As melhores fotografias do concurso anual da National Geographic



Este ano, mais de 13 mil fotografias foram enviadas para o concurso anual da National Geographic. Estas 13 são as melhores.

O primeiro colocado ganhou 10 mil dólares pela foto e uma viagem para a sede da National Geographic, em Washington, D.C.

Confira neste link as fotos em uma só página.



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'Triste', diz Anitta após comentário preconceituoso sobre show no Acre



Anitta respondeu comentário preconceituoso sobre shows no Acre (Foto: Reprodução/Facebook)Anitta respondeu comentário preconceituoso sobre
shows no Acre (Foto: Reprodução/Facebook)

Após fazer dois shows no Acre no último fim de semana, a funkeira Anitta postou uma foto da apresentação dela em sua página oficial no Facebook.

Apesar dos comentários positivos em relação ao show, um compartilhamento seguido de um comentário preconceituoso chamou a atenção da cantora.

A postagem de Anitta foi compartilhada com o comentário “Anitta foi ao Acre. Já sei que ela está em fim de carreira, quem no auge de sua carreira vai querer ir ao Acre (sic)”, disse.

Indignada com o comentário, a funkeira lamentou o ocorrido e respondeu a postagem destacando que ela e toda sua equipe repudiam qualquer tipo de preconceito.

“Que comentário triste. O Acre é um estado lindo e muito receptivo. Se meu trabalho ter chegado até aqui significa estar em fim de carreira eu quero estar pra sempre assim. Voltarei quantas vezes me convidarem”, finaliza.

A postagem não foi mais encontrada após ser rebatida pelos de fãs da cantora, porém, em seguida o internauta voltou a lamentar a resposta da cantora. O G1 tentou contato com o autor da postagem, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Polêmica da hastag
Em outubro, a cantora se envolveu em uma polêmica com Acre quando publicou em seu Twitter que o estado que mais tivesse a hastag #bang, nome da nova música e clip ganharia a presença da cantora na pré-estreia do vídeo. O Acre foi o estado campeão no Trending Topics, mas a cantora alegou que a votação contou com auditagem da plataforma “flowic_br” e não levou em consideração votos de “robôs”, o que gerou insatisfação de alguns internautas.

 





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Artistas acusam Spotify de violar direitos autorais em processo de US$ 150 milhões



O compositor, músico e ativista de direitos autorais David Lowery contratou um escritório de advocacia e entrou com uma ambiciosa ação coletiva contra o Spotify. Ele está movendo um processo em nome de todos os artistas – o que poderia ser, literalmente, qualquer número de artistas – que ele alega serem prejudicados pelo serviço de streaming.

Lowery apresentou a queixa no Tribunal Distrital Central da Califórnia (EUA). Segundo a Billboard, o processo pede US$ 150 milhões em danos por reproduzir e distribuir o trabalho de artistas ilegalmente, com conhecimento de causa e intencionalmente sem obter uma licença de reprodução mecânica.

Uma licença de reprodução mecânica concede a alguém – digamos, o Spotify – o direito de distribuir música protegida por direitos autorais. Bowery acusa o Spotify de violação direta, ou seja, de cópia não autorizada e uso de canções e de práticas comerciais desleais. O serviço deveria a músicos e editoras musicais entre US$ 17 e US$ 25 milhões, de acordo com a Billboard.

Pagando por direitos autorais

A queixa nota que, na semana passada, o Spotify anunciou um sistema de gestão para garantir que os detentores de direitos sejam pagos pontualmente e na íntegra. O serviço de streaming reserva royalties para cada música tocada, mesmo se não souber exatamente como pagar o valor ao dono dos direitos.

Em seu blog, Lowery descreve isso assim:

Ed Christman relatou na Billboard que o Spotify anunciou planos para desenvolver um banco de dados para “gerir royalties adequadamente”. Corretamente? Oh oh! Tecnicamente, os editores da Billboard estão pegando leve com o Spotify aqui, porque o verdadeiro problema é que eles aparentemente nunca licenciaram muitas das músicas em seu catálogo. Isso implica violação de direitos autorais em uma escala enorme.

A queixa afirma que a existência deste fundo “reflete a prática e padrão do Spotify em violar direitos autorais”. A alegação de que o Spotify sabia que estava violando a lei de copyright e fez isso mesmo assim é importante: como a queixa aponta, as penalidades legais saltam de US$ 750 a US$ 30.000 por canção para até US$ 150.000 por música no caso de violação dolosa.

Ação coletiva

A queixa também alega que o processo se qualifica como uma ação coletiva porque todos os membros (todos cuja música foi reproduzida ou distribuída pelo Spotify sem autorização desde 28 de dezembro de 2012) compartilham um interesse comum e poderiam facilmente ser encontrados nos arquivos do Spotify.

Não só a ação judicial cobra danos, como também procura “impedir que o Spotify viole direitos autorais”. Isso significa impedir legalmente que o Spotify toque músicas que pertencem a Lowery ou a qualquer outro músico envolvido no processo: se o pedido for aprovado, qualquer uma dessas canções desapareceria do catálogo do serviço.

Jonathan Prince, do Spotify, ofereceu este comentário sobre o caso:

Estamos comprometidos a pagar cada centavo a compositores e editoras musicais. Infelizmente, especialmente nos EUA, os dados necessários para confirmar os detentores de direitos são muitas vezes ausentes, errados ou incompletos. Quando os titulares de direitos não são imediatamente claros, reservamos os royalties devidos até conseguirmos confirmar suas identidades.

Estamos trabalhando em conjunto com a Associação Nacional de Editores de Música para encontrar a melhor maneira de pagar corretamente os royalties que reservamos, e estamos investindo em recursos e conhecimentos técnicos para construir um sistema global de administração de editoras musicais para resolver este problema de vez.

Lowery está processando o Spotify por milhões de dólares, visando interromper parte das operações do serviço, e abriu uma ação civil pública para potencialmente milhões de artistas. A queixa ainda é um passo preliminar, no entanto: precisamos ver como ela se sai no tribunal.

[Billboard]

Foto por Gizmodo



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São Paulo quer regulamentar o Uber e taxistas estão furiosos



Esta semana, a prefeitura de São Paulo colocou em consulta pública uma proposta para regulamentar serviços que conectam motoristas e passageiros, como o Uber, que não seria tratado com as mesmas regras dos táxis. Isso deixou os taxistas enfurecidos, e foi o estopim para um protesto na cidade.

>>> Uber rejeita modelo de “táxi preto” em São Paulo

Segundo a Folha, a proposta é que os motoristas do Uber e outros serviços – chamados de OTCs (Operadoras de Transporte Credenciadas) – paguem à prefeitura por uma autorização flexível a cada viagem.

O valor depende de quatro parâmetros: horário da viagem, local de embarque, distância percorrida e compartilhamento do carro.

A taxa seria maior em horário de pico e menor na madrugada; maior se o embarque for no centro expandido, e menor na periferia. Além disso, se você dividir a corrida com outra(s) pessoa(s), é preciso pagar menos. A taxa seria repassada aos passageiros.

A ideia é conter o uso de carros em áreas e horários com muito trânsito, e remunerar a cidade pelo uso comercial de vias públicas. O dinheiro arrecadado seria revertido em políticas de mobilidade urbana. De acordo com a proposta – disponível na íntegra aqui – as empresas teriam seis meses para se adaptar.

A proposta irritou os taxistas, que levaram cem veículos para bloquear o viaduto do Chá, ao lado da sede da prefeitura, durante a manhã de terça-feira.

Segundo a Folha, eles gritaram contra o Uber, xingaram pessoas vistas como apoiadores do serviço, soltaram rojões em frente à prefeitura e agrediram com socos e pontapés uma equipe de reportagem da TV Globo.

Depois, cerca de 150 taxistas foram rumo a Congonhas, bloqueando por cerca de 50 minutos a entrada de carros no aeroporto.

Em comunicado, o Uber parece satisfeito com a proposta de São Paulo: “essa nova regulação, única no mundo, cria normas para o transporte individual privado na cidade”. A empresa diz que participará da consulta pública “para fazer com que esta regulação seja o mais inovadora e inclusiva possível”.

A consulta pública ficará aberta até 27 de janeiro de 2016 no site da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras.

[FolhaPrefeitura de São Paulo]

Foto por Fernando Pereira/SECOM



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Microsoft, Apple e Samsung estão trabalhando em anéis inteligentes


Depois que processadores poderosos se tornaram diminutos o suficiente para caber no seu bolso, grandes e pequenas empresas buscaram outras maneiras para colocar tecnologia em nossos corpos. Pulseiras fitness e smartwatches foram apenas o começo: se patentes requeridas nos últimos meses indicarem algo para o futuro próximo, é bom você se preparar para anéis inteligentes.

>>> “Anéis inteligentes” não são o futuro da computação vestível

A ideia de um “anel inteligente” não é nova: ela já apareceu em campanhas excessivamente ambiciosas do Kickstarter, por exemplo. No geral, esses anéis inteligentes vêm de pequenas empresas com pouco capital e pouca experiência em fabricação. Mas a nova safra de patentes vem de gigantes da tecnologia: Apple, Microsoft e, mais recentemente, Samsung.

A Apple, por exemplo, pensa em anéis inteligentes como um wearable conectado ao smartphone, com uma pequena tela ou touchpad, que dá feedback tátil para as notificações, vem com um pequeno microfone para ouvir comandos, e pode até determinar o que você está escrevendo ao analisar gestos da mão. Basicamente, seria uma versão ainda mais simplificada do Apple Watch.

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Ilustração do anel inteligente da Apple.

A Microsoft quer que seus anéis tenham percepção de profundidade para servirem como um controle unificado em sua vida, seja para o seu smartphone ou (no futuro) o headset HoloLens.

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Ilustração do anel inteligente da Microsoft.

E esta semana, a Samsung se tornou a mais recente empresa a sonhar com um anel inteligente, ganhando uma patente que promete funções específicas para certos apps como Facebook, controles para a sua televisão, e até mesmo um hub wearable para a sua futura casa inteligente.

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Ilustração do anel inteligente da Samsung.

Estes dispositivos ainda são apenas hipotéticos, mas nos últimos três meses nós vimos um aumento perceptível em patentes sobre smart rings.

Coletivamente, as novas patentes de smart rings mostram que até mesmo Apple, Microsoft e Samsung realmente não sabem o que estão fazendo, nem como será um wearable que cabe no seu dedo. Eles estão jogando ideias só para ver se alguma delas funciona, bem como os muitos projetos fracassados do Kickstarter. Em um mundo onde smartwatches ainda parecem supérfluos, anéis inteligentes parecem ainda mais.

Ainda assim, anéis inteligentes são um passo além do que a Apple, Microsoft ou Samsung já fizeram. Ao contrário de smartphones e até mesmo smartwatches, sua função principal é como um acessório de moda.

Smartphones oferecem uma utilidade óbvia e se expandem muito além de um mero dispositivo para receber mensagens e telefonemas. Relógios tradicionais são mais rudimentares, enquanto smartwatches evoluíram além da simples função de mostrar as horas no pulso. Mas anéis são puramente estéticos: por isso, em muitos aspectos, eles são uma tela em branco, tecnologicamente falando.

Empresas de tecnologia acreditam que os anéis inteligentes poderiam ser uma nova fronteira em wearables. Resta ver se estas fabricantes de hardware realmente vão explorar a tecnologia tão cedo.

[Patently Mobile]



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10 hits em 3 minutos: lembre músicas brasileiras mais tocadas de 2015



Três minutos é o tempo médio que uma música pop tem para cativar o ouvinte. No mesmo tempo curto, o G1 resumiu um ano de sucessos brasileiros. As dez músicas nacionais mais tocadas do ano, em rádios, download e streaming, foram misturadas em uma faixa só, junto com os clipes. Clique acima para ouvir o “top 10” de 2015 em três minutos.

A lista levou em conta as faixas mais bem colocadas em listas de fim de ano de serviços de streaming, lojas digitais e paradas de rádios ao longo de 2015.

Anitta, Maisa, Tiê, Luan Santana, Neto LX, Marcos e Belutti com Wesley Safadão, Henrique e Diego com MC Guimê, Tati Zaqui, Ludmilla e Biel (Foto: Reprodução / YouTube)Anitta, Maisa, Tiê, Luan Santana, Neto LX, Marcos e Belutti com Wesley Safadão, Henrique e Diego com MC Guimê, Tati Zaqui, Ludmilla e Biel (Foto: Reprodução / YouTube)

Veja a lista de 10 hits brasileiros de 2015 que estão no vídeo (sem colocação definida):

Anitta – “Bang”

Luan Santana – “Escreve aí”

Henrique e Diego com MC Guimê – “Suíte 14”

Marcos e Belutti com Wesley Safadão – “Aquele 1%”

Tiê – “A noite”

Maisa- “Nhe nhe nhem”

Biel – “Boquinha”

Ludimilla – “Te ensinei certin”

Tati Zaqui – “Pararatibum”

Neto LX – “Gordinho gostoso”





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[Review] Xiaomi Mi Band: uma pulseira fitness boa e barata com um software limitado


Dizem que a computação vestível é o futuro. Por enquanto, ainda não usamos roupas inteligentes, e os smartwatches têm preços altos demais para aparelhos cuja utilidade ainda está sob questionamento. Mas há uma categoria que parece interessante: são as pulseiras fitness. Elas não custam tão caro e fazem uma coisa melhor que smartphones: monitorar sua atividade física.

Elas são mais baratas que os smartwatches, e a Xiaomi Mi Band leva isso a outro nível: ela custa R$ 95, cerca de 1/4 o que cobra a concorrência. E aí, como ela se sai?

O que é?

Uma pulseira fitness — isto é, uma pulseira para monitoramento de atividades físicas ao longo do dia. Além de registrar o quanto você anda e/ou corre, a Mi Band mede quanto tempo você dormiu, e quanto desse tempo foi de sono leve e de sono profundo. Por fim, a pulseira também vibra quando seu smartphone recebe notificações e ligações, e funciona como despertador.

Design

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A Mi Band é composta por duas partes: uma pulseira de borracha preta com um espaço no meio, onde é encaixada a outra parte, um módulo com os sensores e três LEDs.

Apesar de o módulo ser metálico e ter uma cor prateada, o conjunto todo é discreto. Após algumas semanas de uso, só duas pessoas me perguntaram o que era aquela pulseira no meu braço.

O ajuste do tamanho é parecido com o de um relógio esportivo comum: são oito furos para você escolher o que fica melhor. Aí é só encaixar o fecho com um pouco de pressão e pronto.

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A Mi Band também tem proteção contra água e poeira no padrão IP67 — você pode lavar as mãos sem precisar tirá-la do pulso.

Configurando

A primeira coisa a se fazer ao tirar a Mi Band da caixa é recarregar a bateria do módulo. Após duas horas ligado na USB do seu computador, ele está pronto para ser encaixado na pulseira.

Antes de usar, você ainda precisa instalar o app do Mi Fit (disponível para Android e iOS) e conectar a pulseira a seu smartphone. A conexão é feita por Bluetooth e não há NFC para facilitar o processo — a Smartband da Sony, por exemplo, usa a tecnologia para “encontrar” a pulseira com mais facilidade.

Eu testei a Mi Band com quatro smartphones: Xiaomi Redmi 2, Motorola Moto G, Moto X Force e Samsung Galaxy On7. Nos dois primeiros, o smartphone teve um pouco de dificuldade para encontrar a pulseira; no Moto G, eu ainda preciso desligar e ligar o Bluetooth com certa frequência para ela sincronizar com o app. Nos outros dois, tudo correu sem grandes problemas.

Depois de conectar a pulseira, você pode usar o app para mudar sua meta de passos, programar alarmes, definir notificações e configurar o desbloqueio inteligente – em aparelhos da Xiaomi, o recurso é automático; em outros Androids, ele usa o Smart Lock do próprio sistema; no iPhone, ele está indisponível.

Monitorando atividades físicas

Vamos começar pelo uso mais básico da Mi Band: o monitoramento de atividade física. Isso funciona? Sim. É preciso? Nem tanto. Ao caminhar acompanhando o app, pude perceber que, às vezes, a pulseira conta dois passos quando apenas um foi dado. Além disso, o dispositivo interpreta os “pulos” que o ônibus dá como passos: numa viagem de quarenta minutos sentado, ela “contou” 100 passos. Essas observações confirmam o que Exame e Wareable falaram sobre a Mi Band: ela superestima sua atividade física.

Como você deve imaginar, a Mi Band precisa dos movimentos do seu braço para “perceber” as atividades físicas. Por isso, exercícios em bicicletas ergométricas, por exemplo, não são registrados. A pulseira também não monitora sua atividade numa esteira se você estiver se segurando nos apoios.

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Você não precisa abrir o app para ter uma ideia de quanto andou no dia: o módulo da Mi Band tem três LEDs que indicam seu progresso em direção à meta de atividades físicas: um LED piscante quer dizer que você ainda não chegou a um terço da sua meta; um aceso e outro piscante, você cumpriu um terço da sua meta; dois acesos e um piscante, dois terços da meta. A pulseira vibra quando você atinge sua meta no dia, que pode ser um valor entre 2.000 e 30.000 passos, com incrementos de 1.000.

Os LEDs só acendem com um movimento parecido ao de ver as horas em um relógio de pulso. O problema é que nem sempre a Mi Band interpreta esse movimento direito. Várias vezes você fica parado, encarando o módulo, e nada dos LEDs acenderem, aí tem que repetir o movimento, abaixa o braço, ergue o braço etc. Além disso, é bem difícil enxergar os LEDs sob a luz do sol.

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No entanto, abrir o app dá mais informações. Ele vai além da somatória de passos e lista caminhadas e corridas que você fez. Nas últimas horas do dia, ele também mostra quantos passos faltam para atingir a meta.

Monitorando sono

Atividades físicas não são a única coisa que a Mi Band monitora. Ela também registra informações sobre sono: tempo total e períodos de sono leve ou pesado, de acordo com seus movimentos.

Uma vantagem é que a Mi Band registra automaticamente esses dados. A Smartband da Sony, por exemplo, exige que você ative o modo noturno para que ela monitore o sono. Com a pulseira da Xiaomi, você não precisa se preocupar com isso: basta deitar e dormir usando o dispositivo.

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A precisão, aqui, é bastante aceitável. Em um mês de uso, só lembro de duas ou três vezes em que a Mi Band “errou” a hora em que eu tinha dormido — em todo caso, você pode editar o horário em que você foi dormir e em que acordou. A somatória de sono pesado e sono leve também teve coerência com a qualidade do meu sono.

A Mi Band também funciona como despertador: ela permite configurar três alarmes através do app Mi Fit e conta com a função de alarme inteligente — a pulseira “presta atenção” em como está seu sono na meia hora antes do horário programado e vibra quando percebe que seu sono está leve, para um despertar mais natural.

Outras funções

O Mi Fit também tem a opção de fazer sua Mi Band vibrar quando chegam notificações de aplicativos e quando o celular recebe uma ligação. No caso das notificações, você pode escolher até três aplicativos para ser avisado através da pulseira. Eu configurei três mensageiros (WhatsApp, Telegram e Messenger) e nem sempre o Mi Fit conseguiu fazer a pulseira vibrar. Já as notificações de ligações funcionaram bem.

Como eu uso o Pushbullet para ser avisado na tela do computador das notificações no meu smartphone, esse recurso da Mi Band não é essencial. Se as notificações na pulseira são importantes para você, talvez seja melhor procurar outro app para Android. Mi Band Notify (grátis) e Mi Band Tools (R$ 5,99), ambos com avaliações superiores a quatro estrelas na Play Store, permitem colocar um número ilimitado de apps e ainda escolher cores do LED personalizadas para cada um deles, além de muitos outros recursos.

Outro recurso da Mi Band que pode ser usado em smartphones com Android é o desbloqueio automático. Ao estar com a Mi Band no pulso, você não precisa desenhar padrões ou digitar senhas para desbloquear seu aparelho. Em dispositivos da própria Xiaomi, com o sistema MIUI 7, a configuração é bem simples: basta ativar o recurso no app Mi Fit e pronto.

Em outros aparelhos Android, a pulseira da Xiaomi faz uso desse recurso Smart Lock do sistema operacional, que permite que qualquer dispositivo Bluetooth seja usado para pular os bloqueios do smartphone. O processo é um pouco mais complicado: você tem que abrir o Mi Fit, ir até Configurações e encontrar a opção de desbloqueio. Ela vai te levar até uma página para conectar a Mi Band. Em alguns dispositivos, o botão de conectar dispositivo fica parcialmente encoberto; eu descobri meio por acaso que era ali que eu tinha que tocar. Depois de conectar, o app te leva para as configurações do Smart Lock.

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Bem, funciona: você realmente não precisa mais do padrão ou da senha para desbloquear. Mas tome cuidado, pois fica muito mais fácil desbloquear acidentalmente seu smartphone no bolso, principalmente em smartphones da Motorola, que ligam a tela sozinhos. Isso aconteceu duas vezes comigo. Em uma delas, ativei o modo avião sem querer e só percebi depois, quando peguei o aparelho.

Por fim, a bateria. A Xiaomi promete um mês sem precisar recarregar. E cumpre: estou há 32 dias usando a minha Mi Band e ela ainda está com 30% da bateria. Eu desativei as notificações de aplicativos e ligações. Com elas ligadas, o consumo certamente seria maior, já que vibrações são o que mais gastam bateria no dispositivo – mas ainda assim estaria dentro do prometido.

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Afinal, o quanto uma pulseira dessa é útil?

Eu preciso perder de novo uns quilos a mais que já perdi e ganhei de novo. Eu não gosto de academia e praticamente não tenho tempo de praticar esportes ao ar livre. Para emagrecer, fui aumentando a atividade física que já fazia parte do meu cotidiano: andar.

Eu deixava para pegar o ônibus alguns pontos depois, ou descia alguns pontos antes para incluir exercícios na minha rotina, e deu certo. Por isso, um dispositivo que fica o tempo todo comigo e monitora o quanto eu ando me ajuda a manter um certo nível de atividade física todos os dias.

Antes da Mi Band, eu usava o Google Fit, que transforma o smartphone em um monitor de atividades. O app também se conecta com o Lifesum, aplicativo que eu uso para controlar minhas refeições. Com a Mi Band, eu ganho em liberdade e precisão: ela monitora também o quanto eu ando em casa ou no trabalho, sem o celular no bolso. Também posso dormir sem o celular ao meu lado na cama (e para quem passa tempo demais no smartphone, é uma tentação a menos), como fazia quando usava o Sleep As Android.

Por outro lado, perco em praticidade: o Mi Fit se conecta ao Google Fit, mas os dados são exportados incorretamente para o Lifesum, o que me obriga a anotar manualmente as calorias de um app no outro.

Mas a minha maior queixa mesmo é com o Mi Fit, aplicativo que faz a conexão entre a pulseira e seu smartphone. Ele é muito limitado. As metas diárias de exercícios poderiam ser em minutos ou distância, que são jeitos mais naturais para prever exercícios do que passos – mas esta é a única opção disponível.

Eu sei estimar o tempo ou, com menor precisão, a distância de um lugar a outro. O Google Fit permite que eu estabeleça uma meta de tempo ou distância. Eu costumava usar metas em minutos no Google Fit — é mais fácil pensar “ainda tenho que andar 20 minutos hoje” do que “ainda tenho que andar 3.000 passos hoje” — mas o Mi Fit não me dá esta opção.

O registro de sono poderia permitir anotações sobre o que pode estar afetando a qualidade do seu descanso. Apps como o Sleep As Android e o Sleep Cycle, por exemplo, permitem fazer essas anotações — mais que isso, eles trazem listas de itens que podem afetar o sono, como café, doença, atividade física, medicamentos, e dão informações úteis sobre o quanto cada uma dessas variáveis tem afetado seu sono.

O Mi Fit não tem nada disso. Ele tem recordes, mostra dados semanais, mas é só. A conexão com o Google Fit é um diferencial — poucos monitores entre os mais baratos têm esse recurso — e permite usar seus dados em outro app, mas ainda é pouco.

Como destaca o The Verge sobre os monitores de atividade física, o software é uma parte importantíssima — é ele que vai interpretar todos os dados coletados. No fim das contas, ele é que vai diferenciar entre ter um monte de números e gráficos ou ter uma lista de boas recomendações de saúde. E é justamente aí que a Mi Band escorrega: o Mi Fit poderia fazer muito mais.

Vale a pena?

A questão é que, com o preço da Mi Band, não dá muito para reclamar. Com o frete incluso, eu paguei R$ 105. A Garmin Vivofit, que eu pensei em comprar há alguns meses, custa quase R$ 400, quatro vezes mais. A Jawbone UP está na casa de R$ 600 e os produtos da Fitbit nem sequer são vendidos oficialmente aqui. A pulseira da Xiaomi é muito mais barata que as concorrentes.

E preço, neste segmento, é importantíssimo. Nós ainda não estamos habituados aos vestíveis. Uma pulseira fitness não é como um smartphone: por pior que seja, você dificilmente vai achar um smartphone completamente inútil a ponto de colocá-lo numa gaveta e nunca mais usar, mas é um risco que se corre com uma pulseira desse tipo ou com um smartwatch.

A Mi Band é importante por isso: mesmo que, depois de comprar, você acabe não achando uma grande utilidade para o dispositivo na sua vida, o prejuízo não será considerável. E a pulseira, no fim das contas, não é ruim: ela cumpre o que promete, dá algumas informações interessantes e pode ajudar você em questões de saúde.



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Descanse em paz BigDog, robô quadrúpede que se preparava para a guerra


O robô LS3, mais popularmente conhecido como BigDog, está sendo aposentado. Esperava-se que ele pudesse trabalhar como um burro de carga para soldados americanos em campo, mas ele era simplesmente barulhento demais.

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As primeiras versões deste robô quadrúpede foram feitas em 2008 pela Boston Dynamics; e depois, em 2010, sob um contrato de US$ 32 milhões com a DARPA – agência do governo americano que cria tecnologias militares.

Até 2012, ele era conhecido como AlphaDog, apesar de o apelido BigDog ter conquistado a imaginação popular. E sua evolução foi cuidadosamente monitorada por entusiastas de robôs ao redor do mundo. No final de 2013, o Google comprou a Boston Dynamics.

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Em 2014, o LS3 foi usado durante o RIMPAC, uma série de exercícios militares nas ilhas do Havaí: ele era esperto o suficiente para acompanhar os outros fuzileiros navais, seguir trilhas e trabalhar em conjunto com outros BigDogs. Mas, quase chegando em 2016, os militares dos EUA decidiram deixá-lo de lado.

“Os fuzileiros navais o usaram, mas havia o desafio de ver uma utilidade em potencial por causa das limitações do próprio robô”, disse Kyle Olson, porta-voz do MCWL (Laboratório de Combate do Corpo de Fuzileiros Navais), ao Military.com. “Eles notaram que o robô era barulhento e revelaria a posição deles.”

Não há dúvida de que o BigDog soa como um cortador de grama, fazendo um ruído constante enquanto anda por aí. Mas ele é uma máquina robusta, capaz de transportar 180 kg, atravessar terrenos acidentados, e até tomar um pontapé sem cair – especialmente o Spot, a versão menor, que conseguia levar menos peso e era ainda mais ágil que o BigDog.