Carro cai no espelho d’água do Museu Nacional no réveillon do DF



Um carro foi parar dentro do espelho d’água do Museu da República, em Brasília, durante a festa de réveillon, na madrugada desta sexta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, o homem apresentava sinais de embriaguez.

Pela imagem enviada à TV Globo é possível ver que o motorista ainda tenta dirigir durante um tempo antes de desligar o carro. Foi necessário um guincho para retirar o veículo.

A festa de réveillon reuniu 6 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. O evento começou pouco antes das 20h com show do grupo Pé de Cerrado. Segundo a PM, não houve registros de ocorrências graves.

A queima de fogos, que teve 10 minutos no ano passado e chegou a durar 18 minutos em 2013, quando a atração principal foi o cantor Luan Santana, foi de 5 minutos. O show pirotécnico aconteceu no gramado da Esplanada.

O show de Baby do Brasil terminou pouco depois da 1h. O repertório teve sucessos da carreira solo e dos tempos em que ela fez parte do grupo Novos Baianos. Entre as músicas, “Menino do Rio”, “Telúrica” e “Planeta Vênus”.





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Taylor Swift interage com a natureza no clipe de 'Out of the woods'



Taylor Swift lançou na madrugada desta sexta-feira (1º) o clipe da música “Out of the woods”. (Clique aqui para assistir)

A cantora divulgou o sexto videoclipe do álbum “1989” durante o programa da TV americana “Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve with Ryan Seacrest”. Já foram lançados os clipes de “Shake It Off”, “Blank Space”, “Style”, “Bad Blood Remix Feat. Kendrick Lamar”, e “Wildest Dreams”.

Gravado em uma locação na Nova Zelândia, o vídeo mostra a cantora, usando um vestido azul, interagindo com uma variedade de ambientes naturais: sendo perseguida por lobos ferozes na floresta, em pé no topo de uma montanha coberta de neve, submersa no oceano.

O clipe termina com a mensagem: “She lost him. But she found herself. And somehow that was everything” (ou “Ela perdeu ele. Mas ela se encontrou. E de alguma forma isso foi tudo”, letra que apareceu originalmente no encarte de “1989”.

Taylor Swift no clipe de 'Out of the woods' (Foto: Divulgação)Taylor Swift no clipe de ‘Out of the woods’ (Foto: Divulgação)





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Ao custo de R$ 700 mil, réveillon do GDF leva 6 mil pessoas à Esplanada



Público se concentra ao lado do Museu da República, onde aconteceu o réveillon oficial de Brasília; Baby do Brasil fechou a noite (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)Público se concentra ao lado do Museu da República, onde aconteceu o réveillon oficial de Brasília; Baby do Brasil fechou a noite (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)

A festa de réveillon oferecida pelo governo do Distrito Federal entre a noite desta quinta e a madrugada de sexta (31 e 1º) levou 6 mil pessoas à Esplanada dos Ministérios, segundo a Polícia Militar. O evento, que aconteceu ao lado do Museu da República, custou R$ 699.875, segundo o GDF. O valor não inclui o cachê da principal atração, a cantora Baby do Brasil, que foi bancado com patrocínio de empresários.

A comemoração aconteceu também na Prainha do Lago Sul, que reuniu 4 mil pessoas, segundo a PM. A estrela da noite no local foi a cantora Rita Benneditto. O show dela também foi custeado pela iniciativa privada.

De acordo com o governo, dos quase R$ 700 mil, R$ 498.775 foram usados com a estrutura da festa. Os fogos de artifício custaram R$ 75,1 mil. Os cachês dos outros músicos que se apresentaram no réveillon somaram R$ 126 mil.

Para “reduzir custos e fomentar a cultura local”, o GDF contratou apenas dois shows de artistas nacionais. O palco principal foi montado ao lado do Museu Nacional e não no gramado central da Esplanada, como ocorreu nos anos anteriores. Cerca de 40 artistas do DF se apresentaram.

A cantora Baby do Brasil, principal atração musical do réveillon 2016 em Brasília (Foto: Tony Winston/Agência Brasília)A cantora Baby do Brasil, principal atração musical do réveillon 2016 em Brasília, durante show
(Foto: Tony Winston/Agência Brasília)

A festa começou pouco antes das 20h com show do grupo Pé de Cerrado. Segundo a PM, não houve registros de ocorrências graves. Na Prainha, a corporação apreendeu um revólver calibre 22 com cinco balas.

A queima de fogos, que teve 10 minutos no ano passado e chegou a durar 18 minutos em 2013, quando a atração principal foi o cantor Luan Santana, foi de 5 minutos. O show pirotécnico aconteceu no gramado da Esplanada.

O show de Baby do Brasil terminou pouco depois da 1h. O repertório teve sucessos da carreira solo e dos tempos em que ela fez parte do grupo Novos Baianos. Entre as músicas, “Menino do Rio”, “Telúrica” e “Planeta Vênus”.

A cantora Rita Benneditto, durante apresentação no réveillon 2016 da Prainha do Lago Sul, em Brasília (Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília)A cantora Rita Benneditto, durante apresentação no réveillon 2016 da Prainha do Lago Sul, em Brasília
(Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília)

2016 apertado
A garantia das comemorações de Ano Novo não se estende aos outros eventos culturais previstos para 2016. A secretária-adjunta de Cultura afirmou ao G1 que o investimento em festas como Carnaval e aniversário de Brasília ainda será debatido pela pasta.

“A gente herdou um cenário de grande limitação orçamentária. O próximo ano também é de restrição, visto que o teto do orçamento [de Cultura] é ainda menor que o dinheiro liberado neste ano”, diz Nanan Catalão.

No início do ano, o GDF cancelou o repasse de verbas aos blocos de rua e escolas de samba da capital, medida que inviabilizou a competição das agremiações. Em abril, a festa de aniversário de Brasília foi feita com R$ 620 mil, 95% a menos que os R$ 12,6 milhões investidos em 2014.

“Agora, vamos aguardar os processos de superação da crise para implementar o que planejamos em políticas públicas. Não são políticas só focadas em eventos, mas em projetos estruturantes de fomento, ensino e cidadania”, afirma a secretária.





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Há uma conexão escondida entre o número pi e a mecânica quântica


Físicos descobriram uma conexão escondida entre a fórmula matemática de 350 anos do pi, o nosso número irracional favorito, e a mecânica quântica. Um matemático chamou a descoberta de um “surpreendente truque de mágica”.

O matemático inglês John Wallis publicou sua fórmula para calcular o pi como o produto de uma série infinita de razões em 1655. Em um artigo publicado no Journal of Mathematical Physics, físicos da Universidade de Rochester anunciaram que eles descobriram a mesma fórmula a partir de seus cálculos dos níveis de energia de um átomo de hidrogênio.

Wallis não é muito conhecido hoje em dia fora dos círculos acadêmicos, mas ele esteve entre os grandes nomes da ciência de sua época. Inicialmente, ele pretendia ser médico, quando entrou na universidade com a tenra idade de 13 anos, mas acabou se interessando muito mais por matemática, além de mostrar um talento especial para criptografia.

Isso começou com um passatempo, mas anos mais tarde, ele usou suas habilidades para decifrar códigos que os monarquistas despachavam em nome de seus rivais políticos, os parlamentaristas. (Os dois partidos estavam em meio a uma guerra civil.) Depois disso, ele se tornou parte do grupo de cientistas que fundaram a Real Sociedade de Londres. Lá, seu amor pela matemática floresceu.

Entre suas habilidades peculiares, ele conseguia realizar cálculos complicados de cabeça — e ele fazia isso frequentemente, dada sua tendência à insônia. Um desses casos foi registrado na Philosophical Transactions, revista publicada pela Sociedade, em 1685: Wallis calculou a raiz quadrada de um número de 53 dígitos (o resultado foi um número de 27 dígitos) em uma noite de insônia, e decorou o resultado até a manhã seguinte.

Sim, o cara era mesmo bom na coisa. Em 1656, Wallis publicou seu mais famoso trabalho, Arithmetica infinitorum, que trazia sua fórmula clássica para o pi. (Ninguém menos que Christiaan Huygens – físico, matemático e astrônomo que descobriu a maior lua de Saturno – permaneceu cético até Wallis mostrar pessoalmente a ele seu trabalho.)
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“O valor do pi adquiriu um status mítico, em parte porque é impossível escrevê-lo com 100% de precisão”, diz Tamar Friedmann, pesquisadora de Rochester e autora principal do artigo, ao Science 2.0. “Ele não pode ser expresso com precisão como uma razão de números inteiros e é, ao invés disso, melhor representado como uma fórmula.”

Friedmann e o coautor Carl Hagen, na verdade, não estavam procurando coisas relacionadas ao pi. “Meio que caiu no nosso colo”, diz Hagen em um comunicado à imprensa. Ele estava apenas tentando ensinar a seus alunos uma técnica particular para estimar os estados de energia de sistemas quânticos — no caso, o átomo de hidrogênio.

Mas ao resolver o problema, ele notou uma coisa estranha nas barras de erro, que indicam o erro ou incerteza em uma medição. Elas eram cerca de 15% para o estado de energia mais baixo do átomo de hidrogênio (o estado fundamental), 10% para o primeiro estado excitado (que ocorre quando o átomo recebe uma infusão de energia que faz o elétron saltar para o próximo nível), e então ficava cada vez menor para cada nível mais alto. É o oposto do que esta técnica em particular deveria produzir: geralmente, as melhores aproximações estão no estado fundamental.

Intrigado, Hagen pediu ajuda de Friedmann, e eles se viram voltando ao modelo de Niels Bohr do átomo de hidrogênio, lá nos primeiros dias da mecânica quântica, retratando as órbitas do elétron como perfeitamente circulares. “Em órbitas de energia mais baixa, o caminho do elétron é meio bagunçado, esticado”, explica Hagen. “Em estados mais excitados, as órbitas ficam mais claramente definidas e a incerteza… diminui.”

Aparentemente, levaram apenas 24 horas para a publicação aceitar o artigo, o que deve ser algum recorde. “O que é especial nisto é que traz uma bela conexão entre física e matemática”, diz Friedmann. “Eu achei fascinante que uma fórmula puramente matemática do século 17 caracterize um sistema físico que foi descoberto 300 anos depois.”

Referência:

Friedmann, Tamar, and Hagen, C.R. (2015) “Quantum mechanical derivation of the Wallis formula for pi,” Journal of Mathematical Physics 56: 112101.

[Via PhysOrg]

Imagens: quadro de Irrational Numbers: Pi and Pies, uma série matemática do ClickView; e páginas de Arithmetica Infinitorum digitalizadas pelo Google.



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Estas são as fotos mais próximas já tirada do planeta-anão Ceres


Estas imagens de Ceres foram enviadas do sobrevoo mais próximo do planeta-anão até hoje, e são incrivelmente detalhadas — e podem até mesmo nos mostrar algumas surpresas.

À medida que a sonda Dawn, da NASA, e suas câmeras se aproximam de Ceres, as fotos estão ficando mais reveladoras. Há alguns meses, uma olhada mais próxima mostrou que aqueles pontos brilhantes que víamos são provavelmente feitos de sal. Agora, as câmeras chegaram no ponto mais baixo que elas irão atingir: cerca de 380 quilômetros acima da superfície.

Pesquisadores já tinham notado as crateras e desníveis profundos, que podem ser marcas de impacto. Mas outra intrigante sugestão apareceu: desgastes causados por terremotos. As fotos podem também ser úteis para trazer mais ideias sobre o que forma a superfície de Ceres.

A sonda Dawn foi lançada em 2007, para explorar dois corpos celestes no cinturão de asteroides: o asteroide Vesta, em 2011; e o planeta anão Ceres, desde março de 2015. Ambos surgiram no início da formação do sistema solar, mas se desenvolveram de forma diferente. A ideia é comparar a evolução de ambos e “avançar bastante o nosso conhecimento de como o sistema solar se formou”, segundo a NASA.

A Dawn permanecerá na órbita de Ceres após a sua missão principal terminar em meados de 2016, pois não há combustível o suficiente para levá-la a outros lugares do Sistema Solar.

Aqui está o conjunto completo destas imagens — incluindo uma que foi transformada em 3D.

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'Não é o fim, é o começo', diz Joelma durante último show com a Calypso



Em pouco menos de 30 minutos de show, a cantora Joelma se despediu após 16 anos da banda Calypso diante de uma multidão de 15 mil fãs em uma arena de shows em Macapá. As primeiras horas de 2016 marcaram o fim do ciclo e o início da carreira solo da artista, que agora passa a se chamar Joelma Calypso.

FOTOS: AMAPÁ RECEBE ÚLTIMO SHOW DE JOELMA NA BANDA CALYPSO

Desde o início do show a cantora se mostrou entusiasmada com a nova trajetória, que foi acompanhada de perto por fãs do Brasil inteiro que acompanharam após a despedida, a primeira apresentação da nova carreira. Nem a ameaça de chuva os afastou. A música “Voando pro Pará” marcou o começo da nova caminhada.

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Multidão acompanhou show de Joelma em Macapá nesta sexta-feira (1º) (Foto: John Pacheco/G1)Multidão acompanhou show de Joelma em Macapá nesta sexta-feira (1º) (Foto: John Pacheco/G1)

No discurso de despedida no palco (veja vídeo acima), antes de cantar na nova formação, Joelma chorou e agradeceu o carinho dos fãs. “O que acaba aqui agora, banda Calypso. Obrigada a cada fã clube, a cada ‘te amo’. Eu aprendi e aprendo muito com vocês, obrigada. (…) vou carregar experiências maravilhosas (…) e isso eu vou levar para frente, para cima. Esse não é o fim, é o começo”, declarou a artista.

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Joelma durante primeira apresentação em carreira solo (Foto: John Pacheco/G1)Joelma durante primeira apresentação em carreira solo (Foto: John Pacheco/G1)

A nova carreira de Joelma continuará com ritmos como carimbó, merengue, brega e outros ritmos da Amazônia brasileira. Ainda segundo a vocalista, a banda base da Calypso seguirá acompanhando o novo trabalho musical.

“É diferente, estou com um sentimento de renovação. A vida continua, é reter o que foi bom, as experiências, os sucessos que vou cantar para sempre, que conquistei com a banda. Apesar de tudo foi maravilhoso”, resumiu a cantora.

Show de Joelma aconteceu em uma arena de shows na Zona Sul de Macapá (Foto: John Pacheco/G1)Show de Joelma aconteceu em uma arena de shows na Zona Sul de Macapá (Foto: John Pacheco/G1)

O primeiro CD da carreira solo está sendo finalizado e tem previsão de lançamento a partir de fevereiro de 2016, assim como os primeiros shows. A apresentação de despedida não contou com a presença do guitarrista Ximbinha, que desde outubro não se apresenta com o grupo por decisão judicial. O músico Ian Marinho subiu no palco ao lado de Joelma.

Nova carreira de Joelma continuará com ritmos como carimbó, merengue e brega (Foto: John Pacheco/G1)Nova carreira de Joelma continuará com ritmos como carimbó, merengue e brega (Foto: John Pacheco/G1)

 





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Retrospectiva 2015: os principais gadgets do ano


<br /> Retrospectiva 2015: os principais gadgets do ano – Gizmodo Brasil



Estamos relembrando o que aconteceu de mais incrível e curioso em 2015. A seguir, reunimos os smartphones, tablets, wearables e computadores mais importantes lançados este ano.



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Retrospectiva 2015: o que aconteceu este ano de mais impressionante na ciência


<br /> Retrospectiva 2015: o que aconteceu este ano de mais impressionante na ciência – Gizmodo Brasil



Final de ano é época de retrospectiva, então vamos relembrar o que aconteceu de mais incrível e curioso em 2015. Eis os nossos principais textos do ano sobre ciência.



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Cãozinho com patas atrofiadas volta a andar com próteses feitas em impressora 3D


O Derby é um cãozinho nascido com patas atrofiadas. A empresa de tecnologia 3D Systems projetou, no ano passado, um par de membros protéticos para o Husky mestiço, mas eles ficaram curtos e impediam que Derby sentasse de um jeito normal. Uma nova atualização resolveu estes problemas.

As próteses anteriores do Derby foram projetadas por Tara Anderson e sua equipe na Carolina do Sul, terra da 3D Systems. Elas nunca foram destinadas a ser a versão definitiva. Os membros artificiais dianteiros feitos em uma impressora 3D eram curtos, fazendo o cachorro ficar inclinado, muito próximo ao chão.

Mas o projeto cumpriu suas duas metas: mostrou que a ideia poderia funcionar e, ao mesmo tempo, ajudou Derby a aprender a andar com próteses.

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As próteses originais do Derby (crédito: 3D Systems)

Para a próxima fase do projeto, Anderson tentou criar próteses que mantivessem as costas do cachorro retas. A primeira estratégia foi pegar o design original, chamado de “lâmina”, e aumentá-lo. Mas não deu certo. As patas artificiais ficaram para fora, dando a impressão de que Derby tinha dois balões saltando dos seus ombros. Então, foi hora de voltar para a prancheta.

A equipe de design decidiu seguir adiante desenvolvendo um dispositivo capaz de atender às necessidades físicas e psicológicas de Derby. Em princípio, eles queriam criar um par de patas protéticas que funcionassem mais como um joelho natural, incluindo uma certa dose de toma-lá-dá-cá. Usando um método de impressão 3D conhecido como SLS (sinterização seletiva a laser), os designers conseguiram criar uma prótese de nylon com estes atributos cruciais.

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“Derby se deu muito bem com as novas próteses”, diz Sherry Portanova, que adotou o animal, em um vídeo da 3D Systems. “Não é muito diferente das antigas, exceto que agora ele está na altura certa. Ele está andando reto e sentando como os outros cães, coisas que ele não conseguia fazer.”

Ótimas notícias. É bom saber que nossos companheiros caninos também irão aproveitar o futuro tecnológico.