alteradas que compõem o recurso. Olha o que a Apple disse ao TechCrunch sobre o assunto:

“…suas impressões digitais são armazenadas em uma chave segura. Ela consiste em um coprocessador que utiliza o processo de boot de segurança para se assegurar que não está danificado. Ela tem um ID único e secreto, que não é acessível pelo telefone ou pela Apple — é uma chave privada. O telefone gera chaves efêmeras para conversar com a chave de segurança. Elas apenas funcionam com a identificação única para encriptar ou desencriptar os dados no coprocessador.”

Como já explicamos, a manutenção do Touch ID por reparadores mal-intencionados ou com peças duvidosas pode fazer com que terceiros tenham acesso a seu telefone e dados armazenados. O recurso, é importante lembrar, está ligado a liberação de compras e ao acesso ao telefone — lógico, dependendo das configurações do usuário.

Após atualização, iPhone volta a funcionar, mas o Touch ID, não

Caso o Touch ID seja importante para você, a Apple recomenda que você busque uma loja autorizada para reparos. Agora, se você não liga muito, você ainda pode levar seu telefone para arrumar em qualquer assistência, pios ele não será prejudicado (mas ainda, sem o TouchID funcional).

[TechCrunch]



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Bamboa Brasília recebe Pedro Paulo & Matheus e Rick & Rangel nesta sexta



Pedro paulo e Matheus se apresentam na festa A dupla Pedro Paulo e Matheus durante show na festa “O Maior São João do Cerrado”, em Ceilândia, no DF
(Foto: TV Globo/Reprodução)

A dupla sertaneja Pedro Paulo & Matheus é a principal atração do Bamboa Brasília nesta sexta (19). Os músicos, que gravaram DVD durante “O Maior São João do Cerrado” do ano passado, apresentam show com os principais sucessos da carreira. A festa começa às 22h e tem também a dupla Rick & Rangel.

Os ingressos custam R$ 20 (mulher) e R$ 40 (homem), com o nome na lista até as 23h. A partir deste horário, a entrada custa R$ 40 (feminino) e R$ 50 (masculino).

Com 15 anos de estrada completados em 2015, Pedro Paulo & Matheus tocam sucessos como “Eu vou te buscar”, “Fica comigo”, “Saudade”, “Lágrimas geladas”, “Seu jeito”, “Que a gente tem amor”, “Na Pancada do bailão” e “Volta”. Os músicos têm como marca bordões como “aôôô, butecooo!”, “óia, óia, tá falano, tá teimano!” e “viva a música sertaneja”.

O primeiro CD foi gravado em 2006. “Puro sertanejo” chegou ao mercado de forma independente. Dois anos depois, eles fizeram o primeiro DVD, “Ao vivo em Brasília”. A discografia da dupla inclui também os CDs “Destino”, de 2010, e o mais recente trabalho fonográfico, “Meu jeito de amar”, lançado no ano passado. Em 2012, os músicos lançaram uma coletânea com 47 canções.

Shows com Pedro Paulo & Matheus e Rick & Rangel

Local: Bamboa Brasília
Endereço: Setor Hípico, Área Especial, Conjunto 22, Parte E-Próximo ao Park Shopping
Data: sexta (19)
Horário: 22h
Ingressos:
Com nome na lista (até 23h) – R$ 20 (mulheres); R$ 40 (homens)
Após 23h: R$ 50 (homens) e R$ 40 (mulher)
Vendas: Bilheteria da Bamboa
Classificação indicativa: 18 anos
Mais informações: (61) 3334-4450





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Caterpillar S60 é o primeiro smartphone com câmera de imagens térmicas integrada


Antes uma ferramenta extremamente cara e estritamente usada apenas por agentes da lei e militares, as câmeras térmicas agora estão acessíveis para todo mundo que tiver um smartphone na forma de um acessório de US$ 250. Com o novo Caterpillar S60, sensores de imagens térmicas começam a ser incorporados a smartphones.

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>>> Câmera térmica Flir Vue Pro dá visão de Predador a drones por um preço menor

A câmera térmica FLIR ONE começou a vida como um case para iPhone 5, mas acabou sendo adaptada para um stick compacto que se conecta à porta microUSB (Android) ou Lightning (aparelhos iOS). Com o novo smartphone CAT S60, no entanto, o sensor Lepton que permite que as câmeras FLIR vejam mesmo na escuridão total finalmente foi integrado ao dispositivo em si, junto à sua câmera traseira.

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O primeiro smartphone a contar com um sensor de câmera térmica integrado não é exatamente fino. O novo CAT S60 tem um pouco mais de 12mm de espessura, mas não chega a ser um problema muito grande já que ele não é voltado para o consumidor médio que quer dispositivos finos que caibam no bolso.

Como faz parte da marca Caterpillar, conhecida por suas máquinas monstruosas de construção amarelas, o CAT S60 foi projetado para aqueles acostumados a lidar com ferramentas grandes e pesadas durante o dia inteiro. Mas não é só a adição do sensor FLIR Lepton, ou da bateria de 3,800 mAh, que são responsáveis pelo tamanho avantajado do smartphone.

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Para garantir que o CAT S60 seja tão resistente quanto as máquinas que levam o nome Caterpillar, ele conta com uma armação de aço fundido reforçado no seu interior, e foi projetado para exceder as especificações militares 810G de resistência. Em termos civis, seu corpo e sua tela Gorilla Glass 4 conseguem sobreviver a quedas em concreto de uma altura de até 1,70 metros.

O S60 também conta com a resistência à água de seus antecessores. Versões anteriores do dispositivo conseguiam não só sobreviver como também funcionar a profundidades de até 2 metros. Mas mexa em alguns botões na parte frontal do dispositivo, que selam o alto-falante, entrada de fone de ouvido e de microfone, e o CAT S60 passa a funcionar perfeitamente debaixo d’água, por cerca de uma hora, a profundidades superiores a 5 metros.

Em outras palavras, não é preciso deixá-lo escondido e protegido no bolso durante dias de chuva no trabalho.

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O público-alvo do CAT S60, que inclui engenheiros, operários de construção, inspetores, e qualquer pessoa que precise de um smartphone bem resistente, provavelmente não se importa com as especificações técnicas. Mas nós nos importamos.

Disponível em algum momento próximo a junho deste ano por US$ 599, o CAT S60 é quad-band e conta com 32GB de armazenamento interno, 3GB de RAM, e um processador Snapdragon Octa-core rodando o Android Marshmallow. Sua tela Gorilla Glass de 4,7 polegadas também pode ser usada com dedos molhados ou luvas, mas a resolução de 1280×720 deve impedir de fazer dele um bom dispositivo para consumo de mídia.

Ele conta com rastreamento de localização usando GPS, Glonass, e até a rede de satélite chinesa Beidou. E o CAT S60 também conta com Bluetooth, NFC, rádio FM, e sensores de barômetro e altímetro.

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A câmera frontal tem 5 megapixels, enquanto a traseira tem 13. Mas como ela fica próxima ao sensor térmico do smartphone, é possível usar as duas ao mesmo tempo para tirar uma foto híbrida a partir do que foi capturado pelas duas. Essa foi uma das mais importantes inovações introduzidas com o FLIR ONE, e permitiu que quem não está familiarizado com imagens térmicas seja capaz de decifrar facilmente para o que eles estão olhando.

Assim como acontece com apontadores laser, ficamos fascinados com dispositivos de imagens térmicas sempre que temos a oportunidade de usar um. Encontrar um uso prático e diário para esses dispositivos, no entanto, não é fácil, e gastar US$ 250 em uma novidade tecnológica não é uma grande ideia.

Mas ande ao redor de uma construção e você verá inúmeros usos para uma câmera térmica. Aquela armação de janela foi devidamente isolada? Os fios estão superaquecendo? Qual cano está transportando água quente? Por mais que o CAT S60 não seja bonito como um iPhone 6 ou Galaxy S6 Edge, ele vai ser a ferramenta encontrada em uma obra que mais vai causar inveja – depois, claro, daquelas bolas de demolição.

[Caterpillar]



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‘Prata da Casa’ oferece shows com músicos do DF no Clube do Choro



Os instrumentistas Ted Falcon e Félix Júnior, atrações no projeto Os instrumentistas Ted Falcon e Félix Júnior, atrações no projeto “Prata da Casa”, do Clube do Choro de Brasília (Foto: Ândrea Possamai/Divulgação)

O projeto “Prata da Casa”, do Clube do Choro de Brasília, continua a partir desta quinta (18), com shows de artistas do Distrito Federal. Na primeira noite, quem sobe ao palco é Alberto Salgado. A programação prossegue na sexta (19), com Ted Falcon & Félix Junior, e no sábado (20), com a banda CineMondatta. As apresentações acontecem a partir das 21h. Os ingressos custam R$ 15 (meia).

Salgado sobe ao palco nesta quinta com repertório de MPB, acompanhado do violão, percussão e berimbau. Há 13 anos na estrada, ele canta versos que falam de ecologia, cotidiano, amores e pequenas histórias com certa pitada de humor.

O músico mistura elementos da nova música brasileira, ritmos percussivos e compassos influenciados por bossa-nova, samba, afro-samba e sons mantras-percussivos.

Ele também apresenta ritmos da capoeira e músicas de artistas como Bach, Ferdinando Caruli, Villa Lobos, Chopin, Tom Jobim, Toquinho, Paulinho da Viola, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, João Gilberto, João Bosco, Chico Science, Lenine, Arnaldo Antunes, Bad Assad, Otto, Lula Queiroga, Kiko Klaus, Adriana Defentti, Alessandra Leão e Kiko Dinucci.

O músico Alberto Salgado, que se apresenta no Clube do Choro de Brasília nesta quinta (18) (Foto: Amanda Freitas/Diovulgação)O músico Alberto Salgado, que se apresenta no
Clube do Choro de Brasília nesta quinta (18)
(Foto: Amanda Freitas/Divulgação)

O primeiro álbum dele foi gravado em 2014, com 13 faixas autorais. “Além do quintal” tem parcerias com Arnaldo Antunes, na faixa “Planta colhe”, e Kiko Klaus, em “Vida lupa”. O disco tem participações dos baixistas Arthur Maia e Oswaldo Amorim e rendeu a Salgado o prêmio de melhor intérprete da MPB no Prêmio Profissionais da Música 2015.

O show de sexta (19) reúne no palco o violinista norte-americano Ted Falcon, radicado em Brasília desde 2007, e o violonista Félix Júnior. Os dois chegaram a gravar o CD autoral “Retratos abstratos”, lançado em 2014.

Falcon tem dedicado parte de sua carreira à música brasileira. O próprio álbum em parceria com Félix tem o violino construindo melodias de diversos gêneros nacionais, como baião, choro, xote, samba, maxixe e frevo. Uma das faixas é “Lembrando Paco”, em homenagem ao músico Paco de Lucia.

O norte-americano começou a tocar aos 5 anos, conheceu a música brasileira por causa do pai, também músico, que tocava peças de Villa-Lobos, e se dedica ao bandolim brasileiro e ao choro há dez anos. No currículo, ele traz apresentações ao lado de Dominguinhos, Armandinho Macêdo e Hermeto Pascoal, estudos na University of Pittsburgh e Indiana University e o trabalho de música brasileira com o grupo Los Angeles Choro Ensemble.

Félix Júnior começou a tocar violão aos 9 anos, com o pai professor, em Pirapora (MG). Estudou violão clássico com o maestro Francisco Araújo, em São Paulo, e se tornou cavaquinista de 5 cordas, após conhecer o professor Inácio de Oliveira.

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A banda CineMondatta, que se apresenta no Clube do Choro de Brasília (Foto: André Ataíde Calvino/Divulgação)A banda CineMondatta, que se apresenta no Clube do Choro de Brasília (Foto: André Ataíde Calvino/Divulgação)

Ele leciona música no Clube do Choro de Brasília e já tocou ao lado de Altamiro Carrilho, Joel Nascimento, Osvaldinho do Acordeon, Turíbio Santos, Jorge Cardoso, Gabriel Grossi, Rick Trolsen, Dirceu Leite e Dominguinhos, entre outros.

A banda CineMondatta trafega por várias linguagens musicais, entre elas a canção mineira e africana, o jazz, a música eletrônica e o rock inglês. O primeiro EP, “bla.gue”, foi lançado em 2014, em show que contou com participação especial da cantora Ellen Oléria.

O grupo é formado pelo baterista Renato Galvão, pelo percussionista Léo Barbosa, o guitarrista e vocalista João Pedro Mansur, o tecladista Felipe Viegas e o baixista Jadão. O CineMondatta chegou a receber boas críticas pelo trabalho de estreia.

Em 2015, o cantor Dani Black fez participação em um dos shows da banda, em Brasília. Uma das características do grupo é o virtuosismo na execução das músicas. O show no Clube do Choro terá composições  de “blá.gue” e músicas inéditas.





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Um novo método anti-pirataria em jogos para PC está acabando com a alegria de hackers


por Daniel Junqueira

Já foi muito mais fácil piratear jogos de PC – e não estamos falando dos tempos em que as ferramentas DRM que tanto incomodam jogadores pelo mundo não eram usadas por desenvolvedores. Nos últimos anos, grupos que crackeiam jogos passaram a encontrar muito mais dificuldades para arranjar um jeito de se jogar alguma coisa sem precisar pagar por ela.

>>> As fãs de Tomb Raider comentam a importância da figura de Lara Croft para elas
>>> Rise of the Tomb Raider prioriza a exploração e entrega a melhor experiência de aventura

A nova ferramenta foi empregada em dois grandes jogos recentes – Just Cause 3 e Rise of the Tomb Raider, ambos da Square-Enix – e passaram dias e semanas desde a chegada desses títulos no PC e ainda não é possível pirateá-los. Ela foi desenvolvida por uma empresa chamada Denuvo e visa dificultar ao máximo a ação dos hackers, para que versões piratas não prejudiquem as vendas de um jogo próximo ao seu lançamento.

Anti-fraude

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Lançado em dezembro para PC, Just Cause 3 ainda não pode ser pirateado

Ferramentas DRM há anos incomodam jogadores de PC, e não estou falando apenas dos que usam meios ilegais para adquirir um game. Para garantir que os jogadores não estavam usando cópias piratas, muitos jogos passaram a exigir autenticação em um servidor para autorizar o jogo.

Se por um lado a medida conseguiu diminuir um pouco a pirataria, por outro ela penalizou todos os jogadores. Como precisava ser autenticado em um servidor, o jogo exigia sempre uma conexão com a internet para funcionar – mesmo para quem quisesse jogar apenas single-player. Então a jogatina offline praticamente deixou de existir, já que, sem internet, não era possível sequer acessar um modo campanha de um jogo.

Além de incomodar jogadores, os métodos DRM não eram infalíveis, e a pirataria continuou rolando solta mesmo com eles. As grandes publishers, que não gostam nada disso, passaram a buscar novas soluções, e daí surgiu o método anti-fraude da empresa australiana Denuvo. A empresa obviamente não dá muitos detalhes sobre como funciona a sua tecnologia, mas, em resumo, ela “evita debug, engenharia reversa e mudança em arquivos executáveis,” como explicou um representante ao Kotaku.

O método da Denuvo atua como um escudo para outras proteções DRM que já existem. O Steam, por exemplo, tem seu próprio sistema de DRM, que autentica o jogo que você comprou dentro da loja (ou adicionou à sua biblioteca usando uma chave de produto) na primeira vez que você abre ele. Essa ferramenta é bem simples de ser vencida e hackers levam minutos para disponibilizar versões pirateadas de jogos após o lançamento deles no Steam. Com o novo método anti-fraude, a Denuvo coleta detalhes sobre o computador que está tentando executar o jogo e gera uma chave única para aquela máquina – se ele não estiver sendo rodado naquele computador, pode ser que ele esteja sendo pirateado.

O jogo busca a chave em alguns momentos específicos definidos pelos desenvolvedores. Talvez ele pare de funcionar logo nos primeiros minutos de jogatina – talvez só lá pela metade. Assim, os hackers não conseguem saber com certeza se conseguiram quebrar o DRM do jogo, já que não há garantia de que tudo vai funcionar perfeitamente até o final do jogo.

O fim da pirataria?

Rise of the Tomb Raider

Rise of the Tomb Raider, a mais recente aventura de Lara Croft, chegou em janeiro aos PCs

O método anti-fraude da Denuvo não acaba com a pirataria, mas dificulta demais. Rise of the Tomb Raider e Just Cause 3, em algum momento, serão pirateados, mas ninguém sabe quando. Para as publishers, isso é bom: significa que, ao menos próximo ao lançamento do jogo (que é quando ele vende mais), ninguém vai conseguir jogá-lo sem pagar.

Electronic Arts, Warner Bros, Square Enix, Ubisoft e Konami são algumas das grandes publishers que já usam a tecnologia da Denuvo em seus títulos, e a tendência é que cada vez mais gente use. Na cena da pirataria, o momento é de tensão. O grupo chinês 3DM, um dos maiores do mundo quando falamos em crackear jogos, já sugeriu que “não existirá jogos de graça para jogar” em dois anos. A proteção não é sem falhas e pode ser, em algum momento, quebrada – resta saber até quando os hackers vão ter ânimo de buscar meios de fazer isso.

[Kotaku]



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